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Opinião

SILVANA DOS S. BARBOSA LIMA – ( Artigo Científico) – Criança aprende ciências brincando e fazendo descobertas

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É uma grande dificuldade no ensino das ciências dentro das instituições de educação infantil, devido à fragmentação dos conteúdos aplicados em sala. O interesse das crianças pelos conteúdos, só e por elas aguçado quando a uma ligação direta as suas vivencias. No entanto, os trabalhos lúdicos contribuem muito para a prática em sala de aula, contexto este que é de grande valia para as crianças, aprender enquanto brincam.  Objetivou-se neste artigo discutir como trabalhar o ensino das ciências por meio da ludicidade, deixando as atividades de ciência mais prazerosa e instigante, e não fria e distante da realidade das crianças. Foram realizadas revisões bibliográficas e do projeto de pesquisa, além da participação de seminário para exposição do projeto de pesquisa. Considerando esta visão na educação infantil, e a formação das crianças numa perspectiva mais ampla em sua constituição, aceitando suas particularidades e a sua realidade.                                                                                              O artigo visa nos auxiliar na busca de novas metodologias a serem aplicadas em sala de aula, após a finalização do nosso curso de graduação.

PALAVRAS CHAVES: Estudo das Ciências; Educação Infantil; Ludologia.

O presente artigo tem a finalidade de abranger a importância dos estudos da ciência na educação infantil. Enfatiza com o lúdico favorecendo na aprendizagem da criança, contribuindo para aguçar suas curiosidades, indagações, referentes a assuntos relacionados à natureza, ao homem, a tecnologia, ao planeta e diversos outros assuntos que refere ao nosso cotidiano.                                                                                                                               O ensino da ciência deve partir do conhecimento do cotidiano levando a aprender o conteúdo cientifico. Ajudando a criança a desenvolver de maneira lógica e racional, facilitando o desenvolvimento de sua razão e de fatos relacionados a seu cotidiano. O não desenvolvimento das atividades relacionadas à ciência na educação infantil é ignorar esse processo, abandonando a criança os seus próprios pensamentos.                                                               Portanto faz-se necessário à busca de metodologia que auxiliem o professor no ensino dos estudos da ciência, de forma que sejam integradas as diversas disciplinas e conteúdos. Onde os livros didáticos não seja o único instrumento de trabalho do professor, mas sendo integrada ludicidade e outras formas que contribuem para o processo de ensino aprendizagem.                                                         Com a metodologia de pesquisa bibliográfica e revisão do projeto de pesquisa, realizamos a construção de conceitos baseados em teóricos como Emilia Ferreiro que nos ajudou a compreender o processo de ensino. No RCNEI buscamos informações sobre o desenvolvimento da criança orientações didáticas para o professor e os conteúdos condizentes a cada faixa etária. Em relação à formação do docente partimos da sua formação, na qualificação de seus estudos, como sendo essencial a qualificação continua, pois o professor e para a criança o técnico transmissor de conhecimento.

2.0 O lúdico e o ensino das ciências.

Ao brincarem as crianças vão construindo sua identidade e autonomia, e em contato com outras crianças começam a confrontar seus pontos de vista e expondo suas opiniões. E neste contexto onde o brincar passa ser de extrema importância para a aprendizagem, pois enquanto brincam as crianças expressam suas emoções por meio do faz-de-conta.

A brincadeira não e apenas um mero passatempo, mas sim um momento onde a criança toma consciência de si, compreende o mundo e relaciona-se com o outro. A ludicidade torna-se necessária para o desenvolvimento integral da criança, pois através das atividades lúdicas ela forma conceitos, seleciona as idéias, faz estimativas compatíveis com o seu desenvolvimento e o mais importante vai se socializando e apropriando-se da cultura. Para Wajkop “as crianças ao brincar vão construindo a consciência da realidade ao mesmo tempo em que já vive uma possibilidade de modifica – lá”.

[…] A brincadeira infantil pode constituir-se em uma atividade em que as crianças, sozinhas ou em grupos, procuram compreender o mundo e as ações humanas das quais se inserem cotidianamente. […] (Wajskop, 1997, p.33).

