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Economia

Sem ICMS, diesel pode cair até um real; veja a redução no seu estado

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Zerar o ICMS do diesel pode cortar preço em até R$ 1,006 por litro
Agência Brasil

Zerar o ICMS do diesel pode cortar preço em até R$ 1,006 por litro

Zerar o ICMS do diesel, como propôs hoje o governo de Jair Bolsonaro, vai ter um grande impacto no preço do combustível a quatro meses das eleições. Se a medida for aprovada no Congresso, o impacto no preço do litro pode variar de R$ 0,5091 por litro no Mato Grosso do Sul a R$ 1,006 no Acre.

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Nos três maiores estados do país o impacto será assim: R$ 0,6618 em São Paulo, R$ 0,7158 em Minas Gerais e R$ 0,5951 no Rio de Janeiro. Os valores levam em conta as alíquotas cobradas pelos estados, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados. Na atual proposta, o governo federal assumiria parte destes custos.

Entretanto, o corte dos impostos pode não ser integralmente repassado ao preço final das bombas, ainda mais em momentos de pressão inflacionária.

Veja o valor do ICMS sobre o litro de óleo diesel em cada estado:

  • Acre: R$ 1,006
  • Alagoas: R$ 0,8868
  • Amazonas: R$ 0,9157
  • Amapá : R$ 0,8679
  • Bahia: R$ 0,983
  • Ceará: R$ 0,9267
  • Distrito Federal: R$ 0,7297
  • Espírito Santo: R$ 0,5563
  • Goiás: R$ 0,8086
  • Maranhão: R$ 0,8581
  • Minas Gerais: R$ 0,7158
  • Mato Grosso do Sul: R$ 0,5091
  • Mato Grosso: R$ 0,8625
  • Pará: R$ 0,8602
  • Paraíba: R$ 0,9034
  • Pernambuco: R$ 0,753
  • Piauí: R$ 0,8784
  • Paraná : R$ 0,5304
  • Rio de Janeiro: R$ 0,5951
  • Rio Grande do Norte: R$ 0,9238
  • Rondônia: R$ 0,8864
  • Roraima: R$ 0,8864
  • Rio Grande do Sul: R$ 0,5815
  • Santa Catarina: R$ 0,5544
  • Sergipe: R$ 0,9115
  • São Paulo: R$ 0,6618
  • Tocantins: R$ 0,648

*Os valores se referem ao diesel do tipo S10, o mais usado nas frotas.

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Economia

Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde em julho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a decisão, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o terceiro o anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado nesta semana pela Aneel <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/aneel-reajusta-bandeiras-tarifarias-em-ate-64>. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos, que variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Edição: Claudia Felczak

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Economia

Comitê da Petrobras aprova nome de Caio Andrade para presidência

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O nome de Caio Mário Paes de Andrade foi aprovado, pelo Comitê de Elegibilidade da Petrobras, para a presidência da companhia. A informação foi divulgada em nota, na noite desta sexta-feira (24), após reunião do grupo.

“O Comitê de Elegibilidade se reuniu nesta data para analisar a indicação do Sr. Caio Mário Paes de Andrade para os cargos de conselheiro de administração e presidente da Petrobras com base nas regras de governança da companhia e legislação aplicável. Foi reconhecido pelo Comitê, funcionando como o Comitê de Elegibilidade previsto no artigo 21 do Decreto nº 8.945/16, por maioria, o preenchimento dos requisitos previstos na Lei nº 13.303/16, no Decreto nº 8.945/16 e na Política de Indicação de Membros da Alta Administração da Petrobras, bem como a não existência de vedações, para que a indicação do Sr. Caio Mário Paes de Andrade aos cargos de conselheiro de administração e presidente da companhia seja deliberada pelo Conselho de Administração”, informou a estatal.

Segundo a companhia, o detalhamento da manifestação do comitê poderá ser encontrado na íntegra da ata da reunião, que ficará disponível para consulta em até sete dias úteis no site do Relações com Investidores da Petrobras.

Edição: Claudia Felczak

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