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Serviço de moto da Uber já atende 42 cidades brasileiras; conheça e veja lista

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Uber lançou serviço de moto em algumas cidades brasileiras
Divulgação/Uber

Uber lançou serviço de moto em algumas cidades brasileiras

A Uber lançou um novo serviço de transporte por motocicleta em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A nova modalidade também passou a ser oferecida em Belo Horizonte (MG) e em mais 17 cidades brasileiras. A empresa pretende ampliar o serviço chamado de Uber Moto para outras localidades, inclusive no Estado do Rio, mas ainda não tem data prevista. Ao todo, já são 42 cidades atendidas pelo Uber Moto.

Um dos diferenciais deste novo serviço, além do meio de transporte e da rapidez, é o preço. As viagens feitas pela Uber Moto terão valores mais baixos, ou seja, 25% menores que as corridas solicitadas pela Uber X.

No momento da solicitação das viagens, os usuários poderão selecionar pelo próprio aplicativo qual serviço preferem, e as opções vão aparecer, assim como com os pedidos tradicionais de carros particulares.

Segurança e prevenção contra a Covid-19

Segundo a empresa, os condutores do Uber Moto vão receber orientações sobre segurança nas vias e respeito às leis de trânsito. E, assim como os motoristas de carro, eles terão que enviar uma foto como comprovação do uso de máscara.

Uma outra medida tomada pela Uber foi a contratação de Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp e consultor para Covid-19 da Sociedade Brasileira de Infectologia e da Associação Médica Brasileira, para validar um protocolo de prevenção voltado para o novo serviço.

Uma das recomendações é a higienização das mãos e das superfícies da moto com álcool gel e que os usuários tenham seus próprios capacetes, além de toucas higiênicas, ou que os objetos sejam limpos com produtos específicos.

Confira as cidades atendidas

  • Santos (SP);
  • Campinas (SP);
  • Curitiba (PR);
  • Sorocaba (SP);
  • Ribeirão Preto (SP);
  • São José dos Campos (SP);
  • Vitória (ES);
  • Florianópolis (SC);
  • Maringá (PR);
  • Palmas (TO);
  • Itajaí (SC);
  • Uberaba (MG);
  • Belford Roxo (RJ);
  • São Caetano do Sul (SP);
  • São Bernardo do Campo (SP);
  • Diadema (SP);
  • Guarulhos (SP);
  • Belo Horizonte (MG);
  • Betim (MG);
  • Ribeirão das Neves (MG);
  • Campina Grande (PB);
  • Belém (PA);
  • Manaus (AM);
  • Boa Vista (RR);
  • Rio Branco (AC);
  • Salvador (BA);
  • Uberlândia (MG);
  • Londrina (PR);
  • Anápolis (GO);
  • São José do Rio Preto (SP);
  • Montes Claros (MG);
  • Santo André (SP);
  • Contagem (MG);
  • Goiânia (GO);
  • Cuiabá (MT);
  • Recife (PE);
  • Fortaleza (CE);
  • Maceió (AL);
  • São Luís (MA);
  • Teresina (PI);
  • Campo Grande (MS); e
  • Aracaju (SE).

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Economia

Agência Brasil explica vantagens da energia solar nas residências

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O alto custo da energia elétrica no Brasil tem levado muitas pessoas a buscar soluções que diminuam o valor da conta de luz. Uma alternativa interessante para as residências pode ser a energia solar que, segundo especialista consultado pela Agência Brasil, é “boa para o bolso, para o país e para o mundo”.

O potencial de geração de energia solar no Brasil é imenso, mas ainda subaproveitado, principalmente em residências. Isso se explica pelo fato de muitas pessoas não terem noção do que é necessário para transformar tetos ou áreas abertas em pequenas geradoras de energia por meio de placas solares. Algo que, de acordo com o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB) Rafael Amaral Shayani, é mais simples do que parece, e cujos benefícios vão além de uma conta de luz menos onerosa.

“A energia solar de uso residencial, que é chamada de geração de distribuída, é boa para o bolso do consumidor. Mas também é boa para o país porque o Brasil é um país em desenvolvimento que vai precisar de muita energia para crescer; e para o mundo, porque protege o meio ambiente, já que não emite gases de efeito estufa”, destaca o engenheiro eletricista em entrevista à Agência Brasil.

Boa para o bolso

A energia solar pode resultar em diminuição significativa dos gastos com a conta de luz. Segundo Shayani , um investimento entre R$ 12 mil e 15 mil pode reduzir em até 90% a conta de energia.