Para autora, a aprendizagem só ocorrerá dentro das instituições de educação infantil se for priorizado para as crianças momentos onde o faz-de-conta e as brincadeiras sejam realizadas visando à aquisição de conhecimento. Sendo assim, o contato que a criança tem com as ciências dentro da escola, auxilia no processo de desenvolvimento. No entanto, o professor necessita compreender que as iniciativas de incentivo aos estudos das ciências dentro da escola dar-se-à por meio da ludicidade, colocando em prática atividades que preserve a natureza, com experiências de campo, aulas em laboratórios, estudos que partam dos interesses das crianças suas curiosidades e necessidades.

Segundo o referencial curricular da educação infantil (RCNEI);

As atividades que permitem observar e lidar com transformações decorrentes de misturas de elementos e materiais são sempre interessantes para as crianças pequenas. Elaborar receitas culinárias, fazer massas caseiras, tintas que não sejam tóxicas ou mais diversas misturas pelo simples prazer do manuseio são possibilidades de trabalho. Portanto oferecer materiais, como terra, farinha, pigmentos, entre outros materiais, que misturados entre si ou com diferentes meios, como água, leite, óleo, etc., passam por processos de transformação, ocasionando diferentes resultados, proporcionando às crianças experiências interessantes. (1998, p.179).

Nesta perspectiva, ao observarem pequenos animais no jardim da escola ou de sua casa com ajuda de lente de aumento, montar e desmontar brinquedos, misturar lápis de cor em água na tentativa de produzir tintas, tudo isso e muitas outras ações que a criança realiza enquanto brinca são iniciativas que, incentivadas aumenta o interesse da criança pela ciência, e essas brincadeiras são para elas a própria ciência. Desta forma, o ensino das ciências possibilita as crianças a brincadeiras de cientistas, experimentações e vivencias de sua realidade.

O educador tem a oportunidade de criar condições para que a criança aprenda ciências por meio da ludicidade possibilitando a exploração do mundo e favorecendo a construção do conhecimento. Para isso é necessário que o professor compreenda a produção, a natureza, a evolução das ciências e da sociedade. A partir dessas concepções o professor terá oportunidades de oferecer a seus alunos melhores condições para compreensão das questões referentes a ciências. De acordo com o RCNEI o educador possibilita o conhecimento de hábitos e costumes de diversas culturas.

Os recursos utilizados pelos professores não precisam ser necessariamente materiais didáticos tampouco circunscritos àquilo que a instituição possui. […]

(1998, p.162, p.198)

É possível perceber que as aulas na educação infantil, não devem se limitar a quatro paredes e aos livros didáticos, mas sim, levar para a realidade das crianças possibilidades de descobertas e experiências, incentivando-as, a partir dessas atividades para que novos cientistas, físicos, engenheiros, químicos, biólogos entres outras profissões que ajudem no desenvolvimento da sociedade. 2.0  DESENVOLVIMENTO:

ESTUDO DA CIÊNCIA DENTRO DA ESCOLA

O trabalho desenvolvido pela ciência tem o intuito de incentivar as crianças a entender que como a pesquisa da ao aluno o, respeito pela natureza e suas diferenças socioeconômicas e ambientais com o auxílio da escola e da comunidade, envolve-las em atividades que preserve a natureza e sua sustentabilidade, assim como: A prática das feiras de ciências sustentada pela aula de campo, pesquisa em laboratório fazendo com que as crianças tenham contato com outros objetos, não só com os livros didáticos ultrapassados. Para que a aprendizagem ocorra de forma prazerosa, assim o contato que a criança tem com a ciência dentro da escola, auxilia no processo de desenvolvimento de cada uma dela.

O educador tem a função proporcionar a criança nova experiências onde seus conhecimentos sejam ampliados, por meios de explicações sobres os seres, ambiente, substâncias ou outros assuntos, na tentativa de solucionar ou cria hipóteses de fatos ocorridos. Portanto o papel da escola e estimular a ciência sobre todos os aspectos, sair da sala de aula oferecendo aos alunos um ambiente que aguce sua curiosidade, valorização, desenvolvimento social.

Krasilchik (2004, p. 149-150) argumenta

que no ensino das Ciências, e mais especificamente

de Biologia, avaliações baseadas

em práticas de laboratório e campo

são escassas e ainda mais complexas. Os conteúdos devem ser tratados de

forma globalizada, valorizando as experiências

do cotidiano dos alunos, permitindo

a relação entre teoria e prática,

dando significado às aprendizagens realizadas

na escola, possibilitando que

estas sejam úteis na vida, no trabalho e

no exercício da cidadania.

