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Política Nacional

Senado celebra o Dia do Dentista

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O Senado comemorou nesta sexta-feira (25) o Dia do Dentista, celebrado anualmente nesta data, em sessão solene realizada no Plenário da Casa, por iniciativa dos senadores Izalci Lucas (PSDB-DF) e da deputada Celina Leão (PP-DF).

A data comemorativa foi instaurada em 1884, quando foram criados os primeiros cursos de graduação de odontologia do Brasil, no Rio de Janeiro e na Bahia.

Mais tarde, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) oficializou a data como o Dia Nacional do Cirurgião-Dentista, com o objetivo de valorizar o profissional e promover a higiene bucal dos brasileiros.

A sessão solene teve início após a execução do Hino Nacional, seguido de apresentação de vídeo sobre a atividade odontológica. Em seu pronunciamento, Izalci Lucas disse que o Brasil é a nação com o maior número de dentistas do mundo, e destacou o aumento da qualidade dos tratamentos dentários nos últimos anos. A odontologia brasileira tornou-se uma das mais avançadas, mesmo enfrentando desafios comuns a outras áreas, afirmou.

Izalci Lucas, contudo, cobrou a adoção de políticas públicas e mais recursos para a universalização do atendimento odontológico, que hoje alcança 30% dos municípios. O senador citou ainda dados do IBGE, segundo os quais 55% dos brasileiros não consultam dentistas uma vez por ano, quando as visitas deveriam ser semestrais. Os dados apontam ainda que 11% dos adultos brasileiros perderam todos os dentes, índice que chega a 41,5% entre os idosos.

Após a sua fala, Izalci Lucas entregou certificados de homenagem aos cirurgiões dentistas Mauricio Barriviera, Marcelo Basílio, Liana Bonfim, Maria das Graças Barbosa de Queiroz, Ricardo Prata, Rodrigo dos Santos Souza e Valesca Hungria.

Atendimento odontológico

Celina Leão, por sua vez, afirmou que a prestação de um serviço de saúde de qualidade precisa não só de médico e de equipe multidisciplinar, mas da presença de dentistas. A deputada disse ainda que há muito que avançar no Brasil e defendeu a ampliação do atendimento odontológico a todas as parcelas da população.

Presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF), Marco Antônio dos Santos disse que a odontologia deu enorme salto não só tecnológico, mas principalmente no âmbito de atenção à saúde integral. Para ele, é importante reconhecer os profissionais que trabalham com humanismo e dedicação ao próximo, com empenho pela melhoria de vida da população.

Presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Jeovânia Rodrigues Silva apontou a desigualdade social e ressaltou que o Brasil dispõe da melhor odontologista do mundo, que, todavia, não está acessível à maioria da população. Ela também cobrou a aprovação de projeto de lei que transforma o programa Brasil Sorridente em iniciativa de âmbito nacional.

Formação profissional

Integrante do CRO-DF, Ricardo Paulin lembrou que cursos de odontologia do Brasil estão entre os melhores do mundo, e que o país conta hoje com 328 mil dentistas, o que representa 21% dos profissionais do mundo.

Diretor do CFO, Luiz Evaristo Ricci Volpato disse que os dentistas “resgatam sorrisos, transformam histórias e salvam vidas” diariamente em todo o país. Ele ressaltou ainda que a categoria tem como desafio traduzir toda a excelência técnica dos profissionais e acadêmicos do setor na melhoria dos indicadores de saúde bucal de toda a população.

Gerente de Serviços de Odontologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Maurício Bartelle Basso destacou que o Brasil é o único país que tem uma prestação de saúde universal em odontologia. Ele cobrou mais recursos para a saúde bucal pública, presente em todos os estados brasileiros, além de investimentos na atenção primária das crianças.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Governo quer dobrar participação do modo ferroviário em oito anos

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A participação das ferrovias no total de transportes no Brasil deve chegar a mais de 30% em até oito anos. Esse é o plano do governo federal, de acordo com o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas. Ele discutiu as ações do Executivo para a área em webinar promovido pela Revista Ferroviária hoje (10).

Atualmente, o modo ferroviário responde por 15% do ecossistema de transporte brasileiro. A meta é dobrar isso nos próximos oito anos. Freitas defendeu que a consecução deste objetivo deverá ser garantida a partir das concessões de ferrovias planejadas do Executivo.

“A estratégia ferroviária pretende reequilibrar a matriz de transportes e dobrar a participação do modo ferroviário em oito anos, a partir dos investimentos planejados e plantados. Vamos trazer inovações para o marco regulatório de maneira que facilite a chegada do investimento privado”, disse o ministro no debate virtual.

O titular da pasta da Infraestrutura defendeu e apontou benefícios das concessões. Segundo ele, este modelo poderá gerar investimentos e melhorar a qualidade do serviço com redução dos tempos de viagem, melhoria da segurança e diminuição dos custos de operação.

Além das novas concessões e autorizações, o ministro citou também dentro das estratégias a renovação antecipada de contratos. Ele projetou que os investimentos mobilizados com essas medidas podem ficar entre R$ 40 bilhões e R$ 100 bilhões.

Edição: Fábio Massalli

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Política Nacional

Proibir divulgação de Bolsonaro da hidroxicloroquina é ação “temerária”, diz AGU

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Bolsonaro compartilhou foto nesta quarta-feira (8) para mostrar que está bem usando cloroquina
reprodução / Twitter

Bolsonaro compartilhou foto nesta quarta-feira (8) para mostrar que está bem usando cloroquina

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou uma manifestação ao decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, na qual diz que a decisão judicial que proíbe o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou qualquer membro do Executivo de divulgar o uso da cloroquina  é uma ação “temerária”.

A decisão do ministro do STF ainda pede que o Ministério da Saúde explique quais são as explicações para o uso do medicamento.

Segundo a defesa do presidente, no enfrentamento de crises como a do novo coronavírus (Sars-CoV-2), as autoridades competentes devem adotar “soluções que sejam precisas e eficazes ao atendimento das necessidades sociais que, nessas ocasiões, vão naturalmente surgindo a cada momento”. A órgãos do poder Judiciário, a AGU diz que a recomendação seria uma “postura de autocontenção”.

“As políticas públicas e a realização de despesas públicas são implementadas no interesse coletivo ou geral, a partir de planejamento administrativo que deve atender a toda a sociedade brasileira, sem privilégios ou preferências, afigurando-se absolutamente temerária uma ordem judicial para que o Presidente da República ou seus ministros de Estado se abstenham de divulgar estudos em andamento de combate à pandemia”, disse a AGU.

A manifestação foi enviada ao STF na segunda-feira (6). No dia seguinte, Bolsonaro testou positivo para a Covid-19 . Desde então, o presidente usa as redes sociais para fazer anúncios, mostrando inclusive que está tomando a cloroquina , e atende aos compromissos de sua agenda por meio de videoconferência.

“Sabemos que hoje em dia que existem outros remédios que podem ajudar a combater o coronavírus, sabemos que nenhum tem sua eficácia cientificamente comprovada, mas sou uma pessoa que está dando certo. Eu confio na hidroxicloroquina”, afirmou Bolsonaro em vídeo publicado no Facebook.

A manifestação foi enviada ao decano, que cobrou explicações do governo sobre o uso da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento de pacientes. O pedido foi enviado ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no âmbito de ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Saúde (CNTS) .

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