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Economia

Serviços de entrega dos Correios, Sedex e Pac ficam 6,3% mais caros

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Divulgação/Correios

Sedex e Pac têm os preços reajustados pela segunda vez em 2019

Os serviços de Sedex (Sedex Hoje, Sedex 10 e Sedex 12) dos Correios , assim como o PAC, tiveram um reajuste médio de 6,34% nesta semana. “A atualização dos preços ocorre para equilibrar o impacto dos custos na prestação dos serviços”, informou os Correios. 

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Esse é o segundo reajuste do ano. Em fevereiro os serviços ficaram 8% mais caros. Com a soma, enviar uma encomenda por Sedex ou Pac ficou 14,34% mais caro no acumulado do ano. Nos últimos dose meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE, que mede a inflação do país, ficou em 2,89%.

O reajuste atingiu apenas as encomendas do varejo, ou seja, solicitadas por pessoas físicas. “Destacamos que esse reajuste não se aplica aos clientes que possuem contratos com os Correios”, destacou a nota da estatal.

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A empresa também ressaltou que o reajuste divulgado é médio, e alegou “sigilo comercial” para não especificar o aumento específico de cada serviço. 

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“A tabela de serviços de Encomendas para postagens do varejo, ou seja, pessoa física, foi reajustada com uma média ponderada de 6,34%. O índice é uma média nacional, que varia de acordo com o tipo de postagem, origem e destino”, disse por nota.

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Economia

Polícia Federal fecha um dos maiores laboratórios de cédulas falsas do Brasil

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A Polícia Federal fechou em Araçatuba, interior de São Paulo, um laboratório que fabricava cédulas falsas de dinheiro. Três pessoas foram presas na operação e cerca de 80 mil notas foram apreendidas. De acordo com a PF, esse era um dos maiores centros de fabricação de dinheiro falso do Brasil.

Polícia Federal
Reprodução/TV Tem

Polícia Federal apreendeu 80 mil cédulas falsas


Conforme reportagem da TV Tem, afiliada da Globo no interior, as investigações começaram há cerca de um ano e os integrantes da quadrilha que foram presos já possuem passagem pela polícia. No laboratório eram produzidas notas faltas de R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100. Esse dinheiro falso circulava pelo país e era mandado principalmente para o Rio de Janeiro e para o Amazonas.

“Eles conseguem simular vários índices de segurança, mas não todos. No alto relevo, por exemplo, como eles não usam material duradouro, ele se perde, fica liso, e a original dura anos e anos”, declarou o delegado da Polícia Federal responsável pelo caso, Frederico Rezende.


Ainda segundo a Polícia Federal, a quadrilha produziu cerca de 200 a 300 mil cédulas falsas, mas só foram apreendidas 80 mil. Essas notas confiscadas pelas autoridades representam uma quantia de R$ 2 milhões. Além das cédulas, também foram apreendidos os materiais utilizados para a fabricação do dinheiro, como impressoras, tintas e papéis.

“O grupo atuava por meio de redes sociais, WhatsApp, oferecendo as cédulas e angariando os compradores. Eles remetiam grande volume para todo o país”, contou o delegado. A pena para o crime de falsificação de moeda varia de três a 12 anos de reclusão e a pena para o crime de organização criminosa é de três a oito anos de reclusão.

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Economia

Covas confirma reabertura de bares, restaurantes e salões na 2ª feira

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Reprodução Prefeitura de São Paulo

Covas assinou documento de reabertura neste sábado

Neste sábado (4), o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, assinou protocolos para a  reabertura de bares, restaurantes e salões de beleza na cidade a partir de segunda-feira (6).


A ação foi feita junto com outras autoridades e representantes de setores comerciais. Em transmissão ao vivo, a prefeitura anunciou a retomada do funcionamento desses setores, mas sem dar detalhes.

É provável que tenham sido mantidas as diretrizes que foram anunciadas ontem, sexta-feira (3).

Os estabelecimentos poderão reabrir oficialmente a partir de segunda-feira se obedecerem os protocolos sanitários e de segurança para se evitar o risco de contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

No último dia 26 de junho, a capital paulista avançou para a  fase amarela do Plano São Paulo da retomada gradual das atividades econômicas. Nessa etapa, podem fazer reabertura os bares, restaurantes e salões, como cabeleireiros e barbearias.

“Já estamos praticamente há duas semanas com o índice na fase 3 amarela”, disse o prefeito na transmissão ao vivo.

Bruno Covas seguiu a orientação técnica do Comitê de Contingência da Covid-19, e aguardou resultados desta semana para saber se a capital ainda permaneceria na fase amarela.

“Atingimos um platô [sobre casos e mortes em razão da doença] e é o momento de reabrir a atividade econômica”, afirmou o prefeito.

Vereador pediu mudança, mas não foi atendido

O vereador Eduardo Tuma (PSDB), presidente da Câmara Municipal, participou do anúncio e também assinou os protocolos neste sábado.

Tuma pediu uma revisão na decisão estadual de fixar o horário limite de funcionamento de bares e restaurantes até as 17h. Ele entende que o fechamento deve ser até 22h.

“Esse é meu apelo que o governo do estado reveja a questão do horário em relação aos restaurantes. Pizzarias e restaurantes japoneses só abrem no período noturno e vão continuar fechados devido à decisão do estado”, pediu o vereador.

“A informação que temos aqui do estado é que o decreto constará a obrigatoriedade das 17h. Então, a partir do momento que é uma obrigatoriedade, é necessário que os municípios sigam essa determinação”, tinha dito o prefeito de São Paulo na sexta-feira (3).

Regras da reabertura

  • Abertura dos estabelecimentos durante o dia, por seis horas diárias, e até 17h;
  • Ocupação deve ser limitada a 40% da capacidade máxima;
  • Mesas espaçadas com dois metros de distância e as cadeiras com um metro de afastamento;
  • Mesa com máximo de 6 pessoas;
  • Clientes devem consumir apenas sentados nas mesas;
  • As filas de caixa e de buffet, banheiro, entrada e saída devem ter distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas;
  • Os funcionários devem usar viseira de acrílico;
  • Temperos e condimentos devem ser oferecidos em sachês;
  • Ambientes climatizados terão de ser higienizados.

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