Ao brincarem as crianças vão construindo a consciência da realidade ao mesmo tempo já vive uma possibilidade de modificá-la… A brincadeira infantil pode construir-se em uma atividade em que as crianças, sozinhas ou em grupos procuram compreender o mundo as ações humanas dos quais se inserem cotidianamente. (WAJSKOP, 1997, p.33).

O ensino da ciência nas instituições baseia-se em memorização e repetição condicionando o aluno a decorar formas e teorias sem incentivá-los a criar hipóteses sugestões e soluções para o problema apresentado.

A didática não procura trazer o ensino as vivencias do aluno, onde a aula limita-se em estudos de livros didáticos e os projetos e experiência das praticas muito pouco ou em alguns casos de escola que esta pratica não faz parte do currículo escolar.

Os assuntos trabalhados coma criança deve guardar relações especificas com os níveis de desenvolvimento das crianças em cada grupo ou faixa etária e também respeitar e propiciar a amplitudes das diversas experiências em relação ao eixo de trabalho proposto. Contudo as crianças podem estabelecer relações entre novos conteúdos e os conhecimentos prévios, esse processo possibilitará a elas modificarem seus conhecimentos prévios e ampliá-los ou diferenciá-los em função de novas informações, capacitando a realizar novas aprendizagens, tornando-a significativas. E, portanto função do professor considerar como ponto de partida para sua ação educativa, os conhecimentos que as crianças possuem, advindos das mais variadas experiências sociais, afetivas e cognitivas a que estão expostas.

Na educação infantil o ensino da ciência não se difere dos demais níveis escolares, o estudo das disciplinas e dada de forma fragmentada e os temas partem do interesse do professor e que o por muitas vezes torna-se irrelevante e sem significado, pois, não se baseiam nos conhecimentos prévios que elas possuem nas curiosidades perguntas e dificuldades por elas apresentado. Daí a necessidade do professor de criar oportunidades, para a criança interagir com diversos tipos de objetos, sons, odores e a existência de outros seres, na educação infantil a ciência pode ser inserida de forma lúdica por meios de brincadeiras possibilitando criança a exploração do mundo. Podem-se oferecer as crianças condições para a aprendizagem que ocorrem nas brincadeiras e aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais ou aprendizagem orientada pelo educador. É importante ressaltar, porem, que essas aprendizagens de natureza diversas ocorrem de maneira integrada no processo de desenvolvimento infantil de forma que possa contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser em estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso pelas crianças aos conhecimentos mais amplos da realidade cientifica, social e cultural.

A proposta do brincar a arte da concepção de que a criança deve estar inserida em um contesto educativo, que integra cinco áreas curriculares: saúde, relação humanas, ambiente, linguagens e expressão. Tais áreas indicam que a criança ao brincar desenvolve ao mesmo tempo, a saúde, socializa-se por meios de interação com os pares, exploram o ambiente que a rodeia, expressa seus pensamentos e cria formas próprias de expressão.

“WAJSKOP, 1997 ‘na brincadeira as crianças podem pensar e experimentar situações novas ao mesmo do seu cotidiano isenta das pressões situacionais”. Desta forma a dons. O trabalho desenvolvido pela ciência tem o intuito de incentivar as crianças a entender que como a pesquisa da ao aluno o, respeito pela natureza e suas diferenças socioeconômicas e ambientais com o auxílio da escola e da comunidade, envolve-las em atividades que preserve a natureza e sua sustentabilidade, assim como: A prática das feiras de ciências sustentada pela aula de campo, pesquisa em laboratório fazendo com que as crianças tenham contato com outros objetos, não só com os livros didáticos ultrapassados. Para que a aprendizagem ocorra de forma prazerosa, assim o contato que a criança tem com a ciência dentro da escola, auxilia no processo de desenvolvimento de cada uma dela.

O educador tem a função proporcionar a criança nova experiências onde seus conhecimentos sejam ampliados, por meios de explicações sobres os seres, ambiente, substâncias ou outros assuntos, na tentativa de solucionar ou cria hipóteses de fatos ocorridos. Portanto o papel da escola e estimular a ciência sobre todos os aspectos, sair da sala de aula oferecendo aos alunos um ambiente que aguce sua curiosidade, valorização, desenvolvimento social.

