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Política Nacional

Sessão tem empurra-empurra e chega a ser suspensa por alguns minutos e depois é retomada

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Passadas mais de cinco horas de sessão, os questionamentos chegaram a ser interrompidos com o início de um tumulto e empurra-empurra entre parlamentares do Psol e do PSL.

A confusão começou depois da fala da deputada Talíria Petrone (PSol-RJ), que afirmou que o Ministério da Educação está cheio de “idiotas inúteis”, em referência à declaração do presidente Jair Bolsonaro nos Estados Unidos, quando chamou os manifestantes contra os cortes na Educação de “idiotas úteis”.

Talíria Petrone foi confrontada pelo líder do PSL, delegado Waldir (GO), e iniciou-se um empurra-empurra entre os deputados dos dois partidos. Marcos Pereira (PRB-SP) encerrou a sessão que foi retomada em seguida.

Recursos Antes do tumulto o deputado Bacelar (Pode-BA) questionou o porquê de os recursos do pré-sal não serem destinados à Educação. “Quero protestar contra o ministro por desrespeitar os professores, os deputados e as universidades federais”, disse o deputado. Segundo ele, somente neste ano, R$ 11 bilhões do pré-sal foram deixados nos cofres do governo, mas esse dinheiro não foi para a educação porque o “ministro fica subordinado aos pés do ministro da Economia”.

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Ele acusou o ministro de sofisma por comparar recursos para a educação infantil com os destinados ao ensino superior.

Péssima escolha Já o deputado André Janones (Avante-MG) criticou o ministro por sequer lhe prestar atenção quando de sua fala.

“O senhor é um debochado, um moleque, um grande erro do Bolsonaro”, afirmou.
Janones também criticou a oposição por apenas enxergar o que considera ruim no governo. “Apoiei as escolhas dos ministros da Saúde e da Infraestrutura, mas o senhor foi uma péssima escolha”, observou.

Humildade Weintraub afirmou que pode errar como qualquer pessoa e que pede desculpas por isso. “Sobre a colocação das universidades, temos de reconhecer que elas não estão bem colocadas, com a Universidade de São Paulo (USP) ficando em 200º lugar no ranking mundial. Temos de ser humildes”, afirmou.

Exatas x Humanas Pelo PV, o deputado Professor Israel Batista (DF) lamentou que o Ministério da Educação “tenha servido ao processo de ruptura do tecido social brasileiro, com posturas incompatíveis com a importância do cargo que ocupa, reproduzindo a guerra entre Exatas e Humanas e desvalorizando a Filosofia e a Sociologia”.

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Também pelo PV, o deputado Célio Studart (CE) disse que está muito arrependido pelas respostas evasivas do ministro. “O senhor fala mais do Paulo Guedes que do presidente [da República]. No Ceará, mais de 70 mil alunos vão sofrer com esses cortes. Somente 24% dos estudantes mais pobres têm alguma assistência estudantil”, ressaltou.

O debate prossegue no Plenário da Câmara.

Mais informações a seguir

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Política Nacional

Lula perderia para Bolsonaro e Moro se as eleições presidenciais fossem hoje

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Montagem

Tanto Bolsonaro quanto Moro empatarim com Lula no primeiro turno.

Se as próximas eleições presidenciais brasileiras fossem no início deste mês, o ex-presidente Lula (caso pudesse concorrer) e o atual presidente Bolsonaro empatariam no primeiro turno. Já no segundo, o pestista perderia com 40% dos votos válidos, enquanto Bolsonaro atingiria 45% deles. É o que mostra uma pesquisa eleitoral da revista Veja e do Instituto FSB Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (6). 

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O levantamento, que possui dois pontos percentuais de margem de erro, foi feito entre 29 de novembro e dois de dezembro. Duas mil pessoas foram entrevistadas nos 26 estados e no Distrito Federal. Esse foi a primeira sondagem feita desde que o ex-presidente deixou a prisão.

A pesquisa também mostra que, se a disputa do segundo turno fosse entre Lula e ministro da Justiça Sérgio Moro , o ex-juiz ganharia com 48% dos votos válidos contra 39% do petista. Já se a disputa fosse entre Moro e Bolsonaro, ambos empatariam com 36%.

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No primeiro turno, tanto Bolsonaro quanto Moro (ambos sem partido) aparecem em primeiro lugar, com 32% dos votos, seguido de Lula (PT) com 29%. Ciro Gomes (PDT) e Luciano Huck (sem partido) empatam com 9%. João Amoedo (Novo) aparece com 5% e João Doria (PSDB) com 4%. Das pessoas entrevistadas, 10% afirmaram que não votariam em nenhum candidato 10% dos entrevistados.

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O ex-prefeito Fernando Haddad aparece na pesquisa com a maior taxa de rejeição, com 60% dos entrevistado dizendo que não votariam nele de jeito nenhum nas eleições de 2022. Ele é seguido por Lula , com 56% de rejeição, e Bolsonaro, com 48%. Moro é o que tem menor rejeição, com 38%.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Damares denuncia ‘comércio macabro’ de vídeos de estupros de bebês no Brasil

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Alan Santos/PR

Ministra afirmou que existe “comércio ilegal” de vídeos de estupro

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, denunciou durante um evento na sede do BNDES, no Centro do Rio, um comércio “macabro” de vídeos com estupros de bebês.

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Chamada para comentar os projetos de saneamento básico impulsionados pelo banco de desenvolvimento, Damares pediu ajuda aos governantes presentes para fortalecer o programa Abrace o Marajó, contra a exploração sexual de menores na ilha paraense.

Damares afirmou que o governo já encontrou vídeos de estupros de bebês à venda por R$ 100 mil. Ela afirma que foram identificados casos de violação sexual de recém-nascidos de sete e oito dias de vida.

“Se vocês conhecem o Norte do país, conhecem a Ilha do Marajó . E por que abraço o Marajó? Começamos primeiro no combate à violência sexual das crianças dessa região. É verdade, viu, senhores? Há abusos sexuais. Acorda, é verdade! E quero dizer que não são crianças apenas. Estamos diante de uma série de estupros de bebês. Quero vir ao BNDES para falar sobre isso um dia. Cresceu de tamanha forma no Brasil que já encontramos vídeos de R$ 100 mil à venda pelos pais. E esse comércio macabro de vídeos cresceu tanto que o governo está enfrentando isso”, disse a ministra.

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Dirigindo-se aos governadores do Amapá , Waldez Góes (PDT), do Acre , Gladson Cameli (PP), e de Alagoas , Renan Filho (MDB), presentes no evento, Damares explicou que o Abrace o Marajó é um projeto piloto que se repetirá em outras regiões do país, sem dar maiores detalhes.

“Quando estamos abraçando o Marajó , governador, estamos abraçando o Amapá. Queremo fazer uma fase de sucesso para depois abraçarmos o Acre, a Amazônia, Alagoas. É dessa forma que queremos ajudar com esse projeto piloto”, finalizou.

Declaração polêmica gera ação

Em sua visita à Ilha de Marajó, no fim de julho, Damares causou polêmica ao afirma que “as meninas lá são exploradas porque elas não têm calcinha, não usam calcinha, são muito pobres”.

Sua fala foi rebatida por personalidades como a cantora Fafá de Belém e gerou uma ação do Movimento Nacional de Direitos Humanos .

Fonte: IG Política
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