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Sistema CNA/Senar recebe reunião nacional do Plano ABC

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O Sistema CNA/Senar recebe até a próxima quinta-feira (13) a reunião nacional do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para revisar diretrizes e debater as prioridades para a próxima fase.

O Plano ABC foi criado em 2010 como uma iniciativa setorial de mitigação e adaptação às mudanças climáticas para consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura.

“Estamos terminando uma fase e precisamos apresentar um relatório dos avanços e o quanto a agropecuária está contribuindo com essa missão. Vamos avaliar os principais resultados e os desafios que existem pela frente, além de fazer o planejamento para a próxima fase”, explicou Elvison Nunes, coordenador-geral de Mudanças Climáticas do Mapa.

No Plano ABC estão previstas diversas ações como capacitação de técnicos e produtores, transferência de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, regularização fundiária e ambiental e linhas de crédito para fomento à produção sustentável.

De acordo com Nunes, a primeira fase do Plano, de 2010 a 2020, teve resultados muito positivos porque demonstrou o interesse do produtor em investir em tecnologias mais sustentáveis. Segundo dados do Ministério, já foram investidos mais de R$ 17 bilhões por meio do Programa ABC, linha de financiamento criada dentro do Plano.

“Isso tem um significado muito grande, estamos promovendo tecnologias que elevam a renda do produtor rural, porém, com sua implantação, ela torna a atividade do produtor mais sustentável, adaptada e consequentemente mais resiliente.”

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) é um dos parceiros do Ministério na execução do Plano ABC. Uma das iniciativas é o Projeto ABC Cerrado, que promove a capacitação do produtor em quatro tecnologias de baixa emissão de carbono e leva assistência técnica e gerencial a propriedades de oito estados do bioma, com foco na geração de renda e na redução das emissões dos gases de efeito estufa.

“Dentro das ações do Plano, o Senar leva informações para os produtores e incentiva a adoção de tecnologias sustentáveis de produção. Essas tecnologias incrementam a renda do produtor e trazem benefícios ambientais indiretos, como o sequestro de carbono na recuperação das pastagens, por exemplo,” afirmou Mateus Tavares, coordenador do Projeto ABC Cerrado.

Além do ABC Cerrado, o Senar irá desenvolver o Projeto Paisagens Rurais ao lado do Mapa, que é voltado para a recuperação produtiva e ambiental do Cerrado. De acordo com Tavares, essa parceria é importante para o Senar e deve se estender em projetos futuros, como levar as tecnologias ABC também ao Bioma Caatinga, que sofre com períodos prolongados de estiagem.

Nova fase

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O coordenador-geral de Mudanças Climáticas do Mapa, Elvison Nunes, ressaltou que na nova fase do Plano ABC, o Ministério pretende focar no desafio brasileiro de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 37%, até 2025 e 43% até 2030, em relação aos níveis de 2005. Estas metas foram definidas em Paris, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 21) em 2015. O Acordo de Paris começa a vigorar em 2020.

 *Com informações da Assessoria de Comunicação CNA

 Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agrofoco é lançado e traz dados setoriais e econômicos da agropecuária nacional

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Com informações setoriais e indicadores econômicos, a Secretaria de Política Agrícola (SPA) lança o informe Agrofoco. Elaborado pela equipe do Departamento de Estudos e Prospecção, os dados serão atualizados mensalmente com a consolidação de indicadores setoriais do PIB da Agropecuária, PIB do Agronegócio, números da exportação, da produção de grãos e Valor Bruto da Produção, entre outros resultados.

 Já os indicadores econômicos incluem o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), taxa de câmbio e da Selic, o percentual de crescimento do PIB, o saldo da balança comercial e o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

De acordo com o coordenador-geral de Suporte Econômico do Mapa, Marcelo Guimarães, “o objetivo do informe é disponibilizar ao público um instrumento ágil de consulta a um conjunto sintético dos principais dados e projeções econômicas e setoriais de interesse da agropecuária brasileira para auxiliar a tomada de decisões, tendo como diferencial sua característica prospectiva”.

O Agrofoco será publicado no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em publicações da SPA.

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Confira o link: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/politica-agricola/todas-publicacoes-de-politica-agricola/agrofoco

 
Mais informações à Imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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CAFÉ/CEPEA: Preço do arábica sobe mais de R$ 27/sc em sete dias

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Cepea, 26/6/2019 – Os preços domésticos do café arábica subiram significativamente nos últimos dias, impulsionados pela expressiva recuperação externa e pelo avanço do dólar frente ao Real. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 424,04/saca de 60 kg, alta de fortes 6,8% (ou 27,24 reais por saca) em relação à terça-feira anterior, 18. Segundo colaboradores do Cepea, agentes seguiram mais ativos no mercado, possibilitando o fechamento de negócios. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), a valorização dos futuros do café arábica foi reflexo de fatores técnicos e preocupações quanto ao clima no Brasil. Para o robusta, os preços domésticos também foram impulsionados pela alta externa da variedade. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, fechou a R$ 291,29/sc de 60 kg, 4,1% superior ao da terça-feira anterior, 18. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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