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Sete armas de fogo e motores de popa são apreendidos em Confresa

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Assessoria | PJC-MT

Sete armas de fogo foram apreendidas e dois motores de popa furtados recuperados, durante ação integrada da Polícia Judiciária Civil de Confresa (1.160 km a Nordeste) e a Polícia Militar, realizada nesta quarta-feira (03.04). Quatro pessoas foram presas.

Os produtos foram apreendidos durante diligências de apuração de crimes de roubo e furto cometidos na região, que resultaram na autuação de três pessoas em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, furto qualificação e receptação. Uma quarta pessoa respondeu Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por  favorecimento real.

Uma das ocorrências apuradas era o furto ocorrido na noite anterior, terça-feira (02.04), ocasião que foram subtraídos dois motores de popa, que estavam em barcos ancorados às margens de um rio no município de Luciara (1.166 km a Nordeste).

No decorrer das investigações foi possível identificar a placa do veículo, que dava cobertura aos autores do furto, bem como foi levantado que alguns indivíduos estavam em uma residência tentando vender armas de fogo.

Policiais civis e militares conseguiram identificar o veículo suspeito estacionado em frente a uma casa no bairro Setor Pavilhão, em Confresa. No interior do imóvel o suspeito A.S. N., 33, foi abordado.

Em entrevista, ele assumiu a autoria do furto, indicando a participação do seu irmão, C.C.N., 25, o qual também acabou detido. Ambos contaram que os motores de popa estavam guardados na casa de E.T.N. 53 anos. Sobre as armas de fogo, foi dito que estavam na casa do quarto envolvido, identificado como R.Q.C.,  de 43 anos.

Os policiais foram até o endereço de R.Q.C., e lá ele afirmou que tinha escondido o armamento em um matagal, dentro de sua propriedade. No local, foram apreendidas quatro armas de cano longo e diferentes calibres, uma pistola calibre 380 e diversas munições. Em outro ponto do terreno foram localizadas mais duas armas, sendo um revólver calibre 38 e uma espingarda carabina calibre 38.

Conforme o delegado de Confresa, André Rigonato, os conduzidos A.S. N., 33, e C.C.N., 25 responderão pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, furto qualificado e receptação.

O terceiro, R.Q.C., 43, foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. Já o quarto suspeito, E. T. N, responderá o TCO por favorecimento real, em razão de ter guardado os motores em sua residência. Ele não tinha envolvimento com o furto.

As investigações continuam até a conclusão do caso.

 

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Operação cumpre 30 mandados judiciais contra grupo criminoso formado para fraudar o fisco estadual

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (06.07), a operação Bomba Fantasma, para desarticular uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal. Estão sendo cumpridas diversas ordens judiciais em três cidades de Mato Grosso e Goiás, entre elas 13 mandados de buscas, bloqueios de contas bancárias e de 12 veículos de investigados, sequestro de imóveis, além de outras medidas cautelares. 

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda, identificou que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba.

Investigação

Com a auditoria, realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz, foi demonstrado que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado na cidade de Alto Garças, no sul do estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas.

Além do grupo formado pelos postos de combustíveis, a investigação apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

Ordens judiciais 

Com base nas investigações, o delegado Rafael Scatolon representou pela expedição de 13 mandados de busca e apreensão, bloqueio das contas bancárias no valor correspondente ao crédito tributário (R$ 42 milhões), suspensão do escritório de contabilidade e do contador, sequestro de quatro imóveis, além do bloqueio de 12 veículos, cujos mandados, após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, foram deferidos pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital.  

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Rondonópolis e Pedra Preta, no sul do estado e em Goiânia (GO). 

A operação Bomba Fantasma conta com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais (DRE), Deccor e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

Fonte: PJC MT

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Empresário é condenado pela Justiça de MT a 20 anos de prisão por assassinato de personal trainer

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Guilherme teria mandado matar personal por ciúmes e contratado Wallison para executar o crime

Guilherme Dias de Miranda foi condenado pelo tribunal do júri a 20 anos de prisão em regime fechado por mandar matar o personal trainer Danilo Campos, 28 anos. Wallisson Magno de Almeida Santana, contratado por Guilherme para matar Danilo recebeu pena de nove anos de prisão, em regime semiaberto. Ele vai utilizar tornozeleira eletrônica. A vítima era filho do ex-vereador por Várzea Grande, Danilo Campos.

O julgamento teve início na segunda-feira (4) e foi finalizado na tarde desta terça-feira (5).  Ministério Público Estadual (MPE) já informou que irá recorrer da sentença dada a Wallison.

Danilo foi assassinado a tiros em 9 de novembro de 2017 no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá. De acordo com denúncia do MPE, o personal foi morto por causa de Ane Lise Hovoruski. Ela era casada com Guilherme e aluna de Danilo, com quem teve um caso extraconjugal à época.

Guilherme e Walisson foram presos em março de 2018 em um condomínio em São Paulo, portando documentos falsos. Ana Lise foi presa em fevereiro de 2019 no Paraná, mas foi solta seis dias depois em Cuiabá.

 

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