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Política Nacional

Sobrinho de Bolsonaro e olheiro de Carlos, Leo Índio debocha de Marielle Franco

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Reprodução/Instagram

Leo Índio, sobrinho de Bolsonaro, debochou de Marielle Franco nas redes sociais


Ainda sem cargo efetivo no governo de Jair Bolsonaro, Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio, sobrinho de Bolsonaro, não deixou de circular pelo Planalto. Um dos mais fervorosos cabos eleitorais da campanha presidencial, mordaz com os adversários nas redes sociais, o moço deixou o Instagram, quase nada posta no Facebook, mas é mestre em atualizar o status do WhatsApp com muitos memes referentes à política.

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Na última quinta-feira (4), o sobrinho de Bolsonaro
postou um destes memes mostrando duas fotos: uma era de Marielle Franco. A outra da travesti Valéria, personagem famosa de Rodrigo Sant’anna. Na comparação entre as duas a frase “Marielle vive kkkkk”.

Leo é apontado como olheiro do primo Carlos Bolsonaro
no Palácio do Planalto. Tem crachá com acesso livre aos andares mais altos, de onde despacham o presidente e os ministros e entre janeiro e fevereiro chegou a ir 58 vezes a Brasília. Ele mora no Rio. Antes de se enveredar pela política, o moço de 35 anos vendia roupas.

“Há quem diga que ele já arrumou um cargo comissionado numa secretaria. Mas ninguém sabe qual ainda”, conta uma fonte bem ligada aos moradores da Alvorada.

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Em janeiro, Léo Índio
fez o pedido de um passaporte diplomático. Coincidentemente após o requerimento do primo Carlos. Quando o pedido vazou, os dois voltaram atrás e não enviaram os documentos pedidos. Esse tipo de documentação é dado a ministros, chefes de estado e embaixadores ou algum brasileiro em missão especial no exterior pelo governo.

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A polularidade do sobrinho de Bolsonaro
é tão grande entre os eleitores e simpatizantes do presidente, que ele ganhou uma página de fãs só para ele: Leo Índio Opressor, com pouco mais de 900 seguidores. Na descrição, há até o número de telefone de Leonardo. Que costumava deixá-lo também em seu próprio perfil antes de deletá-lo.

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Política Nacional

Datafolha: 72% discordam da frase de Bolsonaro sobre armar população

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Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Segundo levantamento, população discorda de posicionamento do presidente sobre armas

Na noite deste sábado (30), uma nova  pesquisa do Datafolha mostrou que mais de 70% da população discorda da ideia do presidente de dar armas para a população, frase proferida por ele durante a reunião ministerial que se tornou pública após autorização do ministro Celso de Mello.

Leia também: Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

Segundo o levantamento, que ouviu, por telefone, 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio e tem margem de erro de dois pontos percentuais, 72% discordam da frase de que “povo armado não é escravizado”, enquanto outros 24% concordam, 2% não concordam e nem discordam e 2% não souberam responder.

Entre os grupos ouvidos, as maiores desaproações são de pessoas que consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo (92%), quem votou em Fernando Haddad no segundo turno das eleições de 2018 (91%), mulheres (80%, contra 62% dos homens) e de quem recebe até um salário mínimo (77%).

Por outro lado, o único grupo que registra aprovação maior do que desaprovação ao discurso armamentista do presidente é o de apoiadores do governo que avaliam a gestão como ótima ou boa (54% aprovam, contra 40%).

Leia também: Com máscaras e tochas, grupo “300 do Brasil” protesta em frente ao STF; assista

A pesquisa Datafolha mostra que, mesmo em grupos que estão sintonizados com Bolsonaro – como empresários, a faixa da população que recebe mais de dez salários mínimos e até mesmo os eleitores do presidente no segundo turno na última eleição -, a aceitação não é das maiores: 50% dos empresários discordam, 60% de quem tem maior renda e 52% dos eleitores de 2018.

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Política Nacional

Bolsonaro ataca imprensa e fala em “negociar bilhões” para acabar com fake news

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Bolsonaro
Agência Brasil

Em postagem neste domingo, presidente voltou a criticar atuação de veículos de imprensa

Neste domingo (31), o presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para, mais uma vez, criticar o trabalho da imprensa. Segundo ele, a “mídia podre” segue produzindo fake news sobre o governo e não apresenta provas sobre as acusações. Além disso, ainda questionou se negociar bilhões em propaganda poderiam ser a solução para o problema: “será que tudo isso se acaba?”.

Leia também: Bolsonaro critica notícias: ‘Tudo aponta para uma crise’

“O maior dos fake news é o “gabinete do ódio” inventado pela imprensa. Até o momento a Folha, Globo, Estadão… não apontaram uma só Fake News produzida pelo tal “gabinete”. Por outro lado, essa mesma mídia podre produz, diariamente, dezenas de Fake News contra o Presidente”, afirmou Bolsonaro .

Na sequência, ele listou alguns dos casos vistos por ele como fake news : a interferência na Polícia Federal, no qual o acusam de tentar trocar o comando da corporação no Rio de Janeiro para proteger familiares, a “fita bomba” da reunião ministerial , evento que o ex-ministro Sergio moro apontava como relevante para a situação da PF , e o “caso porteiro”, relacionado à investigação da morte da ex-deputada Marielle Franco.

“O caso da “interferência na PF” é um dos mais claros. A dita dita fita bomba foi mais um fiasco. O “caso porteiro” também… Agora investem no julgamento do TSE sobre “disparos em massa” de mensagens por ocasião da campanha. Falam em disparos mas não apontam uma só mensagens disparada contra quem quer que seja. Será que, se eu chamar essa imprensa e negociar com ela alguns BILHÕES DE REAIS em propaganda , tudo isso se acaba?”, finalizou o presidente .

Ato pró-Bolsonaro

O domingo será marcado também por mais um ato pró-governo nas ruas de Brasília, algo que se tornou comum nos últimos finais de semana e que tem reunido diversos apoiadores do presidente mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus .

Leia também: É preciso mudar as regras da república, diz Weintraub

A expectativa é que a movimentação no local comece ainda na parte da manhã e conte com a participação de Bolsonaro mais uma vez.

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