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Economia

Sem convite para mulheres e Hang excluído: a lista do jantar de Bolsonaro

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luciano hang e jair bolsonaro
Reprodução/Facebook

Empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, foi excluído de jantar entre Bolsonaro e empresários

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com empresários em jantar nesta quarta-feira (7), no bairro dos Jardins, área nobre de São Paulo, e foi ovacionado, embora tenha ouvido cobranças para acelerar a vacinação contra a Covid-19 e para defender a agenda de reformas econômicas . Donos de grandes empresas estiveram presentes, mas, além deles, as ausências também chamaram a atenção: nenhuma mulher foi sequer convidada, e o notório bolsonarista Luciano Hang , dono da Havan, acabou excluído.

Bolsonaro disse estar fazendo o máximo que pode para garantir a imunização da população brasileira contra a Covid-19, segundo disse um dos  empresários presentes à Folha de S.Paulo . Após citar o fato de o Brasil ser um dos únicos países a fabricar vacinas contra a doença causada pelo novo coronavírus, o presidente teria sido muito exaltado pelos ‘representantes do PIB’.

O jantar desta quarta aconteceu na casa de  Washington Cinel , dono da empresa Gocil, do setor de segurança, e contou com apenas 9 dos 65 bilionários brasileiros elencados pela revista Forbes . De todos os que foram convidados, apenas dois recusaram, alegando que viajavam e não poderiam comparecer. Empresários cujas fortunas não chegam a R$ 1 bilhão, segundo a lista da Forbes, também foram convidados. A lista final reuniu cerca de 20 empresários, além dos convidados do presidente.

Nenhuma das 9 mulheres bilionárias que integram a lista dos mais ricos da Forbes foi convidada para o encontro, que teve a presença exclusiva de homens. Luciano Hang, um dos empresários com apoio mais fervoroso e público a Bolsonaro, chegou a ser incluído em uma pré-lista de convidados, mas ficou de fora. Segundo a Folha de S.Paulo , a ideia era evitar o convite para os chamados ” radicais “.

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A lista do jantar

Além de Bolsonaro, a ‘comitiva oficial’ contou com os ministros Paulo Guedes , da Economia; Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura; Marcelo Queiroga , da Saúde; e Fábio Faria, da Comunicação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, também marcaram presença.

Entre os empresários, estiveram presentes, além do dono da casa:

  • Claudio Lottenberg, do Hospital Albert Einstein;
  • André Esteves, do BTG;
  • Alberto Saraiva, do Habib’s;
  • Luis Carlos Trabuco, do Bradesco;
  • Rubens Menin, do Banco Inter, da MRV e da CNN Brasil;
  • David Safra, do Banco Safra;
  • Rubens Ometto, da Cosan;
  • Carlos Sanchez, da EMS Farmacêutica;
  • Paulo Skaf, da FIESP;
  • Ricardo Faria, da Granja Faria;
  • João Camargo, do Grupo Alpha;
  • Candido Pinheiro, da Hapvida Saúde;
  • Tutinha Carvalho, da Jovem Pan;
  • José Roberto Maciel, do SBT;
  • Flávio Rocha, da Riachuelo; e
  • José Isaac Peres, da Multiplan.

Nesta quarta, onde o encontro de dezenas de pessoas foi promovido, 3.829 brasileiros foram vitimados pela Covid-19, e o país ultrapassou a marca de 340 mil óbitos pela doença .

No encontro, que durou cerca de 2 horas e meia, os convidados foram distribuídos em duas grandes mesas. O cerimonial pediu que os celulares fossem deixados na entrada da casa, e, durante todo o encontro, eles não foram usados.

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Economia

Bolsonaro sanciona projeto que libera gastos econômicos e pandemia fora do Teto

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Esse é o primeiro passo para a sanção do Orçamento de 2021, que deve ser assinado por Bolsonaro nesta quinta-feira (22)
Alan Santos/PR – 25.7.2019

Esse é o primeiro passo para a sanção do Orçamento de 2021, que deve ser assinado por Bolsonaro nesta quinta-feira (22)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei que libera a reedição de medidas econômicas contra a pandemia da Covid-19 e viabilizou o acordo para o Orçamento de 2021 , que precisa ser sancionado até amanhã, quinta-feira (22).

