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Economia

Setor de serviços cresce e Junta Comercial registra 12.741 novas empresas em Mato Grosso

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O segmento que mais cresceu em Mato Grosso em 2019 foi o de Serviços, com a abertura de 7847 novas empresas, destas, 710 são filiais registradas pela Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat). No total, a economia regional ganhou 12.741 novos empreendimentos funcionando no estado entre os meses de janeiro e novembro deste ano.

O comércio foi o segundo setor que mais cresceu, com a abertura de 5348 novas empresas, sendo 1015 filiais. Por último, o número de indústrias teve um incremento de 972 novos empreendimentos, com a abertura de 110 filiais. Atualmente há cerca de 161 mil empresas ativas no estado, não inclusa a categoria Microempreendedor Individual (MEI).

Boa parte das novas empresas foram abertas a partir do registro automático, implantado na Jucemat em junho de 2019. Por meio da ferramenta tecnológica, é possível abrir uma empresa pela internet, de forma rápida. O tempo médio de análise de um processo digital neste ano foi de 7 horas, mas se realizada em dias úteis, a empresa pode ser aberta em minutos.

“Neste ano demos grandes passos para melhorar o atendimento aos que querem empreender em nosso estado. Antes do registro automático, um processo demorava cerca de 90 dias, porque era tudo manual. Os mais prejudicados eram os empresários do interior do Estado, que mandavam os processos por malote”, explica a presidente da Jucemat, Gercimira Rezende.

Além da agilidade, o processo digital traz mais segurança para os empresários, já que a ferramenta diminuiu drasticamente a taxa de erros na abertura de empresas.

Integração de dados

Em parceria com o Sebrae-MT, a Jucemat firmou uma cooperação com 21 municípios para integrar dados e tornar o registro de empresas ainda mais fácil ao empreendedor. Com a novidade, o licenciamento municipal é feito de forma automática no processo de abertura de empresas.

Os municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde, Campo Verde, Primavera do Leste, Cáceres, Nova Mutum, Sorriso, Sinop, Alta Floresta, Paranaíta, Guarantã do Norte, Nova Ubiratã, Terra Nova do Norte, Jaciara, Campos de Júlio, Colíder, Campo Novo do Parecis, Diamantino, Canarana.

A Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios (Redesimples) é o sistema integrado que permite a abertura, alteração, baixa e legalização de empresas de forma rápida, eficiente e simples, que passou a ser utilizado pelas prefeituras.

Projeto de modernização Para continuar avançando na melhoria da prestação de serviços, a Jucemat irá implementar em parceria com o Sebrae Nacional, o projeto Empreendedor Digital – Transformando o Registro de Empresas. Nos próximos dois anos serão colocadas em prática soluções inovadoras para o registro mercantil.

“O ambiente empresarial de Mato Grosso só tem a ganhar com a modernização do registro mercantil. É de suma importância oferecer processos mais facilitados para atrair quem quer investir em nosso estado. Estamos de portas abertas para atender os empreendedores na abertura de empresas”, afirma.

O Convênio prevê um investimento total de cerca de R$ 20 milhões a serem divididos entre os projetos de todos os estados participantes, com uma parte custeada com recursos do Sebrae nacional, e outra parte por contrapartida.

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Comércio em Várzea Grande traz obrigações trabalhistas no carnaval; em Cuiabá, setor irá funcionar normalmente

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A remuneração das horas trabalhadas dos empregados envolvidos nos feriados será em dobro

Nos dias em que se comemora o carnaval (24 e 25 de fevereiro), tanto o comércio de rua quanto dos shoppings centers devem funcionar normalmente na capital mato-grossense. A Prefeitura de Cuiabá, por meio do decreto que institui os feriados e pontos facultativos, considerou as datas como “ponto facultativo”. Já o município vizinho (Várzea Grande), no dia 25, o carnaval é considerado feriado municipal e, portanto, o empresário deve ficar atento a algumas obrigações.

A remuneração das horas trabalhadas dos empregados envolvidos nos feriados será em dobro, incluída as comissões de vendas que serão calculadas pela média mensal, e o seu pagamento se dará junto com o fechamento da folha de pagamento do corrente mês em que se trabalhou no feriado. A permissão abrange os municípios que seguem a CCT.

As obrigações estão impostas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), acordadas entre os sindicatos patronais e laborais ainda no ano passado. Ainda segundo o acordo firmado na convenção, é obrigatório que a empresa interessada em manter o funcionamento durante o feriado solicite uma Declaração do sindicato de sua categoria patronal, que deverá ser publicada no respectivo quadro de avisos da empresa.

Para o dia 26, a “cidade industrial” também deve respeitar o horário estabelecido na Quarta-Feira de Cinzas, retornando às atividades a partir das 13 horas.

Com isso, fica optativo o comerciante que desejar abrir a porta do estabelecimento na data do carnaval, levando em consideração o período e a situação da econômica local.

 

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Economia

Mulher que pisou em prego em camarote de Carnaval será indenizada

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A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão arrow-options
Foto: Reprodução/Internet

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal condenou uma empresa a indenizar uma mulher que feriu o pé ao pisar em prego exposto no “Camarote Salvador”, na Bahia.

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão e que, por isso, perdeu os ingressos adquiridos para o evento.

Em sua defesa, a empresa afirmou ter contratado outra empresa para prestar assistência médica nas dependências do camarote a todos os participantes do evento.

A produtora também alega que prestou atendimento à autora após o incidente e que orientou a foliona a receber vacinação o mais rápido possível.

O colegiado entendeu que o acidente sofrido caracterizou defeito na prestação de serviço e determinou o pagamento de R$ 3 mil a autora por danos morais.

Fonte: IG Economia
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