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Soldado da FAB morre ao tentar salvar adolescentes que se afogavam em Guarujá

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Soldado da FAB, Mateus da Silva Santos, morto aos 22 anos
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Soldado da FAB, Mateus da Silva Santos, morto aos 22 anos

SÃO PAULO – Um soldado da Força Aérea Brasileira (FAB) morreu nesta sexta-feira (4) ao tentar salvar dois adolescentes que se afogaram na praia do Guaiúba, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Mateus da Silva Santos, de 22 anos, acabou se afogando ao tentar resgatar os adolescentes: um jovem de 13 anos foi resgatado com vida e o outro, de 12 anos, segue desaparecido, segundo informações do G1.

O portal apurou que Mateus, que atuava na Base Aérea de São Paulo, estava com um grupo de amigos na praia quando viu os adolescentes e uma mulher se afogando no mar. Mesmo sem saber nadar, ele foi ao local para prestar socorro. A mulher conseguiu sair sozinha do mar, ele acabou ajudando o garoto de 13 anos, mas se afogou ao tentar salvar o segundo jovem, que segue desaparecido.

Segundo o G1, o soldado foi tirado do mar já inconsciente por salva-vidas, acionados pelos banhistas. Após atendimento inicial na areia, foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rodoviária em parada cardiorrespiratória, mas não resistiu.

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O adolescente que foi resgatado pelo soldado, de 13 anos, foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), onde recebeu os primeiros socorros e liberado em seguida. Enquanto isso, o outro adolescente segue desaparecido no mar. O GBmar prossegue realizando buscas pelo garoto, com três embarcações pela região da praia do Guaiúba.

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Renan Calheiros pede quebra de sigilo bancário da Jovem Pan

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Renan Calheiros (MDB-AL)
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Renan Calheiros (MDB-AL)

O relator da CPI da Covid, Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou requerimento da quebra do sigilo bancário da rádio Jovem Pan. Para o senador, a emissora é “grande disseminadora das chamadas fake news” na pandemia. O pedido de quebras de sigilo é retroativo ao início do ano de 2018.

O objetivo da quebra, segundo o parlamentar, é descobrir se a rádio recebeu aportes financeiros após a pandemia: “Deve ser apresentada análise comparativa entre os períodos, anterior e posterior à situação de pandemia, até a presente data”, diz trecho do requerimento.

“Ademais, a quebra, a transferência e todas as análises, em especial a comparativa, deverão ser elaboradas com dados e informações, outrossim ligações com outras pessoas naturais e jurídicas, disponíveis nas diversas bases de dados da Receita Federal do Brasil”.

A CPI pretende investigar mais a fundo a disseminação de notícias falsas sobre a Covid.

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Bolsonaro não admite corrupção na Saúde, mas fala em “responsabilizar culpados”

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Em meio à investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o presidente Jair Bolsonaro admitiu a possibilidade de “problemas” no Ministério da Saúde, mas voltou a falar que não há nenhuma denúncia de corrupção no governo.

Neste sábado, 31, Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que é formalmente investigado pela CPI, visitaram o Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente (SP), para oficializar o credenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) na unidade.

“Pode ser que apareça algum problema no ministério dele (Queiroga), afinal de contas o orçamento diário dele são R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas, repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos os primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados”, afirmou o presidente.

A CPI da Covid investiga um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin, cujo contrato foi cancelado pelo Ministério da Saúde após o avanço das investigações no Senado. Os senadores suspeitam de favorecimento à empresa Precisa Medicamentos, que intermediou a negociação, e acusam Bolsonaro de ter cometido o crime de prevaricação por não ter determinado a investigação das denúncias. O governo nega as acusações e tenta conter o desgaste na CPI.

No mês passado, o ministério demitiu o diretor do Departamento de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias, após ele ser acusado de pedir propina para negociar vacinas. Agora, o grupo majoritário da CPI decidiu que vai solicitar o afastamento da médica Mayra Pinheiro, acusada de interferir nas apurações, da Secretaria de Gestão em Trabalho.

No evento, Queiroga declarou que Bolsonaro “interfere” no Ministério da Saúde, mas, para cobrar a execução das políticas públicas. A falta de autonomia dos ministros da pasta na pandemia de covid-19 é uma das linhas de investigação da CPI, que retoma os trabalhos na terça-feira, 3, após o recesso parlamentar.

“As pessoas me perguntam: o presidente Bolsonaro interfere no Ministério da Saúde? A resposta é sim. O presidente interfere no Ministério da Saúde e em todos os ministérios porque ele cobra que os ministros trabalhem para que todos recursos públicos sejam revertidos em políticas públicas para a sociedade brasileira”, disse Queiroga.

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