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Economia

Sine oferece 1,3 mil vagas de emprego para Mato Grosso nesta semana

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Interessados precisam manter cadastro atualizado para concorrer às vagas ofertadas pelo Sine

O Sistema Nacional de Empregos (Sine) oferece 1.330 vagas de emprego em Mato Grosso. As vagas estão distribuídas em 26 municípios, contando com a Capital. Os interessados devem procurar uma unidade do Sine mais próxima para verificar a disponibilidade das vagas.

Conforme o painel de vagas, os municípios com mais oportunidades são Lucas do Rio Verde (269 vagas), Sapezal (155 vagas) e Rondonópolis (134 vagas). Em Cuiabá e Várzea Grande, são 98 oportunidades de emprego para as áreas de: auxiliar de manutenção predial, cozinheiro geral, peixeiro (comércio varejista), tapeceiro geral e operador de empilhadeira. Já para as pessoas com deficiência (PDCs), há 20 vagas abertas, incluindo as áreas de servente de limpeza, analista contábil, estoquista e técnico de enfermagem.

A superintendente de Promoção do Trabalhador da Setasc, Michelle Pedroso, ressalta a importância de conferir a disponibilidade das vagas que são ofertadas à população diariamente.

“O balcão de vagas é disponibilizado toda semana para a população, mas os empregos são diariamente preenchidos. Por este motivo é preciso que o candidato fique atento. Pedimos também para aqueles que já possuem o cadastro que os mantenham atualizados”, disse.

Atendimento

Além do trabalho de intermediação de mão-de-obra, o Sine realiza os serviços de habilitação do seguro desemprego, emissão da carteira de trabalho e previdência social.

O horário de atendimento do Sine nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga, CPA I, em Cuiabá, e Cristo Rei, em Várzea Grande, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Ganha Tempo do Várzea Grande Shopping, é de 10h às 18h.

 

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Economia

Ministério da Economia volta atrás e diz que participou da negativa à Pfizer

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Ministério da Economia
Agência Brasil

Ministério da Economia

A equipe do Ministério da Economia admitiu à CPI da Covid que omitiu documentos num primeiro momento. A pasta disse que “realizou uma nova busca nos arquivos” e encontrou e-mails trocados com a Casa Civil tratando da MP que buscava facilitar a compra de vacinas.

Segundo apuração da revista Veja, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não participou das tratativas. O ministério é acusado de aconselhar o veto às vacinas por conta do teto de gastos. 

Uma das exigências da farmacêutica era que o governo precisaria assumir os riscos e custos de eventuais efeitos adversos. Esse dispositivo foi retirado da MP publicada em janeiro. Guedes diz ter tomado conhecimento dela só em março, mas os papéis da CPI mostram que ele  participou da discussão da minuta da MP em dezembro.

Nos e-mails recuperados, a Economia aparece recomendando o veto à Pfizer por causa da possibilidade de responsabilização de possíveis efeitos colaterais.  “Todos que, porventura, sofrerem efeito reverso da vacina acionarão o Estado (até febre), e por consequência o servidor que responde em regresso. Regra temerária”, dizia o texto.

Guedes deve ser convocado para depor na CPI assim que os trabalhos forem retomados após o recesso. O relator, senador Renan Calheiros, disse ao site Metrópoles que a convocação dele, é “imprescindível”.


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Economia

SP: prefeito sanciona cobrança extra para aplicativos como Uber e iFood

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Prefeito Ricardo Nunes
MARCELO PEREIRA / SECOM

Prefeito Ricardo Nunes

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que autoriza uma cobrança extra para aplicativos de entrega e transporte de passageiros. Proposta de autoria dos vereadores Milton Leite e Adilson Amadeu (DEM) pede que os aplicativos paguem uma taxa por quilometragem rodada ou corrida realizada. 

Apesar do valor da tarifa ainda não ter sido definido, os vereadores defendem que seja de R$ 2,00. O projeto é uma tentativa de proteger a cidade de empresas que pagam Imposto sobre Serviços (ISS) em outras cidades.

A lei segue sendo apenas autorizativa, e não significa que a taxação será posta em prática. 

“Tem uma questão muito importante de ser observado de que não é uma emenda que obriga a prefeitura a fazer qualquer cobrança de taxa. É uma emenda autorizativa, ela diz o seguinte: ‘autoriza a prefeitura a fazer…’. A gente pode fazer ou não fazer. Então, não teria por que vetar, uma vez que é uma lei que só me autoriza se for necessário fazer”, disse o prefeito.

Associações, empresas e representantes de motoristas de aplicativos se posicionaram contra a medida. A expectativa é que, se passar a valer, as entregas por aplicativo fiquem mais caras e o lucro de motoristas parceiros caia.

“A medida – em tempos de crise sanitária e econômica – pode onerar mais os consumidores, reduzir a renda de parceiros e impactar negativamente toda a economia local”, afirmou, em nota, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).

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