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Política Nacional

Senado aprova acordo de transporte aéreo entre Brasil e Sri Lanka

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Em votação simbólica, o Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (18) o acordo sobre serviços de transporte aéreo celebrado entre Brasil e Sri Lanka. O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 145/2021, que trata desse acordo, segue para promulgação.

A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora do projeto, apresentou parecer favorável ao acordo. Segundo ela, os mais favorecidos serão os usuários do transporte por aeronaves de passageiros, bagagem, carga e mala postal. Mara também afirma que a iniciativa “há de incrementar a economia, o comércio e o turismo bilateral em prol de ambos os países”.

Esse acordo foi assinado em Colombo, em 6 de dezembro de 2017. 

Dispositivos

Entre outros dispositivos, o acordo determina que Brasil e Sri Lanka terão o direito de designar por escrito uma ou mais empresas aéreas para operar os serviços acordados, bem como de revogar ou alterar essa medida. O texto traz ainda o reconhecimento de certificados de aeronavegabilidade, de habilitação e de licenças e estabelece a possibilidade de realização de consultas sobre normas de segurança operacional. Além disso, traz a reafirmação dos dois países quanto à sua obrigação mútua de proteger a segurança da aviação civil.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Molon: ‘Nosso país foi destruído nos últimos 4 anos’

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Candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), em ato pela democracia na PUC-Rio
Luis Felipe Azevedo/IG

Candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), em ato pela democracia na PUC-Rio

O deputado federal e candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Alessandro Molon (PSB-RJ), participou do ato Pilotis pela Democracia na PUC-Rio na manhã desta quinta-feira (11). O evento foi marcado pela leitura da  carta em defesa do estado democrático  organizada por juristas da Faculdade de Direito da USP.

Em entrevista, Molon afirmou que o Brasil vive um momento delicado, em que a democracia está em risco. Ele enfatiza a necessidade de manifestações a favor do Estado Democrático de Direito como forma de combate ao constante ataque do presidente, Jair Bolsonaro, às urnas.

“O Brasil tá dizendo a Bolsonaro que pare, que ele já passou de todos os limites e que a democracia brasileira vai resistir. As eleições vão acontecer e o seu resultado terá que ser respeitado”, disse Molon. Ele acrescenta que a partir da manutenção do sistema democrático “iremos começar a reconstruir o nosso país que foi destruído nos últimos 4 anos.”

O pessebista também reafirmou a importância da participação dos jovens na política e disse ser necessário derrubar a “farsa” que questiona a legitimilidade do sistema eleitoral brasileiro. 

Candidatura ao Senado:

Molon confirmou que pretende manter a sua candidatura ao Senado no Rio. Ele afirmou que a campanha ainda irá realizar muitos atos em defesa da democracia. O pessebista acredita que essa mobilização de pessoas será uma ação fundamental para conseguir vencer as eleições.

“O Rio tem três senadores, todos do PL. Nesse ano, haverá apenas a renovação de um deles. É fundamental que o estado consiga substituir um bolsonarista por um democrata”, afirmou Molon.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

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Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou que votará no presidente Jair Bolsonaro (PL) em caso de segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No primeiro turno, o jurista declarou voto em Ciro Gomes (PDT), se ele tiver alguma viabilidade na disputa. Em entrevista ao UOL, ele argumentou que o governo federal buscou “dias melhores”, mas negou que seja bolsonarista.

“Não imagino uma alternância para ter como presidente da República aquele que já foi durante oito anos presidente e praticamente deu as cartas durante seis anos no governo Dilma Rousseff (PT). Penso que potencializaria o que se mostrou no governo atual e votaria no presidente Bolsonaro, muito embora não seja bolsonarista”, afirmou o ex-ministro, que elogiou o candidato do PDT.

“Reconheço que ninguém conhece mais o Brasil do que Ciro Gomes. Eles, às vezes, é um pouco açodado na fala… Mas, paciência, creio que é um bom perfil”.

Para Marco Aurélio, um dos pontos positivos do governo Bolsonaro foi a escolha dos ministros, com destaque para Paulo Guedes, que comanda a economia do país.

“Cito, por exemplo, a atuação, que é digna de elogio, do ministro da Fazenda, Paulo Guedes. Se formos realmente fazer um levantamento, vamos ver que houve práticas de atos positivos buscando dias melhores”, disse.

O ex-ministro do STF foi indicado para ocupar a vaga no Supremo em 1990 pelo primo e então presidente Fernando Collor de Mello, hoje senador pelo PTB-AL e atualmente aliado de Jair Bolsonaro.

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Fonte: IG Política

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