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Série B – Paraná x Cuiabá – Duelo direto para não se distanciar do G-4; Rádio ODOC transmite

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O meia-armador Escideiro está relkacioando entre os 11 para o duelo

O estádio Durival Britto, a popular Vila Capanema, em Curitiba (PR), recebe um dos mais aguardados confrontos da 22ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Afinal, para não se distanciarem do grupo de acesso, Paraná Cuiabá precisam da vitória a qualquer custo em duelo que começa às 19h deste sábado.

No momentos, os donos da casa aparecem no sétimo lugar, com 32 pontos, um a mais do que os visitantes, que estão em oitavo. Enquanto o G4 é formado por Bragantino, com 41, Atlético-GO, com 37, Sport, com 35, e Coritiba, com 34, a zona de rebaixamento, o Z4, é aberta pelo Oeste, com 23.

RÁDIO O DOC TRANSMITE

A Rádio ODOC transmite o jogo com exclusividade, direto da Vila Capanema

TRICOLOR DA VILA
O meia Vitinho agradou e segue entre os titulares do Paraná, mesmo com o retorno de João Pedro. Assim, Luiz Otávio, Jhony Douglas e Itaqui disputam duas vagas. Quem pode não jogar é o lateral-direito Éder Sciola, com dores musculares, que daria vaga a é Sueliton. O volante Fernando Neto, recuperado de lesão, será relacionado.

“Acredito que três volantes era pelo o que a gente tinha à disposição, além da estratégia. Agora temos mais jogadores ofensivos que podem iniciar e entrar também. Temos muitas possibilidades”, analisou o técnico Matheus Costa.

O DOURADO
O zagueiro Ednei, o lateral-direito Jonas e o volante Djavan são desfalques do Cuiabá por conta de desgastes físicos, enquanto o volante Escobar e o atacante Júnior Todinho ficam de fora por suspensão. O meia Alê é dúvida, já que tomou uma pancada no tornozelo. Por outro lado, o atacante Felipe Marques deve estar de volta.

“O Paraná é um adversário direto nesta briga para o acesso. Vamos ter um adversário muito difícil pela frente, competitivo e que passa por um ótimo momento. Precisamos ter intensidade e inteligência durante os noventa minutos para sairmos com a vitória fora de casa”, afirmou o zagueiro Leandro Sousa.

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Esportes

Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno do futebol

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O Corinthians se posicionou oficialmente hoje (26) contra o retorno do futebol brasileiro, paralisado em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em carta aberta assinada pelo presidente Andrés Sanchez, o clube entende que ainda não é o momento de a bola voltar a rolar, e que há a necessidade de alinhamento de ações coletivas.

Sanchez ressalta a legitimidade dos clubes em procurarem saídas junto aos governos federal, estaduais e municipais e federações no intuito de tentar impedirem um aprofundamento da crise, porém, argumenta que o Brasil vive um cenário muito diferente dos países que retomaram suas ligas.

A carta cita o exemplo do Campeonato Alemão, que só voltou a ser disputado após o diálogo entre todos os agentes políticos e esportivos, mantendo responsabilidade com seu produto, astros e público. Andrés Sanchez salientou que, na Bundesliga, havia um princípio claro: “O futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia”.

Ouça na Rádio Nacional

 

Ao comparar com a situação no Brasil, o Corinthians lembra que a Série A conta com 20 clubes de nove estados, cada um com um panorama distinto do novo coronavírus. Isto exigiria um trabalho coordenado entre governo, clubes e federações. O presidente do Timão finaliza a carta afirmando que qualquer retorno apenas adiará “uma pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar”.

Confira a carta na íntegra:

Depois de 23 mil mortes causadas pela Covid-19, todo debate é menor. Por isso, em nome do Corinthians, manifesto antes nossa solidariedade a cada brasileiro afetado por doença, luto, ou prejuízo profissional. Tudo isso importa. 
 
E é legítimo que o futebol – como qualquer setor – procure saídas junto ao governo federal e a seus respectivos estados, prefeituras e federações, a fim de impedir um aprofundamento da crise na atividade. É preocupante, porém, que o Brasil viva um cenário muito diferente daqueles países que retomam suas ligas. 
 
