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Sinfra anuncia restauração da MT-270 entre Juscimeira e Rondonópolis

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Foto: SANDRA LUCIA RODRIGUES COSTA

Na tarde de terça-feira (23), o secretário de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra-MT), Marcelo Padeiro, se reuniu com o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) e o prefeito de Juscimeira (MT), Moisés dos Santos, para informar que, nos próximos dias, será liberada a ordem de serviço para a restauração de parte da MT-270. Este trecho, de aproximadamente 27 km, está localizado entre o distrito de São Lourenço de Fátima, em Juscimeira, com o entroncamento das BR-163 e BR-364, em Rondonópolis (MT).

De acordo com o parlamentar, havia um grande anseio da população por melhorias da MT-270 que é uma estrada com grande movimento de veículos. Ele aponta que recebe demandas também relacionadas a outras rodovias que estão interligadas à Rondonópolis, como as MT-040, MT-469 e MT-471. “As condições estão péssimas nestas rodovias. Quando não são os grandes buracos no asfalto, são os matos que interferem na visão dos condutores de veículos e que tampam as placas de sinalização. Isso tudo coloca em risco a integridade física de nossos motoristas”, afirma Claudinei.

“A ordem de serviço sai agora. Espero que daqui uns 45 dias tenha obra para todo lado. Estou esperando a chuva cessar”, informou o secretário de Infraestrutura.

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O prefeito Moisés conta que há anos são esperadas providências quanto à situação que, praticamente, se tornou um caso de calamidade pública. “A gente já tinha procurado a Sinfra há algum tempo e a secretaria já tinha feito um compromisso com a gente para fazer os tapa- buracos”, lembra o gestor municipal.

Ele recorda que em 2008, participou da inauguração de uma pavimentação asfáltica no distrito, feita pela Sinfra e, que a antiga gestão estadual, havia anunciado a ordem de serviço para a MT-270. “Este momento, me fez reviver o que passei anos atrás. Tivemos que entrar com o decreto de calamidade pública este ano, reconhecido aqui no município e, em Brasília, pois a situação estava insustentável”, pontua.

Moisés explica que os municípios tiveram que criar a Defesa Civil municipal, cujo decreto elaborado foi apresentado para a Superintendência de Defesa Civil que está subordinada à Secretaria de Estado das Cidades e, seguiu para avaliação e foi reconhecido pela esfera federal.

Decreto – O decreto de calamidade de Juscimeira que fica a uma distância de cerca de 156 km da capital Cuiabá, fez com o que o governo do estado de Mato Grosso aplicasse essa medida de emergência não só para este município, como, também, mais cinco cidades, no dia 3 de abril de 2019. Um dos motivos são os estragos nas rodovias causados pelas intensas chuvas registradas nos últimos meses.

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Anel Viário – Em relação ao anel viário de Rondonópolis, Padeiro esclareceu que no momento não é possível liberar uma ordem de serviço, ainda mais que nem a gestão municipal como a defesa civil não apontaram que as condições da via asfáltica se encontram em calamidade pública. “Hoje, a única obra que eu não tenho condições de dar ordem de serviço é o anel viário de Rondonópolis, que ainda vou licitar. Naquela rodovia, eu já teria feito um chamado de três, quatro empresas para me dar o orçamento e eu já mandava para frente. Vou ter que licitar e vai demorar uns 60 dias”, explica o secretário.

Vale ressaltar que no dia 12 de março, o deputado Claudinei apresentou indicação à Sinfra, em sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sobre a necessidade de reparo e restauração do Anel Viário Conrado Salles Brito, que liga a rodovia BR-364 às rodovias MT-270 e MT-130, em Rondonópolis.

Fonte: ALMT
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Malouf admite ter administrado caixa 2 na campanha de Taques junto com ex-secretário

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De acordo com o empresário, ele recebeu R$ 260 mil de R$ 3 milhões investidos na campanha

O empresário Alan Malouf admitiu em depoimento prestado nesta segunda-feira (19) à delegada Ana Cristina Mendes na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que foi o responsável ao lado do ex-secretário Júlio Modesto por operar caixa 2 na campanha eleitoral de 2014 que elegeu Pedro Taques (PSDB) governador do estado. O depoimento faz parte da ação penal que apura irregularidades na Secretaria Estadual de Educação (Seduc) por meio de pagamento de propina por empresários em troca licitações para construção e reforma de escolas no valor de R$ 56 milhões.

Ele informou que o grupo seria composto por três núcleos: de agentes públicos, de operações e de empresários. Estes último, eram responsáveis por angariar o recurso, de forma ilegal, para a campanha de Taques. Modesto, segundo Malouf, era o responsável por recolher o dinheiro junto aos empresários para pagar as dívidas da campanha.

Malouf afirmou ainda que aceitou participara do esquema apenas pra tentar recuperar o dinheiro que havia investido na campanha do tucano. “Dos “R$ 10 milhões investidos na campanha, recebi somente R$ 260 mil, sendo R$ 3 milhões meus e o restante de mais 3 empresários”.

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Questionado se Taques sabia do esquema, o empresário garantiu que sim. “Pedro Taques sabia, inclusive da Seduc, é natural ele negar”.

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MP vê crime de coação de ex-secretário contra delegado e juiz envia inquérito para a Sétima Vara

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Flávio Stringueta chegou a registrar um boletim de ocorrência contra Rogers por ameaça de morte em 2017

O juiz João Bosco Soares da Silva, da Décima Vara Criminal, encaminhou para a Sétima Vara Criminal de Cuiabá um inquérito que investiga o delegado Rogers Jarbas por crime de coação no curso de processo por supostamente tentar atrapalhar as investigações sobre o esquema de grampo ilegais que ficou conhecido por “Grampolandia Pantaneira” quando ela atuava com secretário estadual de Segurança Pública.

Em março do ano passado, Jarbas foi acusado pelo delegado Flávio Stringueta de ameaça de morte no estacionamento de um supermercado em Cuiabá. Stringueta atuou na investigação do caso dos grampos.

“No tocante aos fatos ocorridos nas dependências do Supermercado Big Lar, constata-se a presença de indícios suficientes a caracterizar a prática do crime de coação ao curso do processo, cujo inquérito primitivo tramita perante o Superior Tribunal de Justiça em razão da avocação do feito que apura a denominada ‘Grampolândia Pantaneira’, onde um dos investigados é a pessoa de Rogers. Chega-se a esta conclusão (de que a tipificação adequada é de coação ao curso do processo) a partir das informações colhidas no curso da investigação, a revelar que a investida do ex-secretário Rogers em tentar conversar com o Flávio Stringueta teve como plano de fundo o fato deste último ter atuado diretamente no caso dos ‘grampos clandestinos’ (na modalidade barriga de aluguel), ocorridos no berço do Poder Executivo deste Estado”, diz trecho do parecer no Ministério Público Estadual (MPE).

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Roger Jarbas foi preso em setembro de 2017, durante a dedflagração da “Operação Esdras”, por suposta tentativa de atrapalhar as investigações sobre os grampos ilegais em Mato Grosso. Há indícios de que o ex-secretário, além de tentar atrapalhar a investigação, também cometeu abuso de autoridade, usurpação de função pública, denúncia caluniosa e prevaricação.

Além de Roger Jarbas, foram presos o coronel Airton Siqueira (secretário de Justiça e Direitos Humanos), coronel da PM Evandro Alexandre Lesco, Helen Christy Carvalho Dias Lesco (mulher de Lesco), Paulo Taques (ex-secretário chefe da Casa Civil), o sargento PM João Ricardo Soler e o empresário José Marilson.

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