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Internacional

Senado dos EUA aprova adesão de Suécia e Finlândia à Otan

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Cartas oficiais de pedido de adesão à OTAN de Klaus Korhonen (embaixador da Finlândia acreditado na OTAN) e Axel Wernhoff (embaixador da Suécia acreditado na OTAN)
Divulgação/OTAN – 18.05.2022

Cartas oficiais de pedido de adesão à OTAN de Klaus Korhonen (embaixador da Finlândia acreditado na OTAN) e Axel Wernhoff (embaixador da Suécia acreditado na OTAN)

O Senado dos Estados Unidos aprovou na noite desta quarta-feira (3) a entrada da Suécia e da Finlândia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A medida foi aprovada por 95 votos a favor e apenas um contrário e já era esperada após o apoio público dos congressistas democratas e republicanos.

Essa é a maior ampliação da Otan desde os anos 1990 e foi solicitada por ambos os países por conta dos temores de que a Rússia faça uma invasão militar na Suécia e na Finlândia assim como está fazendo na Ucrânia. Isso porque a Aliança tem o chamado “Artigo 5” que considera que o ataque contra qualquer país-membro é uma ação militar contra toda a Otan.

Para um candidato ser aprovado, ele precisa do voto dos Parlamentos dos Estados-membros, 30 ao todo. No entanto, o único que pode dificultar a adesão de suecos e finlandeses é a Turquia, que acusa as duas nações de ajudarem “grupos terroristas” locais.

Após a aprovação do Senado, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comemorou o amplo apoio à medida.

“O Senado aprovou de maneira esmagadora a adesão à Otan dos nossos parceiros próximos Finlândia e Suécia. Esse voto histórico é um sinal importante do constante compromisso bipartidário dos Estados Unidos para garantir que a Aliança esteja pronta para enfrentar os desafios de hoje e de amanhã”, afirmou o mandatário.

Para Biden, os EUA “continuarão a trabalhar para permanecer vigilantes contra qualquer ameaça à nossa segurança compartilhada e para desencorajar e enfrentar qualquer tipo de agressão”.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

México: Obrador diz que vai reforçar  trabalhos para resgatar mineiros

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Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros
Divulgação/Governo do México

Obrador afirma que estão sendo todos os esforços para o resgate dos dez mineiros

As autoridades mexicanas vão reforçar os trabalhos para resgatar os 10 mineiros presos em uma mina de carvão . A afirmação foi feita pelo presidente do México, López Obrador, durante entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (15).

Os trabalhadores estão presos na mina Pinabete, localizada na cidade de Sabinas, desde o dia 3 de agosto. Desde então, as forças oficiais e voluntários atuam para resgatar os mineiros, mas a situação ficou um pouco mais complicada no domingo (14), quando os níveis de água no local voltaram a aumentar. 

“Infelizmente, a mina desabou ainda mais, principalmente por conta de um furo de água na mina abandonada vizinha (Concha Norte), que é a que mais acumula água”, afirmou o chefe executivo mexicano.

Coordenadora Nacional de Proteção Civil, Laura Velázquez Alzúa, ressaltou que a nova inundação frustrou o plano de resgate que estava sendo seguido, uma vez que o aumento da profundidade do poço impossibilitou a entrada dos socorristas no domingo.

Alzúa completou destacando que os socorristas devem continuar bombeando a água permanentemente e que seja injetado cimento através das perfurações nas galerias para vetar a passagem de água de uma mina para outra. 

Atualmente, 14 bombas localizadas nos poços da mina atuam na retirada de água no local. A vazão de saída da água é de 371 litros por segundo.

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Fonte: IG Mundo

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Internacional

ONU e Rússia debatem sobre usina nuclear de Zaporizhzhia em reunião

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Vista da central nuclear de Zaporizhzhia
Foto: ANSA

Vista da central nuclear de Zaporizhzhia

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, e o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, debateram a situação da  central nuclear ucraniana de Zaporizhzhia nesta segunda-feira (15).

A usina fica na Ucrânia e é operada por funcionários ucranianos, mas está sob controle militar dos russos desde o início de março. Por conta disso, ataques na área e contra a central estão sendo realizados – com Kiev e Moscou trocando acusações sobre as ações militares.

“Sergei Shoigu conduziu negociações telefônicas com o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, no mérito das condições para o funcionamento seguro da central nuclear de Zaporizhzhia”, informou em nota o Ministério da Defesa.

Kiev e Moscou se acusam de fazer ataques, que chegaram a danificar um dos dois reatores que estavam em funcionamento, e também dizem que a delegação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) não pode fazer inspeções por conta do “inimigo”.

É impossível saber, de maneira independente, quem realmente faz as operações militares ou se são as duas nações as responsáveis.

A central nuclear que fica em Energodar é a maior da Europa e, antes da guerra, operava com dois dos seus seis reatores. A AIEA já alertou, mais de uma vez, que a situação na usina é “muito grave” e chegou a dizer que tudo no local estava “completamente fora de controle”.

Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, as visitas de rotina da agência, que é ligada à ONU, foram interrompidas e, por mais de uma vez, a AIEA informou que perdeu o acesso às informações remotas de segurança e vigilância.

Por conta dos ataques, a Rússia informou que desligou um dos reatores afetados e que está cogitando fechar a central nuclear.

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Fonte: IG Mundo

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