A queda de receitas já obrigou muitos clubes a executar cortes e demissões. O Corinthians tem adotado medidas de austeridade, como a redução temporária de salários e jornada, apoiada na MP 936. Fazemos e refazemos as contas diariamente, mas somos realistas: trata-se da pior epidemia no país nos últimos 100 anos, e nenhuma atividade econômica sairá dessa sem transformações inevitáveis. 
 
No Corinthians, não será diferente. O que não muda é o nosso compromisso com um futebol forte como carro-chefe e a parte social como tradição, e é para isso que estamos trabalhando. Como também vemos o clube como um veículo capaz de impactar mais de 30 milhões de torcedores via mídias digitais, levamos informação útil e iniciativas solidárias, com o sonho de terminar a pandemia sem nenhum torcedor a menos.  
 
Somos testemunhas dos elogiáveis esforços da CBF, da Federação Paulista de Futebol e de outros clubes. Mas é preciso repensar, de forma ampla, o papel do futebol e sua influência nesse jogo. 
 
Na Alemanha, houve diálogo intenso entre todos os agentes políticos e esportivos, e um princípio foi claro para a Bundesliga: o futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia. Quando a sociedade confiou no sucesso do combate alinhado entre governo e estados alemães, a Bundesliga finalmente retomou seus jogos em sincronia, no último dia 16. Houve responsabilidade com seu produto, seus astros e seu público. 
 
O futebol brasileiro, porém, caminha para outra direção. 
 
Se o combate ao vírus não tem alinhamentos entre os governos, no futebol as reações estão ainda mais fragmentadas. Com decisões facultadas aos Estaduais, criam-se ruídos. O futebol perde muito como produto quando transmite que, para a bola rolar, basta decidir qual clube está mais pronto, ou qual estado está mais disposto a riscos, enquanto se somam mais de mil óbitos por dia.
 
Em 2020, a Série A tem 20 clubes de nove estados, cada um com panoramas distintos da doença. Isso pede um trabalho mais coordenado entre governos, clubes e federações. Num esporte coletivo, não dá para jogar sozinho.
 
Sem isso, qualquer retorno apenas adiará a próxima pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar. Como negócio sustentável, o futebol só poderá voltar depois de uma articulação eficiente, focada tanto no bem-estar das pessoas quanto na segurança da Saúde nos estados envolvidos.

 
 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Federação anuncia fim da temporada de futebol feminino na Inglaterra

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A Football Association (Federação de Futebol da Inglaterra) anunciou na última segunda (26) que decidiu encerrar a temporada 2019/2020 da Superliga Feminina e do Campeonato Feminino por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

“Após um feedback esmagador dos clubes, a decisão de encerrar a temporada 2019-20 foi tomada no melhor interesse do jogo feminino. Isso também permitirá que clubes, a Superliga Feminina e o Conselho de Mulheres da Football Association planejem, preparem e se concentrem na próxima temporada, quando o futebol voltar para a temporada 2020/2021″, informou a Football Association em comunicado.

Contudo, mesmo com a decisão de encerrar a temporada, a Football Association afirmou que ainda não decidiu qual será o resultado da temporada 2019/2020. Assim, também ficou em aberto quais serão as equipes inglesas estarão na próxima edição da Liga dos Campeões.

Segundo a entidade, a medida foi tomada como forma de proteger as atletas: “Apoiar o bem-estar dos clubes e jogadoras continuará sendo nossa principal preocupação durante todo esse processo, que também envolveu um exame robusto e completo dos desafios logísticos, operacionais e financeiros que o jogo enfrenta atualmente”.

Ameaça ao desenvolvimento do futebol feminino

Em abril, a Federação Internacional de Jogadores de Futebol (FIFPro) lançou um alerta para o que chamou de ameaça ao crescimento do futebol profissional feminino, como uma indústria forte e viável, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Segundo o secretário-geral da FIFPro, o holandês Jonas Baer-Hoffmann, “vivemos tempos sem precedentes e, como comunidade global do futebol, temos a responsabilidade de nos unir e apoiar nossa indústria (…) Caso clubes, ligas e competições de seleções nacionais comecem a falir, eles poderão desaparecer para sempre. Nosso objetivo final deve ser não apenas impedir que isso aconteça, mas construir uma base mais sólida para o futuro”.

Edição: Fábio Lisboa

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