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Internacional

Sobe para 34 número de mortos após erupção de vulcão na Indonésia

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Pelo menos 34 pessoas morreram e 17 continuam desaparecidas após a erupção do Semeru, o maior vulcão da ilha de Java, mostrou hoje (7) novo balanço das autoridades indonésias.

O número de mortos subiu de 22 para 34, informou o porta-voz da Agência Nacional de Desastres da Indonésia, Abdul Muhari.

De acordo com balanço anterior do organismo, pelo menos 51 pessoas ficaram feridas com queimaduras, incluindo 35 em estado grave.

Cerca de 5,2 mil pessoas foram afetadas pela erupção do Semeru, tendo mais de 1,7 mil sido retiradas para os 19 centros de acolhimento criados, enquanto cerca de 3 mil casas e 38 escolas, em um raio de cinco quilômetros da cratera, ficaram danificadas, além de uma ponte que liga duas das principais cidades da região.

A erupção do vulcão Semeru, no distrito de Lumajang, na província de Java Oriental, ocorreu no sábado (4) e causou enorme coluna de cinzas que atingiu 12 mil metros.

O vulcão está em atividade intermitente, com várias erupções todos os dias desde o fim de semana.

As fortes chuvas e a atividade do vulcão estão dificultando o trabalho das equipes de resgate, que procuram sobreviventes nas 11 comunidades da região.

A Indonésia situa-se no chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, onde o encontro de placas continentais causa elevada atividade sísmica. O arquipélago do Sudeste Asiático tem quase 130 vulcões ativos.

No fim de 2018, a erupção de um vulcão entre as ilhas de Java e Samatra provocou um deslizamento de terra subaquática e um tsunami, matando cerca de 400 pessoas.

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Internacional

Pessoas infectadas e vacinadas adquirem “superimunidade”, diz estudo

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Pessoas com infecção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 e que estão vacinadas adquirem “superimunidade”, muito superior à proteção imunológica de quem apenas recebeu a vacina, mostra estudo divulgado hoje (25).

“Resposta imunológica medida no soro sanguíneo revelou anticorpos mais abundantes e eficazes do que imunidade gerada apenas pela vacinação”, indicam conclusões de pesquisa da Oregon Health & Science University (OHSU), dos Estados Unidos, publicadas na revista Science Immunology.

O estudo foi feito antes do surgimento da variante Ômicron do SARS-CoV-2, mas pesquisadores esperam que respostas imunes híbridas sejam semelhantes à nova variante considerada altamente transmissível.

“Não faz diferença se uma pessoa é infectada e depois vacinada ou se é vacinada e depois infectada. Nos dois casos, obterá resposta imunológica muito robusta, incrivelmente alta”, assegurou Fikadu Tafesse, coautor do estudo e professor de microbiologia molecular e imunologia da OHSU, citado em comunicado da instituição.

A pesquisa envolveu 104 pessoas vacinadas contra a covid-19 e divididas em três grupos: 42 vacinados sem infecção, 31 vacinados após infecção e 31 infectados depois da vacinação.

Com os participantes do estudo controlados por idade, sexo e tempo de vacinação e infecção, os pesquisadores recolheram amostras de sangue de cada um, que foram expostas a três variantes do vírus SARS-CoV-2 vivo em ambiente de laboratório.

Os especialistas da OHSU concluíram que os dois grupos com “imunidade híbrida” – infectados e vacinados – geraram maiores níveis de imunidade em comparação com o grupo vacinado sem infecção.

“A expectativa, neste momento, é que muitas pessoas vacinadas acabem infectadas e, portanto, com uma forma de imunidade híbrida”, afirmou Bill Messer professor de imunologia e doenças infecciosas da OHSU, também citado no comunicado.

Para Marcel Curlin, professor de infecciologia na instituição norte-americana, a imunidade conferida pela infecção natural é variável” de pessoa para pessoa, mas, quando combinada com a vacinação, “quase sempre fornece respostas muito fortes”.

“Os resultados indicam o momento em que o SARS-CoV-2 poderá se tornar infecção endêmica leve, como doença sazonal do trato respiratório, em vez de pandemia”, disse Curlin.

A covid-19 provocou 5,59 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia. A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no fim de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A nova variante Ômicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi registrada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

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Internacional

Polícia britânica investiga violações de lockdown em Downing Street

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A polícia britânica vai investigar supostas violações de medidas de lockdown na residência oficial do primeiro-ministro, Boris Johnson, em Downing Street, após receber evidências de apuração interna do governo sobre série de reuniões.

Johnson, que em 2019 conquistou a maioria mais expressiva do Partido Conservador em mais de 30 anos, luta por sobrevivência política após vazamentos que revelaram que sua equipe promoveu festas durante o período de regras mais duras já impostas no Reino Unido em tempos de paz.

Novas acusações surgiram na noite dessa segunda-feira (24), de que ele quebrou regras de lockdown impostas para combater a covid-19, ao comparecer a festa surpresa de aniversário em Downing Street, quando reuniões sociais em ambientes internos eram proibidas.

O último episódio se soma a longa lista de violações, incluindo festa para a qual os convidados foram instruídos a “levar suas próprias bebidas”, à qual Johnson compareceu e disse pensar que fosse evento de trabalho.

A informação foi dada pela comissária da Polícia Metropolitana de Londres, Cressida Dick, nesta terça-feira (25).

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