“A pessoa, então, passa a pagar apenas a parcela mínima, que é o consumo mínimo, uma tarifa de disponibilidade do serviço”. O engenheiro diz diz que o investimento é recuperado em cerca de cinco anos e que o sistema dura de 20 a 25 anos.

Boa para o país

A energia solar é também boa para o país, para lidar com a expectativa de crescimento da demanda de energia, conforme o aumento do número de fábricas e indústrias previsto para os próximos anos.

“A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que até 2050 o Brasil vá triplicar o consumo de eletricidade, até em função do aumento populacional e das consequências disso para o setor produtivo, já que acarretará em mais uso de eletrodomésticos”, afirma Shayani.

Boa para o planeta

“Quando a energia é gerada no telhado da sua casa, você não está queimando gás natural para gerar eletricidade. Você reduz a necessidade de hidrelétricas, que alagam florestas, ou de carvão ou gás queimados para a geração de energia por usinas térmicas. Portanto, é uma forma muito boa de contribuir para proteger o meio ambiente”, complementa o professor.

Para Shayani, um dos grandes desafios mundiais é gerar mais eletricidade e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. “Nesse sentido, a energia solar vem como solução. Quanto mais pessoas a adotarem, mais energia o país produzirá, e menos energias fosseis precisarão ser usadas”, enfatiza o professor, que indica também o uso de aquecimento solar por meio de tubos de plástico para, com o calor do Sol, esquentar a água do chuveiro.

Placas fotovoltaicas

A grande vantagem do uso de placas fotovoltaicas, segundo Shayani, é a possibilidade de “devolver” parte da energia consumida para a rede de energia fornecida pela distribuidora local.

Para “devolver” energia à rede fornecedora, é necessário ter, além do painel solar, um inversor, já que a energia solar gera tensão contínua, e as tomadas das residências usam energia alternada.

“Você liga seu sistema de energia solar a uma rede elétrica da distribuidora que atende à cidade. Ou seja, instala o sistema no telhado e ligao no mesmo disjuntor que a companhia elétrica tem na sua casa. É o sistema mais barato porque não depende de baterias que armazenem a energia”.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) há, no Brasil, 775.972 sistemas solares desse tipo já instalados.

Chuvas e tempo nublado

Interligar as placas à rede distribuidora de energia é também solução para evitar falta de energia em dias de chuva, tempo nublado, ou mesmo à noite, quando não há sol. “É como se o relógio medidor de energia rodasse para trás quando é dia e o consumo é menor. À noite, então, quando não há sol, você vai pegar de volta essa energia, usando a energia das hidrelétricas brasileiras. Aí o relógio vai para a frente”.

No fim do mês, se a energia fornecida de dia for igual à recebida nos períodos sem luz solar, é como se o relógio que marca o consumo ficasse no zero. “O nome oficial disso é Sistema de Compensação de Energia. Gera-se mais energia de dia para compensar o uso à noite, quando não tem energia solar. É uma coisa interessante porque não precisa de baterias para armazenamento, que são muito caras e altamente poluentes.”

Baterias

Em geral esse equipamento com baterias é usado em regiões isoladas, onde não há fornecimento de energia por companhias elétricas. É o caso de algumas comunidades do interior da Amazônia, na floresta.

“Além de caras e danosas ao meio ambiente, essas baterias são como as de carro: estragam-se muito rápido e precisam ser trocadas a cada três ou quatro anos. O custo adicional delas faz o sistema [de captação e geração de energia] quase dobrar de preço”, estima o professor.

Como funcionam

A energia solar é´uma inovação tecnológica que difere das outras formas de geração de eletricidade porque é um sistema eletrônico. É feita a partir de uma pedra de silício, substância que, depois do oxigênio, é a mais abundante na Terra.

“A crosta terrestre é feita de silício, material usado nos painéis solares. Quando a luz solar incide sobre ele, pula um elétron, o que acaba gerando energia. Essa corrente elétrica sai do telhado e entra nos equipamentos, energizando a casa”, detalha o especialista.

Legislação

Comunidade do Rio investe em energia solar Comunidade do Rio investe em energia solar

Comunidade do Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro, começou a investir em energia solar em janeiro de 2016 – Divulgação

A legislação da Aneel permite quatro modalidades de geração distribuída de energia. A primeira é a geração na própria unidade consumidora, quando a pessoa a instala no telhado da própria casa. A segunda é chamada autoconsumo remoto, que é quando a pessoa tem, por exemplo, duas residências em um mesmo estado. Ela pode colocar energia solar no telhado da casa e a energia que é gerada lá compensa o consumo da outra residência.

