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Site elege as 10 mulheres negras brasileiras de destaque em 2022

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A estilista Monica Anjos, a Head de Diversidade e Inclusão e Saúde Mental América do Sul da Ambev Michele Salles e a fundadora da Agência Oliver Press Juliana Oliveira estão entre os nomes da lista
Reprodução/montagem

A estilista Monica Anjos, a Head de Diversidade e Inclusão e Saúde Mental América do Sul da Ambev Michele Salles e a fundadora da Agência Oliver Press Juliana Oliveira estão entre os nomes da lista

O site Mundo Negro, em parceria com a L’Oréal Brasil e Mover – Movimento pela Equidade Racial, elegeu as 10 mulheres negras brasileiras de maior destaque no país em 2022. A lista, chamada “Mulheres Negras Transformando Histórias”, foi realizada em celebração ao Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, celebrado no dia 25 de julho.

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A seleção foi feita por Silvia Nascimento, CEO e editora-chefe do Mundo Negro, e teve como critério impacto social e relevância dentro de suas respectivas comunidades. O intuito é reforçar a importância da data e evidenciar mulheres negras em diversas áreas de atuação.

“Assim como outras listas feitas por publishers, nós, como jornalistas, mais do que ninguém temos acessos a dados e informações que nos permitem elencar esses 10 nomes usando os critérios que usamos em tudo que entregamos para o nosso público. Pesquisamos, conversamos com pessoas, vimos a forma como essas mulheres ocupam ou criam espaços que têm mudado a história delas, e de quem convive com elas seja profissionalmente, seja pessoalmente. O reconhecimento de nomes não tão conhecidos também foi um dos critérios”, diz Silvia.

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Conheça as homenageadas no carrossel abaixo!

 

Monica Anjos - Estilista e empresária. Tem trajetória de sucesso no mercado de moda afro com uma grife que leva seu nome. Foi indicada ao Prêmio Prime 2015 entre as 10 melhores marcas de Salvador na categoria Roupas Femininas; também recebeu também, o Troféu Mama África. Em 2022, estreou nos desfiles da Casa de Criadores. Foto: Reprodução

 

Raquel Virgínia - Cantora, CEO e Fundadora da Agência Nhaí! Foi duas vezes indicada ao Grammy Latino. Sua startup oferece consultoria de diversidade para empresas com foco na inclusão de pessoas trans nos setores de inovação de empresas e produtos. Foto: Renan Ramos/Reprodução

 

Marcia Silveira - Head de Diversidade e Inclusão da L’Oréal. Tem mudado a maneira como o mercado de beleza se relaciona com mulheres negras. Tem mais de 20 anos de experiência na área de comunicação e marketing, com foco no segmento beauty. Foto: Mundo Negro/Reprodução

 

Rita Oliveira - Head de Diversidade, Equidade e Inclusão e Líder do grupo de funcionários negros do Coletivo T'Challa, da The Walt Disney Company. Trabalha há 25 anos com vendas, desenvolvimentos de produtos, promoções e parcerias e diversidade e inclusão. Foto: Mundo Negro/Reprodução

 

Luciene Malta Rodrigues - Gerente de Marketing da Coca-Cola. Tem MBA em Ciências do Consumo e é referência no setor. Também foi Analista de Merchandising na L’Oréal. Foto: Mundo Negro/Reprodução

 

Michele Salles - Head de Diversidade e Inclusão e Saúde Mental América do Sul da Ambev. É fundadora do Carreira Preta, que transforma negócios, economia e sociedade em espaços mais diversos. Tem mais de 15 anos de carreira em gestão de pessoas e entregou mais de 20 programas de liderança. Foto: Linkedin/reprodução

 

Patrícia Santos - CEO fundadora da EmpregueAfro, principal consultoria de RH do Brasil focada em diversidade étnico-racial e expertise em Treinamento, Recrutamento & Seleção para acompanhar e mentorar profissionais negros pós contratação. Foi a primeira a abordar inclusão de negros no mercado de trabalho no mundo corporativo. Foto: Caroline Lima/Reprodução

 

Katleen Conceição - Dermatologista referência em pele negra. Pioneira em estudos sobre a pele do Brasil, é uma das primeiras médicas negras a ter destaque na mídia. É chefe do Ambulatório de Pele Negra da Santa Casa de Misericórdia do RJ. Foto: Unifeso/Reprodução

 

Ana K Melo - Head de Diversidade & Inclusão e sócia da XP Inc. É TEDx Speaker, palestrante e criadora de conteúdo nas redes sociais. Compartilha as experiências de mulher negra e com deficiência em uma das maiores empresas de investimento da América Latina. Foto: Mundo Negro/Reprodução

 

Juliana Oliveira - Fundadora da Agência Oliver Press. Desde 2015 amplia o tema diversidade em grandes corporações com o trabalho de relações públicas e assessoria de imprensa. Nos últimos 10 anos, atuou na comunicação de mais de 300 startups. Foto: Mundo Negro/Reprodução

 

Fonte: IG Mulher

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Laura Keller mostra como recuperou forma física pós-gravidez

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A atriz Laura Keller
Instagram/Reprodução

A atriz Laura Keller

A atriz Laura Keller mostrou nas redes sociais o antes e depois pelo qual o corpo dela passou depois de dar à luz Jorge Emanuel, 2, seu primeiro filho. Ela chegou a ganhar 23 kg e diz ter tido receio de não conseguir voltar à forma física de antes da gravidez.

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Em vídeo publicado no Instagram nesta sexta-feira (12), Laura fez um desabafo sobre as frases desmotivacionais que recebeu e postou momentos em que se exercita e tenta colocar uma peça de roupa que tinha antes da gestação.

“Na gravidez engordei 23kg. De 63kg para 86kg. Minhas roupas não entravam em mim, estava inchada e com retenção. Diziam que eu não ia conseguir, porque depois que tem filho, o corpo não volta. Realmente mudou, ser mãe me deixou melhor, mais maravilhosa, madura, segura, mulher”, escreveu.

Ela conta ainda que as mudanças do corpo não a desanimaram. “Um antes e depois com muito amor e satisfação. Amei cada momento do meu corpo na gestação e puerpério. Aproveitei cada fase, tive muito bom humor. Mas quando sabemos até onde podemos chegar, o foco vem e agimos para conquistar. Se ame muito sempre e corra atrás do que te faz bem e feliz”, escreveu Laura, que recebeu diversos comentários e elogios.

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Fonte: IG Mulher

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Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia

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Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres
Foto: Reprodução/Freepik

Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres

O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.

Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.

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Anorgasmia

O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. 

Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: “Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.

Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.

Foto: Reprodução/Freepik

“O orgasmo traz relaxamento para as mulheres”, afirma médica

Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.

Causas

Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.

Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  

“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros
Foto: Reprodução/Pixabay

Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros

“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.

A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.

Tratamento

Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.

Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.

Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.

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Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.

A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento
Foto: Reprodução/Freepik

Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento

A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.

“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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