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Servidora da Assembleia é presa em Cuiabá durante operação contra o tráfico de drogas sintéticas

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Suspeita foi presa na manhã desta terça-feira em um condomínio na capital

Conteúdo/ODOC – A servidora da Assembleia Legislativa Maria Eduarda Aquino foi presa durante a Operação Doce Amargo 3, acusada de envolvimento no tráfico de drogas sintéticas na região metropolitana de Cuiabá. A operação foi deflagrada nesta terça-feira (5) pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) em Cuabá e mais cinco cidades.

Maria Eduarda atua como  assessora de gabinete da Primeira Secretaria da Assembleia. Ela foi nomeada no dia 23 de junho do ano passado. A prisão foi efetuada no condomínio onde mora, na Capital.

No total a operação cumpriu 151 ordens judiciais, sendo 43 mandados de prisões preventivas, 54 mandados de busca e apreensão e 54 ordens de bloqueio de contas em Cuiabá e nas cidades de Cáceres, Campo Novo dos Parecis, Santo Antônio do Leverger, Castanheira e Foz do Iguaçu (PR).

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá.

No curso das investigações, foram identificados traficantes envolvidos com o comércio de drogas sintéticas como ecstasy, MDMA, LSD, além de outras substâncias como variações de maconha, que eram comercializadas com usuários de melhor poder aquisitivo em bairros considerados nobres da Capital e em festas e baladas.

Esses traficantes atuavam de forma associada, dividindo tarefas e sendo fornecedores diretos a outros contatos, também somando valores para compra de maiores quantidades de drogas com qualidade mais refinada.

Outra parte dos investigados se associava ao grupo comprando drogas para fornecimento a terceiros, captando usuários e intermediando uma espécie de rateio para ampliação das vendas ilícitas. Destacou-se ainda na investigação a participação de alguns investigados vinculados a uma facção criminosa que atua no Estado de Mato Grosso, mediante o pagamento de espécie de taxa para execução das atividades ilícitas.

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