Citação

Ao brincarem as crianças vão construindo a consciência da realidade ao mesmo tempo já vive uma possibilidade de modificá-la… A brincadeira infantil pode construir-se em uma atividade em que as crianças, sozinhas ou em grupos procuram compreender o mundo as ações humanas dos quais se inserem cotidianamente. (WAJSKOP, 1997, p.33).

O ensino da ciência nas instituições baseia-se em memorização e repetição condicionando o aluno a decorar formas e teorias sem incentivá-los a criar hipóteses sugestões e soluções para o problema apresentado.

A didática não procura trazer o ensino as vivencias do aluno, onde a aula limita-se em estudos de livros didáticos e os projetos e experiência das praticas muito pouco ou em alguns casos de escola que esta pratica não faz parte do currículo escolar.

Os assuntos trabalhados coma criança deve guardar relações especificas com os níveis de desenvolvimento das crianças em cada grupo ou faixa etária e também respeitar e propiciar a amplitudes das diversas experiências em relação ao eixo de trabalho proposto. Contudo as crianças podem estabelecer relações entre novos conteúdos e os conhecimentos prévios, esse processo possibilitará a elas modificarem seus conhecimentos prévios e ampliá-los ou diferenciá-los em função de novas informações, capacitando a realizar novas aprendizagens, tornando-a significativas. E, portanto função do professor considerar como ponto de partida para sua ação educativa, os conhecimentos que as crianças possuem, advindos das mais variadas experiências sociais, afetivas e cognitivas a que estão expostas.

Na educação infantil o ensino da ciência não se difere dos demais níveis escolares, o estudo das disciplinas e dada de forma fragmentada e os temas partem do interesse do professor e que o por muitas vezes torna-se irrelevante e sem significado, pois, não se baseiam nos conhecimentos prévios que elas possuem nas curiosidades perguntas e dificuldades por elas apresentado. Daí a necessidade do professor de criar oportunidades, para a criança interagir com diversos tipos de objetos, sons, odores e a existência de outros seres, na educação infantil a ciência pode ser inserida de forma lúdica por meios de brincadeiras possibilitando criança a exploração do mundo. Podem-se oferecer as crianças condições para a aprendizagem que ocorrem nas brincadeiras e aquelas advindas de situações pedagógicas intencionais ou aprendizagem orientada pelo educador. É importante ressaltar, porem, que essas aprendizagens de natureza diversa ocorrem de maneira integrada no processo de desenvolvimento infantil de forma que possa contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser em estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso pelas crianças aos conhecimentos mais amplos da realidade cientifica, social e cultural.

A proposta do brincar a arte da concepção de que a criança deve estar inserida em um contesto educativo, que integra cinco áreas curriculares: saúde, relação humanas, ambiente, linguagens e expressão. Tais áreas indicam que a criança ao brincar desenvolve ao mesmo tempo, a saúde, socializa-se por meios de interação com o par, explora o ambiente que a rodeia, expressa seus pensamentos e cria formas próprias de expressão.

“WAJSKOP, 1997 ‘na brincadeira as crianças podem pensar e experimentar situações novas ao mesmo do seu cotidiano isenta das pressões situacionais”. Desta forma a construção de conhecimento da criança ocorre quando ela esta em contato com concreto, associando o seu conhecimento as novas informações adquiridas por meio de atividades lúdicas.

A educação de criança pequena envolve simultaneamente dois processos complementares e indissociáveis: Educar e cuidar. As crianças desta faixa etária como sabemos, tem necessidade de atenção, carinho, segurança, sem as quais elas dificilmente poderiam sobreviver. Simultaneamente, nesta etapa as crianças tomam contato com o mundo que cerca através das experiências diretas com as pessoas e as coisas deste mundo e com as formas de expressão que nele ocorrem. (Craidy & Kaercher, 2001, p16).

Nessa perspectiva o professor e mediador entre as crianças e os objetos de conhecimento, organizando e propiciando espaços e situações de aprendizagens que articulam os recursos e capacidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas de cada criança aos seus conhecimentos prévios e aos conteúdos referentes aos diferentes campos de conhecimento humano na instituição de educação infantil o professor constitui-se, no parceiro mais experiente por excelência cuja função e propiciar e garantir o ambiente rico, prazeroso, saudável e não discriminatório de experiências educativas e sociais variadas.