A alteração das diretrizes orçamentárias para esse ano retira a exigência de compensação para despesas temporárias. É isso que vai possibilitar que o governo retome ações como a medida provisória 936, que criou o programa de manutenção do emprego e renda (BEm) , e o Pronampe , uma linha de crédito específica para pequenas empresas.

O Ministério da Economia estima que as duas medidas custarão R$ 15 bilhões – são R$ 10 bilhões para o programa que permite a redução de jornada e salário e a suspensão de contratos de trabalho e  R$ 5 bilhões para os empréstimos.

Fora do teto

A proposta inicial do governo apenas alterava um dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021 para permitir a execução de projetos com duração apenas no ano corrente sem a necessidade de apresentar medida compensatória para a despesa.

Isso permitiria editar as ações fora do teto de gastos, a regra que limita o aumento das despesas da União à inflação, mas ainda exigiria a observância da meta fiscal. O texto final, no entanto, retirou os gastos com a pandemia – como as despesas de saúde, do Pronampe e do BEm – da meta do resultado das contas públicas para 2021.

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Dessa forma, o governo não terá de modificar a meta para acomodar esses novos gastos. Para esse ano, é previsto um déficit de R$ 247 bilhões. Os R$ 44 bilhões do auxílio emergencial já estavam fora da meta fiscal.

O texto também autoriza que o Executivo faça bloqueios dos gastos livres e investimentos no valor necessário para cobrir as despesas obrigatórias. De acordo com o governo, essa medida vai permitir que sejam recompostos as dotações da Previdência e outros gastos obrigatórios, como subvenções econômicas ao plano Safra e o abono-salarial e seguro desemprego, que acabaram subestimadas no Orçamento.

Veto à emenda

Além dessas modificações, os parlamentares incluíram um dispositivo que permitia a assinatura de contratos e a realização de transferências e doações para municípios com até 50 mil habitantes em situação de inadimplência com a União. Essa inclusão havia sido feita após apresentação de emendas do deputado Lucas Vergílio (Solidariedade-GO) e do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado.

Bolsonaro vetou esse trecho, a pedido da equipe econômica. A avaliação é de que, ainda que a intenção do Legislativo serja louvável, a medida enfraqueceria o controle das contas públicas e a fiscalização dos valores transferidos pela União.

“Os municípios com menos de 50.000 habitantes representam cerca de 88% dos municípios brasileiros, fato que, combinado com as exceções já existentes, tornaria os instrumentos de controle e de boa gestão fiscal ineficazes”, diz a mensagem de Bolsonaro que justifica o veto.

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Economia

Humorista reclama da falta de álcool em gel em voo da Latam

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Em redes sociais, usuários reclamaram dos protocolos de distanciamento da empresa
Gabriel Araújo

Em redes sociais, usuários reclamaram dos protocolos de distanciamento da empresa

O humorista, Paulo Vieira, reclamou da falta de fornecimento de álcool em gel em um voo da Latam Brasil entre São Paulo e Rio de Janeiro na sexta-feira (20). Nas redes sociais, o ator questionou a falta do produto e ironizou que a pandemia teria acabado para a empresa.

“Não tem álcool em gel no avião. Acabou a pandemia na Latam”, disse o comediante, em publicação no Twitter.

Após a publicação, vários usuários reclamaram dos protocolos de distanciamento da empresa área. Em uma das mensagens, uma mulher argumentou que ficou na mesma fileira de outros dois passageiros durante uma viagem de São Paulo à Porto Alegre.


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Confira outras reclamações de usuários sobre os protocolos da Latam

Em nota, a LATAM informou que está apurando o ocorrido e que entrará em contato com o humorista para mais detalhes da reclamação. 

Confira a nota da empresa

A LATAM informa que está apurando o ocorrido e em contato o cliente para os devidos esclarecimentos.

Vale reforçar que o Grupo LATAM Airlines agiu proativamente desde março de 2020 para assegurar o cuidado com as pessoas durante toda a crise de Covid-19, implementando as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades sanitárias dos países onde opera. Em todos os voos, é obrigatório o uso de máscara durante toda a viagem, o álcool gel está disponível na cabine e é oferecido um serviço de bordo com menos interação entre a tripulação e os passageiros. Da mesma forma, toda a frota da LATAM está equipada com filtros HEPA (High Efficiency Particulate Arrestance), capazes de remover 99,97% das partículas, incluindo vírus e bactérias, graças à renovação do ar a cada 3 minutos, o que garante um ambiente permanentemente higienizado .

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