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Senado aprova adiamento das eleições; projeto segue para Câmara

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Coluna Esplanada

Projeto que muda eleições para novembro foi aprovado pelo Senado

O Senado aprovou em segundo turno, em sessão remota, a proposta de emenda à Constituição que adia as eleições municipais de outubro para novembro, nos dias 15 e 29. Agora, a proposta vai à Câmara dos Deputados para ser votada. Se aprovada também na Câmara, texto segue para a sanção presidencial. 

A versão final da proposta de emenda à Constituição (PEC) define que as eleições devam ser realizadas nos dias 15 e 29 de novembro, devido à pandemia do coronavírus (Sars-CoV-2). O relator da PEC, senador Weverton Rocha (PDT-MA), entregou o relatório na manhã de hoje (23).

Mudanças

O calendário tradicional estabelece o primeiro e o segundo turnos, respectivamente, nos dias 4 e 25 de outubro. Mas, o novo texto adiou ainda as convenções partidárias para definição de candidatos para as datas entre 31 de agosto e 17 de setembro, por conta da crise sanitária que o país enfrenta.

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PF faz operação contra grupo que pede intervenção e prisão de ministros do STF

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Agência Brasil

PF faz operação contra grupo que pede intervenção militar e prisão de ministros do STF

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (27), uma operação para investigar um grupo que fazia propaganda em redes sociais para pedir a intervenção militar e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal  (STF).

Um dos alvos do operação é  Renan Silva Sena,  ex-funcionário do Ministério dos Direitos Humanos, que foi demitido após divulgar vídeo com ofensas a autoridades do Supremo. A operação Estabilidade cumpre três mandados de busca e apreensão em Brasília (DF), Uberlândia (MG) e Taboão da Serra (SP).

Segundo a PF, a força-tarefa teve início após a publicação de um vídeo realizado na frente do prédio do STF, por dois dos investigados. “Com o aprofundamento das análises, foi possível constatar a participação deles em diversos atos do tipo, inclusive com a arrecadação de fundos para financiar o movimento”, disse a PF.

Os envolvidos são investigados por crimes que envolvemquestão de Segurança Nacional, por fazerem propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social. As penas para esse tipo de crime variam de 1 a 4 anos de detenção ou reclusão.

Já conhecido das autoridades

Renan Sena é apoiador do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em junho deste ano, ele foi detido pela Polícia Civil por crimes de calúnia e injúria, após divulgar vídeo com ofensas contra autoridades e o governador do DF,  Ibaneis Rocha  (MDB). Mas, foi liberado após assinar um termo de comparecimento em juízo.

Além disso, Sena também é suspeito de “narrar o vídeo” em que manifestantes lançam fogos de artifício contra o Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 13 de junho.

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Flordelis vai à 2° audiência no qual é ré pela morte do pastor Anderson

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Flordelis e o marido, pastor Anderson

A deputada federal Flordelis dos Santos de Souza chegou ao fórum de Niterói, na Região Metropolitana do Rio , às 9h desta sexta-feira, dia 26, para a segunda audiência do processo no qual é ré pela morte do marido. Ela estava acompanhada do seu advogado, Anderson Rollemberg.

A parlamentar é acusada de ser mandante do assassinato do pastor Anderson do Carmo em junho de 2019. Na sessão, marcada para começar às 9h, serão ouvidas testemunhas de acusação. Flordelis é ré no processo junto com outros sete filhos e um neto, além de um policial militar e sua esposa.

Flordelis foi a primeira a chegar no plenário. Cerca de dez minutos depois, os outros réus, que estão presos, foram conduzidos à sala de audiência. A juíza advertiu todos de que eles são proibidos de se comunicar e ameaçou tomar outras medidas caso não fosse atendida.

Na primeira audiência, no dia 13 de novembro, foram ouvidas cinco testemunhas de acusação, entre elas os dois delegados que conduziram as investigações, Bárbara Lomba e Allan Duarte.

Flordelis é a única dos 11 réus que não está presa. Em razão de sua imunidade parlamentar, ela só poderia ser presa em flagrante delito por crime inafiançável. Há pouco mais de um mês, a deputada está sendo monitorada por tornozeleira eletrônica.

Foram decretadas ainda outras medidas cautelares, como proibição de contato com outros réus no processo e também com quatro pessoas que ainda são investigadas por suspeita de participação no crime.

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