Nessa perspectiva o professor e mediador entre as crianças e os objetos de conhecimento, organizando e propiciando espaços e situações de aprendizagens que articulam os recursos e capacidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas de cada criança aos seus conhecimentos prévios e aos conteúdos referentes aos diferentes campos de conhecimento humano na instituição de educação infantil o professor constitui-se, no parceiro mais experiente por excelência cuja função e propiciar e garantir o ambiente rico, prazeroso, saudável e não discriminatório de experiências educativas e sociais variadas.

  • A PARTIR DOS ESTUDOS DA CIENCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL QUE A CRIANÇA COMEÇA A TER CUIDADO COM O PLANETA.

  A infância é uma fase, onde os conceitos podem ser trabalhados de forma lúdica e prazerosa; favorecendo a aprendizagem das crianças as suas próprias descobertas. O ensino das ciências na educação infantil pode ser trabalhada para desenvolver o cuidado com o nosso  planeta, para isso é de suma importância que o professores proporcione para seus alunos um contato com o meio ambiente para que elas possam conscientizar que todos devem cuidar do nosso planeta.

Os contatos com a água com a terra com as plantas favorecem para que as crianças façam descobertas e começam a fazerem suas próprias indagações.

Segundo o RECNEI A percepção dos componentes da paisagem local e outras paisagens podem ampliar na medida em que as crianças aprendem a observá-las de forma intencional orientada por questões que elas se colocam ou que os adultos á sua volta lhe propõe. Elas podem ser convidadas a reconhecer os componentes da paisagem por meio de algumas questões colocada pelo professor, realizadas em função do tema que está sendo trabalhado.

Como trabalhar com as crianças da educação infantil a conscientização que devemos cuidar do nosso planeta?

Em primeiro lugar promover um passeio ao redor da instituição escolar ou fora dela, com o objetivo de esta mostrando para as crianças como estamos cuidando do nosso planeta, e juntamente com elas fazer alguns questionamentos como: Os lixos estão sendo coletado separadamente? As águas que chegam em nossa casa estão sendo tratadas? As plantas as hortaliças que nos comemos elas estão sendo bem cuidada?  Em seguida pode se propuser para as crianças a fazer pequenas experiências, não subestimando a inteligência delas.

Pode começar a fazer a experiência de como reaproveitar os alimentos fazendo pequenas hortas para que as crianças entendam que alguns alimentos que consumimos vêm da terra e não do supermercado. Para se fazer essa pequena horta pode ser utilizada às garrafas Pet.  Já trabalhando o processo da reciclagem para fazer alguns vasinhos para plantar cebolinha etc.

Os vasinhos vão comprovar a importância da terra e das plantas e

Desperta na turma a responsabilidade pela natureza.

Brincando de faz de conta sem sair da realidade que elas se encontram. O faz de conta é importante para as crianças por meio dela que as crianças se expressam e adquirem novas informações.  Para introduzir a experiência de o reaproveitamento alimentar é importante que o professor faça algum questionamento como: Vocês sabiam que as cascas das frutas podem ser reaproveitadas? O que vocês fazem com as cascas das frutas?  Vocês jogam separadamente ou misturado? Em seguida devem ser passadas algumas explicações a respeito do cuidado ao jogar a casca ao fazer o reaproveitamento alimentar vocês evita o acumulo do lixo.                              Fazer a experiência de reciclagem com garrafas pet, latinhas etc. Tudo que é novo para as crianças tudo que possibilita a fazerem descobertas, fazerem ciências. E não necessário que se tenha um laboratório na escola e sim que saiam dela e passem a observarem o meio que está em nossa volta.           CONCLUSÃO:

 Como educadoras temos a responsabilidade de promover a educação em atos reflexivos e conscientes para as crianças. Nossas ações no desenvolvimento do artigo determinam os resultados que obtemos, assim como nossas experiências na vida.  Julgamos necessário mostrar aos alunos que a ciência é uma ferramenta importante, entre tantas outras que são usadas na Educação Infantil, fazendo com que os alunos tenham um entendimento e noção da natureza, da sociedade e do mundo. Por meio da Ludicidade engobrada na disciplina de ciências e na construção de seus primeiros conhecimentos sobre a vida e sobre a ciência, ela pode ser estudada com prazer pelos alunos. Propiciando às mesmas a possibilidade de adquirir conhecimentos esta nova descoberta.