“Existe, ainda, a modalidade de múltiplas unidades consumidoras. É o caso dos condomínios, que podem colocar placas nos telhados para abastecer a área comum. Há também a possibilidade de moradores dos apartamentos colocarem o equipamento em telhados, e a energia ser rateada entre as unidades que fizeram o investimento.”

A quarta modalidade é a de geração compartilhada que, segundo o especialista, abrange “uma usina maior à qual as pessoas podem se associar para serem beneficiadas com abatimento na conta de energia”.

Custo dos equipamentos

O preço do sistema depende de dois fatores principais. O primeiro é saber quanto de energia a residência consome. “Para saber isso, basta olhar a fatura enviada pela concessionaria de energia todo mês. O consumo é calculado a partir da média mensal. No verão, gera-se mais eletricidade e, no inverno menos. Mas, na média do ano, a pessoa pode gerar toda energia da casa”, explica Rafael Shayani.

“Depende também de quanto sol tem na região. O Brasil em geral é muito ensolarado. O local com menos sol no Brasil tem mais sol do que a Alemanha inteira, que é um dos líderes no uso de energia solar. Então, se você mora em um local com muito sol, seu sistema de geração pode ser menor, não sendo necessárias tantas placas”, acrescenta.

Segundo o professor, o consumo típico de uma residência brasileira fica em torno de 10 quilowatts-hora por dia. “Normalmente, temos cinco horas de sol forte por dia. Considerando essa média como referência, precisamos então de um sistema de energia solar de mais ou menos 2 kw instalado no telhado da casa. Ele vai ocupar área pequena do telhado e gerar energia para, na média do ano, atender tudo.”

O custo do equipamento varia de acordo com a cotação do dólar, que está na faixa de R$ 5,50. “Atualmente, esse equipamento deve custar entre R$ 12 mil e 15 mil, mas, com ele instalado, a conta de luz pode cair para o valor mínimo cobrado pela concessionária. O investimento é recuperado nos primeiros três ou cinco anos. Depois, fica 20 anos pagando só a tarifa mínima de energia elétrica, que é cobrada para a manutenção da rede.”

O equipamento deve ser instalado por uma empresa específica, porque é necessário registro no Conselho de Engenharia, de forma a comprovar que a instalação é segura e atende às regras de segurança da distribuidora de energia.

“O primeiro passo é contatar, na sua cidade, uma empresa de equipamentos para geração de energia solar, um ramo que cresceu muito nos últimos anos. Tem milhares de empresas no Brasil. Peça a eles um orçamento. Eles instalam o equipamento, entram em contato com a distribuidora que, depois, fiscaliza a instalação para ver se tudo está adequado para, enfim, ligar o sistema. Isso tudo pode ser feito em até 30 dias”, afirma o engenheiro.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Preço da gasolina sobe nas bombas pela primeira vez desde dois meses

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Após aumento da Petrobras, gasolina apresentou novo reajuste nas bombas
Reprodução: ACidade ON

Após aumento da Petrobras, gasolina apresentou novo reajuste nas bombas

O preço da gasolina subiu nesta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O valor médio do litro vendido nos postos do Brasil passou de R$ 6,596, na semana passada, para R$ 6,608, nesta semana. É uma alta de 0,1%. É a primeiro avanço desde o início de novembro (entre os dias 14 e 20), quando o preço médio do litro estava em R$ 6,752.

Segundo a ANP, o valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,89. Em janeiro do ano passado, o litro da gasolina custava em média no Brasil R$ 4,483. De lá para cá, a alta chega a 47,4%.

Além da gasolina, o  litro do diesel também subiu nas duas últimas semanas, passando de R$ 5,344 para R$  5,422. Avanço de 1,4%, segundo a ANP. Em janeiro do ano passado, o litro do diesel custava em média R$ 3,606, acumulando um avanço de 50,3% até agora.

No último dia 11,  a Petrobras anunciou aumento nos preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. Assim, a partir da quarta-feira, dia 12, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, uma alta de 4,85%.

Esse avanço no preço às distribuidoras deve se refletir na bomba ao longo das próximas semanas nos postos, segundo especialistas.

Nesta sexta-feira, estados decidiram que vão descongelar o valor do ICMS que incide sobre combustíveis a partir de fevereiro. O valor do ICMS cobrado sobre combustíveis foi congelado por 90 dias, prazo que se encerra no dia 31 de janeiro. Isso também tende a aumentar os preços aos consumidores.

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