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Senadora afirma que parecer da PGR sobre sua cassação pode ter sido “por encomenda”

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Rapidez com PGR se manifestou sobre cassação levantou suspeitas da senadora de MT

A senadora Selma Arruda (PSL) emitiu nota rebateu por meio de nota o parecer assinado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que defende a realização de nova eleição para o cargo de senador caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantenha a cassação determinada pelo Tribunal Regional Eleitora (TER). Selma ainda levanta suspeitas sobre a rapidez com que Dodge se manifestou, cogitando a hipótese de o parecer já estar pronto “por encomenda”.

Após a procuradora-geral da República Raquel Dodge defender em parecer publicado na terça-feira (10) a manutenção da cassação e o afastamento imediato da senadora Selma Arruda (PSL), além da realização de novas eleições para o Senado, a parlamentar mato-grossense emitiu nota, onde afirma que recebeu com “estranheza”, a decisão.

Para a ex-juiza, a rapidez com que o parecer foi emitido leva a entender que já estava pronto. Isso porque o parecer assinado por Raquel Dodge foi encaminhado ainda na terça-feira ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mesmo dia em que os autos foram encaminhados ao Ministério Público Federal (MPF).

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“A parlamentar manifesta estranheza pelo fato de os autos terem ido ao Ministério Público Federal na data de 10/09 e o parecer, com 75 laudas, ter sido assinado pela PGR nesta mesma data, ou seja, 10/09. Há sério indicativo de que o parecer já se encontrava pronto, por encomenda, ou que a Procurada Geral da República, Raquel Dodge, não tivesse mais nada a fazer, únicas hipóteses que justificariam tal concomitância”, diz trecho da nota.

Na nota, Selma ainda ressalta que o parecer da PGR não o trata de pedido de afastamento imediato do cargo.  “A PGR tão somente manifestou-se nos mesmos termos do que foi decido pelo TRE-MT, no sentido de que o acórdão, se mantido, deve ser executado após o julgamento no TSE, independentemente da interposição de outros recursos”, ressaltou.

Selma foi cassada em abril deste ano por decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por caixa 2 e abuso de poder econômico. Desde que foi cassada, Selma aguarda julgamento de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem como relator o ministro Og Fernandes.

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Botelho garante apoio para conclusão de campus da UFMT em Várzea Grande

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Viabilizar recursos para a conclusão da Universidade Federal de Mato Grosso – campus Várzea Grande, junto a bancada federal. Essa será uma das ações do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), em Brasília, na próxima semana. Botelho recebeu uma comitiva da UFMT, nesta sexta-feira (20), em seu gabinete, para detalhar o andamento da obra e os recursos que ainda faltam para que a universidade de engenharia comece a funcionar em 2020.

O doador do terreno no bairro Chapéu do Sol, Juarez Ductievicz, destacou a importância também da liberação de emendas parlamentares para a construção de estacionamento no local, que segundo a comitiva, vai ativar o desenvolvimento da cidade industrial, como é conhecida Várzea Grande.

Na primeira fase, serão oferecidos cinco cursos: Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Minas e Energia, Engenharia da Computação, Engenharia Química e Engenharia de Transporte. Também já trabalham pela inclusão dos cursos de Engenharia de Produção e Engenharia de Software. 

De acordo com o pró-reitor de Cultura da UFMT, Fernando Tadeu, o empreendimento será um grande presente à população que passará a contar com um grande parque tecnológico. “É importantíssimo esse trabalho porque Várzea Grande é cidade-irmã de Cuiabá e a Universidade Federal de Mato Grosso, que completará 50 anos, estará inaugurando esse campus totalmente voltado para a engenharia. O apoio da Assembleia Legislativa é fundamental”, afirmou.

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Da mesma forma, o pró-reitor do câmpus Várzea Grande, Mauro Lucio Naves Oliveira, destacou o apoio da ALMT. Disse que por meio de pesquisa foram constatados a necessidade de 10 cursos. Contudo, na primeira etapa serão implantamos cinco. “Todos os cursos que interessam para o desenvolvimento industrial de Mato Grosso”, garantiu.

Botelho afirmou que o campus é importante para toda a Baixada Cuiabana. “Estamos ajudando esta que será a primeira universidade federal de Várzea Grande. Estamos trabalhando para canalizar recursos, já marquei com deputados federais e senadores trabalhar para descontingenciar recursos do MEC e também articular recursos para construir o estacionamento da universidade. Tudo para ajudar a nossa querida Várzea Grande. Vai ser um marco para a cidade”, garantiu Botelho.