________________

Silvana dos Santos Barbosa Lima é  formada em Pedagogia pela Universidade de Cuiabá (Unic), com Especialização em Gestão Escolar, pela Faculdade Integrada de Várzea Grande (AVEC), e é Educadora da Rede Municipal de Ensino de Cuiabá

 

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Opinião

ANDERSON NOGUEIRA – Tecnologia como aliada dos pets

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Um tema que comumente aparece nas redes sociais e nos aplicativos de mensagem como pedido de ajuda é quanto ao desaparecimento de animais domésticos. Os pets se perdem por inúmeros fatores, incluindo incidente na hora do tutor sair de casa, falta de dispositivos de segurança adequados ou até mesmo em um ato de violência, a exemplo roubo ou furto.

Quem já teve um animal desaparecido conhece o tamanho do desespero. Isso porque, não importa o tamanho do engajamento para localizar o pet, há casos em que não há solução.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que o Brasil tem mais de 30 milhões de animais nas ruas, sendo aproximadamente 20 milhões de cães e 10 milhões de gatos. Dentro desta estatística somam-se os que nasceram nas ruas e, boa parte deles, foi abandonada ou se perdeu e nunca mais foi encontrada pelos tutores.

Uma das maneiras de evitar o sumiço do animal é colocar a identificação na coleira do pet. E para isso, a tecnologia é uma aliada. Em Cuiabá, já tem disponível esta ferramenta, por meio da Tag QR Code, que serve como localizador do animal.

Por meio desta ferramenta é possível inserir dados do pet (nome e informações vacinais) e do dono (contato telefônico). A coleira especial serve para cães e gatos e o encaixe da coleira é seguro e não sai com facilidade.

De posse do registro do tutor e do pet, a coleira está apta para marcar a geolocalização do animal (informações geográficas) e, em caso de desaparecimento, o proprietário é notificado se alguém acessou informações contidas na ferramenta. Todo o histórico da saúde do animal, consultas, vacina, cirurgia, dentre outras informações, ficam registrados na ferramenta.

A leitura da Tag de QR Code pode ser feita por qualquer dispositivo apto para esta tecnologia. E o melhor de tudo, essa ferramenta é acessível e proporciona mais segurança para os animais e os tutores.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso. 

 

 

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Opinião

VANESSA MORAES – O que favorece minha saúde auditiva?

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Alguns hábitos que envolvem a saúde auditiva são mais simples do que podemos imaginar. Porém, eles devem ser diários!

Seguem alguns para já colocarmos em prática desde já:

– Monitore os volumes dos sons da TV, da música, nunca deixando as pessoas ao seu redor escutar o som de seus fones. Limite o tempo de uso, quanto maior o volume, menor deverá ser  tempo de exposição;

-Faça a limpeza correta de seus ouvidos: com o dedo e uma toalha. O uso de cotonete é indicado para limpeza do nariz;

– Utilize protetor de som quando tiver que se expor a ambientes com ruídos excessivos. Isso até pode ser considerado um exagero, mas até mesmo uma exposição esporádica pode matar a célula auditiva;

-Faça os tratamentos adequadamente para infecções, otites, gripes até o final. Quando mal curadas podem levar a perda auditiva e também a outras complicações;

-Evite ficar muito tempo ao telefone, não somente pela intensidade do som, como também pelas ondas eletromagnéticas emitidas pelo aparelho que causam risco à saúde;

-Realize consultas periódicas com um otorrinolaringologista. Desconforto como zumbido e diminuição da audição merecem uma avaliação mais precisa.

-Alimente-se de forma saudável de 4 a 6 vezes por dia e evite o excesso de cafeína e alimentos muito doces ou muito salgados. Tome bastante água e pratique atividade física regularmente. As vitaminas B12, B9, A, C e E encontradas em alimentos saudáveis são essenciais para a manutenção da acuidade auditiva;

-Rejeite medicamentos sem prescrição. Alguns são prejudiciais e seu uso indiscriminado pode levar a perda auditiva irreversível como também ser nocivo à saúde do corpo em geral;

-Tenha momentos de silêncio. Possibilite descanso aos seus ouvidos. O ideal é que esses “repousos sonoros” sejam feitos de 1 a 2 vezes por dia.

As lesões auditivas ocorrem de maneira lenta e gradual e muitas vezes podem ser irreversíveis. Por isso, ao menor sintoma, faça um exame de audição.

Vanessa Moraes é audiologista – @fonovanessamoraes

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