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Economia

Sem documentos, Petrobras adia análise de indicação de Paes de Andrade

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Caio Paes de Andrade foi o indicado pelo Planalto para ocupar a presidência da Petrobras
Michel Jesus / Câmara dos Deputados

Caio Paes de Andrade foi o indicado pelo Planalto para ocupar a presidência da Petrobras

A Petrobras ainda não iniciou a análise do nome de Caio Paes de Andrade para assumir a presidência da estatal porque o Ministério de Minas e Energia (MME) ainda não enviou a documentação necessária.

Segundo fontes, a análise deve levar cerca de 20 dias pelo chamado Comitê de Pessoas (Cope), formado por cinco pessoas, entre membros externos e do próprio Conselho de Administração da estatal.

Segundo especialistas, a indicação de Caio Paes de Andrade corre o risco de parar na Justiça. Sem experiência no setor, analistas avaliam que ele não preencheria os requisitos para o comando da empresa de acordo com as disposições da Lei das Estatais.

O artigo 17 da Lei das Estatais exige experiência profissional mínima de dez anos, no setor público ou privado, na área de atuação da empresa, ou quatro anos ocupando cargo de diretoria em empresa de porte similar, cargo público de confiança em nível superior (DAS-4) ou ainda cargo de docência ou pesquisa na área de atuação da empresa.

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Paes de Andrade era o nome indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, desde a demissão de Joaquim Silva e Luna do comando da empresa, no fim de março. Seu nome ganhou destaque com a implementação da plataforma digital gov.br.

Paes de Andrade foi secretário de Desburocratização de Guedes e tinha bom relacionamento com o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. A indicação marca o aumento da influência de Guedes no setor de energia. Na quarta-feira, o Conselho de Administração da estatal informou que é preciso que a União informe os outros nomes que serão indicados ao Conselho de Administração.

Como José Mauro Ferreira Coelho foi eleito pelo sistema de voto múltiplo, os outro conselheiros eleitos também precisam passar por uma nova eleição. O Conselho fez o pedido ao MME fazendo referência ao Decreto 11.048/2022, de abril deste ano, que altera a sistemática entre a indicação e a assembleia de acionistas.

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Economia

Esposa defende Guimarães após acusação: ‘destruir nossa família’

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Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa
Reprodução TV Brasil

Pedro Guimarães pediu demissão após acusações de assédio sexual na Caixa

Mulher do ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães, Manuella Pinheiro pronunciou-se pela primeira vez nesta segunda-feira sobre as acusações de assédio que levaram à demissão do seu marido. Sem comentar diretamente o caso, Manuella afirmou que os dois têm sido alvos de “ataques deliberados e impiedosos” e que querem “destruir” sua família. Ela recebeu apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

“Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família”, escreveu Manuella em sua conta no Instagram.

Michelle respondeu a publicação escrevendo “querida”. Pedro Guimarães também comentou na postagem, dizendo amar a mulher, e republicou o texto em sua própria conta.





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Guimarães foi exonerado na quarta-feira, um dia após o site Metrópoles revelar denúncias de assédio sexual apresentadas por funcionárias contra o então presidente da Caixa.

Manuella também relacionou o caso às acusações contra o seu pai, Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS. Pinheiro foi preso no âmbito da Operação Lava-Jato e posteriormente firmou um acordo de delação premiada.

“Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro”, escreveu ela.

Fonte: IG ECONOMIA

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Caixa: nova presidente afastou pessoas do gabinete de Guimarães

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Caixa: nova presidente diz que afastou pessoas do gabinete de Guimarães
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Caixa: nova presidente diz que afastou pessoas do gabinete de Guimarães

A nova presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, anunciou no seu primeiro dia de trabalho à frente do banco, nesta segunda-feira (4), o afastamento de um grupo de pessoas ligadas diretamente ao ex-presidente Pedro Guimarães. São pessoas com cargo de confiança, como chefia de gabinete e cinco consultores “estratégicos”.

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Em entrevista à Globo News, ela informou também que tomou a decisão de afastar o vice-presidente de Logística e Operações, Antonio Carlos de Souza.

Na sexta-feira, foi afastado o vice-presidente de Negócios de Atacado, Celso Leonardo Barbosa. Ele entregou uma carta renúncia, após o afastamento de Pedro Guimarães, acusado de assédio sexual contra mulheres no banco.

Celso também é citado nas denúncias que estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal. Já Antônio Carlos é citado por testemunha por assédio moral.

Daniella anunciou também os primeiros nomes da sua equipe: Danielle Calazans, secretária de Gestão Corporativa do Ministério da Economia, Alexandre Mota, dirigente da Empresa Gestora de Ativos (Emgea) e Caroline Busatto, que exercia função na Secretaria de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia.

Guimarães deixou o cargo na semana passada, após se tornarem públicas denúncias de funcionárias do banco, que relataram ter sofrido do ex-presidente abordagens que configuram assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.

O Ministério Pública Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam o caso.  O Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar a conduta do ex-presidente e os mecanismos de combate e prevenção ao assédio dentro do banco.

Fonte: IG ECONOMIA

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