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Política MT

Senador classifica Bolsonaro como decepção e diz que Governo Federal está sem rumo

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Para Jaime Campos, presidente emite sinais de que é incapaz de resolver os problemas do país

O senador Jaime Campos (DEM) fez um duro discurso contra a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no final da manhã desta segunda-feira (13), durante evento na Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), para uma plateia do empresariado mato-grossense.

Conforme o senador, que também é líder do DEM no Estado, “Bolsonaro já pode ser classificado como uma decepção”. Segundo ele, o governo federal está sem rumo e já se mostra incapaz de resolver os problemas do País. “O governo precisa deixar a prática da política de chantagem”, disparou o senador democrata.

Jaime se referiu ao fato de o governo Bolsonaro condicionar a retomada das políticas públicas à votação da reforma da Previdência. “Se tudo que tiver acontecendo no país condicionar à reforma da previdência, o país vai parar. Quem garante que vai aprovar até julho, agosto ou setembro? Ninguém. É conversa de bêbado para delegado”, disse Campos.

Conforme o senador, Bolsonaro erra ao tentar governar o País pelas redes sociais. “Tem que acabar com essa política de mimimi pra cá, rede social pra lá, decreto para armamento. Não queremos saber de metralhadora. Queremos coisas concretas. O Brasil está parado. A crise está aí, o desemprego está aumentando. Precisamos abrir uma nova perspectiva”, conclamou o senador.

Jaime Campos prevê que se o governo não mudar de rumo, o Brasil vai enfrentar uma verdadeira quebradeira. “Se o Brasil está praticamente parado, haverá uma verdadeira quebradeira, de forma generalizada. O governo tem que cair na real urgentemente”, sugeriu o senador.

 

 

 

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1 comentário

1 comentário

  1. Juarez Pereira Leite disse:

    Sim, para o Sr. Jaime Campos é conversa de bêbado com delegado, mas, ele é um político incapaz que ao longo de décadas não conseguiu organizar nem mesmo nossa querida Várzea Grande, que frente aos demais municípios do Estado, fica literalmente no chinelo, bem aquém dos outros e infelizmente somos um protozoário da Capital Cuiabá, feito um carrapato grudado, aonde milhares de pais e mães de família, que todos os dias tem de encarar ônibus coletivos lotados rumo à capital em busca de trabalho para sustentar seus filhos.
    Então, Vossa Excelência deve respeitar o novo governo que recém começou e votar em prol do povo que o colocou no poder e não como o fez votando contra o Ministro Sérgio Moro, para tirar o COAF de suas mãos.

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STJ aceita recurso e autoriza retorno de Sérgio Ricardo para o cargo de conselheiro do TCE após quase 5 anos

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Conselheiro está afastado de suas funções desde janeiro de 2017

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio de decisão monocrática do ministro Mauro Campbell Marques, acatou recurso e autorizou o retorno do conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida às suas funções de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Ele esta afastado do cargo desde janeiro de 2017 por decisão do juiz Luís Aparecido Bortolussi Junior, então titular da Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular, suspeito de ter comprado a vaga de conselheiro.

“Ante o exposto, defiro o pedido de liminar de efeito suspensivo ao recurso especial, com fundamento no art 288, §2º, do RISTJ, para suspender os efeitos do acórdão proferido pela 2ª Câmara de Direirto Público e Coletivo do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso”, determinou o ministro.

De acordo com o Ministério Público Estadual (MPMT), em 2009, Sérgio Ricardo, na época deputado estadual, comprou a cadeira do conselheiro Alencar Soares Filho ao preço inicial de R$ 8 milhões, na vaga que seria por indicação da Assembleia Legislativa. Além dele, outras 10 pessoas tornaram-se réus nessa ação, entre elas, o próprio Alencar Soares, Blairo Maggi (à época governador), Eder de Moraes Dias (ex-secretário de Fazenda), Gercio Marcelino Mendonça Júnior (empresário), Humberto Bosaipo (ex-conselheiro do TCE) e José Riva (ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa). Conforme a denúncia, R$ 4 milhões foram envolvidos na negociação.

Nesse período em que esteve afastado, Sergio Ricardo chegou a sofrer novo afastamento por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), sem setembro de 2017, com a deflagração da “Operação Malembolge” (12ª fase da Ararath), que investigou propina de R$ 53 milhões do Governo Silval Barbosa em troca de aprovação de contas e de pareceres do TCE para autorizar andamento das obras da Copado Mundo de 2014. Além de Sérgio, foram alvos os conselheiros Antonio Joaquim, José Carlos Novelli, Valter Albano e Valdir Teis, que foram afastados. Todos já retomaram suas funções.

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Projeto de lei institui a “hora do colinho” na saúde pública mato-grossense

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O tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso

Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Dr. Gimenez explica que o mesmo projeto foi implantado com sucesso no estado da Paraíba

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O Projeto de Lei nº 990/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), institui a “hora do colinho” na rede de saúde pública de Mato Grosso. O objetivo é oferecer acolhimento afetivo a bebês recém-nascidos órfãos ou que por algum motivo estejam privados da presença materna durante a hospitalização.  

Conforme o parlamentar, o projeto será implementado por meio do Protocolo Operacional Padrão (POP), oferecido pela equipe multiprofissional competente. Poderão participar profissionais treinados pelas unidades hospitalares cadastrados ao projeto.  

“Após tantos anos trabalhando com crianças, posso dizer que, sem sombra de dúvida, o amor cura, pois a resposta do bebê será muito positiva ao tratamento depois desse momento de relaxamento proporcionado pela equipe de profissionais. A humanização ajuda a diminuir o estresse e reduz as sensações de eventuais dores”.  

A orientação é que o governo estadual faça convênio com os municípios para a efetivação do POP, ampliando a abrangência para a rede municipal de saúde. Além de capacitação, essas unidades poderão criar uma sala específica, tecnicamente preparada e apta com ambiente silencioso, acolhedor e conforto para a recepção dos bebês recém-nascidos órfãos.

Os estabelecimentos de saúde que adotarem o projeto “hora do colinho” estarão autorizados a firmar convênios público-privados locais, nacionais ou internacionais de capacitação, treinamento, divulgação, publicidade e cooperação técnica pertinente ao uso do Protocolo.

Dr. Gimenez explica que Mato Grosso seria um dos pioneiros na implantação da proposta que vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde para uso via Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas crianças ficaram órfãs durante a pandemia, o que nos sensibilizou muito e então veio a ideia de criar o projeto, afinal, a mão que cuida também é o colo que acalenta”.

Ele explica que o tempo de colo deve ser ajustado de acordo com a demanda do bebê. A técnica aprimora a respiração e promove a expansão da caixa torácica do recém-nascido, auxiliando o funcionamento do intestino e do estômago. 

“Nós avaliamos os dados preliminares da Maternidade Frei Damião, na Paraíba, onde esse projeto já foi implementado com muito sucesso e é realmente animador observar que de fato o tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso, além da redução do refluxo e do tempo de internação”.  

Fonte: ALMT

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