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Educação

Sisu: inscritos podem conferir se foram selecionados

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Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 2º semestre de 2020 estão disponíveis para os 424.991 candidatos que disputam as vagas distribuídas em 57 instituições públicas de educação superior no país. O Sisu do segundo semestre de 2020 teve 814.476 inscrições para um total de 51.924 vagas disponíveis. Os candidatos poderiam se candidatar para até duas vagas. 

Os candidatos podem fazer a consulta individualmente no site https://sisu.mec.gov.br/#/ e clicar em Ver Meu Boletim. Também há a possibilidade de conferir a lista dos candidatos pela instituição e curso selecionados em Lista De Selecionados 

O prazo para matrícula na instituição em que o candidato foi selecionado pela 1ª ou 2ª opção abrirá nesta quinta-feira (16) e será encerrado na terça-feira (21). Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções nesta chamada pode participar da lista da espera até o dia 21 de julho. Nesse caso, é preciso manifestar interesse em participar da lista de espera e só poderá escolher uma das duas opções escolhidas anteriormente. O resultado da lista de espera será divulgado pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 24 de julho. 

Balanço

As regiões que registraram maior quantidade de inscrições foram: Nordeste (345.902) e Sudeste (329.079), seguidas do Sul (94.361), Norte (30.376) e Centro-Oeste (14.758). A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi a que recebeu mais inscrições,  com 72.526, seguida de Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com 55.281 e Universidade Federal Fluminense (UFF), com 51.050. 

Os cursos mais concorridos foram medicina, que tem 1.395 vagas e registrou 154.466 inscrições (110,73 inscrições por vaga); design de interiores, com 20 vagas e 1.481 inscrições (74,05 inscrições por vaga); e ciência de dados e inteligência artificial, que nesta edição abriu 3 vagas e computou 183 inscrições (61 inscrições por vaga).  

Intituições com maior número de inscritos:

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 72.526
Universidade Federal do Maranhão (UFMA) 55.281
Universidade Federal Fluminense (UFF) 51.050
Universidade Federal da Bahia (UFBA) 44.463
Universidade Federal do Piauí (UFPI) 34.722
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) 30.725
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) 30.095
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) 27.812
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) 27.722
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) 27.041

Edição: Fábio Massalli

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Educação

Alunos do ensino médio público voltam às aulas presenciais no Amazonas

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Cerca de 110 mil alunos do ensino médio de 123 escolas da rede pública do Amazonas retornam hoje (10) às aulas presenciais. De acordo com o governo do estado, foram adotadas medidas de prevenção à disseminação do novo coronavírus, como protocolos de distanciamento social, o uso obrigatório e adequado de máscaras de proteção, aferição de temperatura e disponibilização de álcool em gel nas salas e áreas comuns das unidades.

Ao longo da semana, a Secretaria de Educação e Desporto fará a distribuição de duas máscaras de pano para os alunos que estudam um turno e quatro para os que estudam em tempo integral. De acordo com a pasta, também foram reduzidos em 50% o número dos estudantes nas aulas presenciais.

Na entrada das unidades ainda foram instaladas pias para lavagem das mãos com água e sabão e tapetes sanitizantes para higienização de calçados. O governo também orienta os alunos a estarem atentos aos cuidados de higiene no deslocamento de casa à escola e da escola para casa.

Nas salas de aula, as carteiras foram colocadas a uma distância de 1,5m umas das outras e nos refeitórios somente devem ser ocupados os assentos sinalizados nas mesas. O protocolo de distanciamento é obrigatório em todas as dependências da escola, inclusive banheiros. De acordo com o governo estadual, funcionários e voluntários auxiliarão os estudantes em todas as movimentações dentro da escola.

A previsão de retorno presencial para os estudantes do ensino fundamental (anos iniciais e finais) na rede pública do Amazonas é 24 de agosto.

Justiça

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) chegou a ingressar com ação na Justiça para impedir a volta das aulas presenciais, mas o pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. O Sinteam informou que vai recorrer da decisão.