“Várzea Grande é uma cidade com vocação industrial. 65% da obra estão prontas. Falta pouco e precisamos de ajuda para mudar e fazer o nosso papel que é funcionar no novo campus formando engenheiros para Mato Grosso”, disse Ilce Campos, diretora da Faculdade de Engenharia do campus VG.

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Já estão prontos o restaurante universitário, a biblioteca, a área administrativa e dois blocos de salas de aulas. Também participaram da reunião Lisiane Pereira de Jesus, pró-reitora de Ensino de Graduação da UFMT; Adriano Aparecido de Oliveira, secretário de Infraestrutura da UFMT e Lucas Ductievicz, do Chapéu do Sol Urbanismo. 

 

Fonte: ALMT
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Deputado reivindica melhorias para o município de Jauru

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Dr. Gimenez (PV) tem trabalho para conseguir melhorias para o município de Jauru (409 km da capital). Completando 40 anos de emancipação política e administrativa nesta sexta-feira (20), a cidade possui inúmeras demandas importantes, principalmente nas áreas de infraestrutura, segurança e saúde.

Conforme o parlamentar, foram feitas sete indicações ao governo do estado, em nome da Assembleia Legislativa, solicitando, por exemplo, o fornecimento de materiais e combustível para a execução de serviços de manutenção para a rodoviária, a aquisição de uma ambulância e um micro-ônibus para o transporte de pacientes em hemodiálise. 

“Esta é uma região carente de tudo e que nunca teve grande representatividade política, por isso ficou muitos anos sem receber atenção do governo. Mas isso é muito ruim, porque fica num local estratégico na fronteira com a Bolívia, onde inúmeras quadrilhas atuam”, afirma Dr. Gimenez.

Na segurança, há necessidade de mais viaturas oficiais para as polícias civil, militar e para o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), a fim de fortalecer a segurança na faixa de fronteira, onde são cometidos inúmeros crimes fronteiriços, como roubos, furtos e tráfico, que exigem atuação rápida e ostensiva.

Já para a infraestrutura, a rodovia MT-248 precisa de operação tapa-buracos emergencial, pois no trecho entre Araputanga e Jauru já aconteceram inúmeros acidentes com vítimas. O mesmo é demandado para a MT-352, entre Jauru e Vale de São Domingos, outro motivo de preocupação devido o risco de morte o qual enfrenta a população. 

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O deputado participará da comemoração ao aniversário do município nesta sexta-feira, a convite do prefeito Pedro Ferreira, que organizou a 25ª Feira da Amizade. A festa ocorrerá entre sexta e domingo (20 e 22.09), com várias atrações culturais. “Não sou mato-grossense, mas tenho profundo respeito pelo povo desta terra e sei da importância da cidade para o estado, inclusive do ponto de vista histórico e cultural”, acrescenta Dr. Gimenez. 

História – O município de Jauru teve sua origem de Cáceres, que foi desmembrado de Cuiabá, sob a denominação de Villa de São Luiz do Paraguay, passando depois a Vila Maria e posteriormente São Luiz de Cáceres e Cáceres. O relevo da área é caracterizado pela depressão do rio Paraguai, na calha do rio Jauru, com 30% de sua área acidentada. 

No passado, o território foi habitado por vários povos indígenas, dentre eles, Nambikwara, Parecis, Bororo. Ainda hoje a população local encontra nos terrenos preparados para o plantio objetos que identificam a presença indígena, como cacos de cerâmica e machados de pedra. Os primeiros homens brancos a passar pela região datam do século 16 (ano de 1.500), foram os espanhóis em incursões por terras demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas.

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Vários grupos ou expedições, como a do Paulista Manoel de Campos Bicudo, mantiveram contatos com índios da área. Nos tempos da Capitania de Mato Grosso, o rio Jauru teve intensa movimentação, pois servia como via de transporte para a antiga capital – Villa Bella da Santíssima Trindade. 

Apenas partir de 1946 passou a ser realmente povoada. Sob a influência do movimento de colonização, foram vendidos a preços baixos grandes lotes de terra. Foi a Companhia Comercial de Terras Sul Brasil de Marília (SP) que adquiriu as primeiras glebas de terra na região. Em 1953, as terras começaram a ser ocupadas principalmente por famílias de São Paulo, Paraná e Minas Gerais e com elas surgiram as primeiras lavouras de café, arroz, milho e feijão. 

Parte dessas glebas formou a área urbana do atual município de Jauru. A origem do nome deriva da língua Tupi, que significa "Peixe Grande". Inicialmente o município recebeu o nome de "Gleba Paulista", que mais tarde, em função da religiosidade do povo, passou a chamar "Cidade de Deus". Pela força do nome do rio Jauru, acabou prevalecendo. 
 

Fonte: ALMT
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