De acordo com a entidade, as escolas não estão preparadas para receber alunos e trabalhadores com a devida segurança em plena pandemia de covid-19. Em nota, o Sinteam argumenta que há unidades que não têm janelas nas salas de aula, impedindo a circulação do ar, e há turmas que, mesmo divididas por blocos, continuam lotadas com 28 alunos. “Os professores receberam apenas uma máscara. Em alguns locais ainda não chegou termômetro, álcool, nem tapete sanitizante e só há duas pias para atender, em média, 300 estudantes”, informou, entre outras preocupações.

Covid-19 no estado

De acordo com o boletim divulgado ontem (9) pelo governo do estado, foram confirmados mais 522 casos de covid-19 no Amazonas e o total chega 106.950 pessoas que já foram contaminadas pelo novo coronavírus. O boletim aponta ainda que 12.989 pessoas estão sendo acompanhadas atualmente, ou seja, são casos confirmados nos últimos 14 dias, que se encontram internados ou em isolamento domiciliar.

Também foram confirmados mais quatro óbitos pela doença, três ocorridos nas últimas 24 horas e um, mais antigo, que teve confirmação diagnóstica, elevando para 3.359 o total de mortes no estado. Outros 19 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) estão sendo acompanhados, 18 estão em investigação epidemiológica e um aguardando o resultado laboratorial.

Edição: Lílian Beraldo

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Educação

Prefeito de SP diz que volta às aulas na capital não tem data definida

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A volta às aulas na rede municipal de ensino de São Paulo ainda não tem uma data definida para ocorrer, disse hoje (7) o prefeito da capital paulista, Bruno Covas. Segundo ele, o retorno presencial poderá ocorrer a partir de 7 outubro, mesma data definida para o retorno pelo governo do estado, nos meses seguintes, ou até em 2021.

“Nós estamos aqui analisando os dados para tomar com toda cautela, com toda tranquilidade. Nós estamos preparando a rede municipal para retomada, seja ela em outubro, novembro ou dezembro, ou no ano que vem”, disse em encontro online realizado hoje com empresários.

Covas ressaltou que a data do retorno das aulas será decidida pela área da saúde da administração municipal, e que uma pesquisa sorológica com amostra representativa de estudantes está sendo feita para embasar a decisão. O levantamento pretende avaliar o grau de incidência e a transmissibilidade entre os alunos.

“Vocês imaginem em uma sala de aula, com 40 alunos, que até hoje as escolas não conseguiram segurar o piolho, como é que você vai conseguir segurar o vírus do coronavírus? Enquanto a gente não tiver total tranquilidade de que é o momento apropriado, não é pressão do grupo A, não é o interesse do grupo B que vão definir a data de retorno às aulas”, disse.

O prefeito destacou que a rede municipal está sendo preparada para o momento da retomada das aulas, e que a prefeitura já aprovou, na Câmara Municipal, uma lei que dá a possibilidade de a administração contratar vagas de ensino infantil nas escolas particulares para alocar alunos da rede pública.

“Se houver um aumento de procura nas escolas públicas, nós não vamos deixar as pessoas na fila. Nós vamos comprar vaga na escola privada, e vamos colocar esse aluno lá. Pelo mesmo preço unitário que eu tenho hoje de investimento no aluno do ensino infantil ou na pré-escola”, afirmou Covas.

Fase 4

Bruno Covas também que a expectativa da prefeitura é que o município consiga entrar na quarta fase de abertura do Plano São Paulo na segunda quinzena de setembro. A quarta fase é a etapa Verde do plano de reabertura do estado, e prevê um menor número de restrições para a realização de atividades que envolvam aglomeração de pessoas.

De acordo com o prefeito, a cidade está há nove semanas consecutivas com diminuição no número de óbitos causados pela covid-19. “A cidade que chegou a ser responsável por 90% das mortes do estado, hoje tem 42% dos óbitos no estado de São Paulo. A gente vem em nove semanas consecutivas reduzindo o número de óbitos apesar de a gente já ter, há praticamente dois meses e meio, iniciado o processo de reabertura”.

Edição: Wellton Máximo

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