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Política MT

Sem confirmar reeleição, Mauro diz não se preocupar com rivais e avança agenda política

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Governador ao lado do senador Jayme Campos, na posse de novos secretários: estreitamento das conversas visando as próximas eleições [Foto –Mayke Toscano]

“Vai ter candidato e candidatos, não estou preocupado com isso, primeiro vamos construir um processo que poderá levar a uma candidatura à reeleição”, disse o governador Mauro Mendes (União Brasil), nesta segunda-feira (4), no Palácio Paiaguás, durante posse de cinco novos secretários estaduais. Conforme Mendes, “candidatos sempre terão e quem vai para uma reeleição tem que estar mais preocupado com o seu governo, com a sua gestão, com os resultados que está entregando para a população mato-grossense”, afirmou.

E quanto a resultados, Mauro Mendes disse que está tranquilo. “Nesse ponto temos uma razoável tranquilidade. Não posso me preocupar antecipadamente sobre quem pode ou não se candidatar. Lá na frente teremos um bom debate e a democracia precisa disso”, disse o governador, argumentando ainda que pratica a boa política.

“Eu faço a boa política, a política de resultado. Conversei com o Jaime, com tantas outras pessoas, eu já disse, estou buscando mais tempo para fazer política, para conversar um pouco mais. Para mim, fazer política é dar resultado, mas os atores da classe política precisam de um pouco mais de atenção a todos eles”.

Questionado sobre o União Brasil, o governador disse que “o partido montou a melhor chapa para deputado estadual e uma das mais competitivas para a Câmara Federal”.

Mauro Mendes empossou nesta segunda-feira (4), cinco novos secretários: Rogério Gallo, na Casa Civil, Teté Bezerra, Agricultura Familiar, Fábio Pimenta, na Fazenda, Kelluby de Oliveira, Saúde e Jefferson Neves, na Cultura, Esporte e Lazer.

“A todos eu desejei sucesso, uma bela trajetória conosco. Disse a eles que a responsabilidade é bem maior, porque eles vão receber uma secretaria muito melhor do que os seus antecessores. Há três anos tínhamos uma realidade muito dura no Estado, contas atrasadas e problemas de toda natureza, mas nós equilibramos esse estado, as contas estão em dia e Mato Grosso faz hoje o maior investimento de toda a sua história”, destacou o governador.

 

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Política MT

Gilberto Figueiredo critica atraso de salário dos médicos do HMC: “Inadmissível”

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Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses

O candidato a deputado estadual Gilberto Figueiredo (UB) criticou duramente o descaso com os médicos plantonistas do Hospital Municipal de Cuiabá que estão há quase 5 meses sem receber salários. Para Gilberto, o que está acontecendo na unidade é um reflexo de uma gestão incompetente.

Segundo Figueiredo, que foi secretário de estadual de Saúde do Governo atual, os repasses estaduais sempre foram em dia até mesmo para evitar casos como esses, pois são inadmissíveis atrasos salariais causados pela ineficiência da prefeitura de Cuiabá.

“Os efeitos de uma má gestão são devastadores. Os médicos sem remuneração acabam prejudicando o sistema como um todo. A população sofre com isso, pois gera paralisação e a saúde não pode parar, as pessoas morrem sem atendimento. Não é falta de recurso e, sim, de capacidade da gestão municipal de Cuiabá”, afirmou.

De acordo com o ex-secretário, esse descaso que acontece em Cuiabá pode virar realidade em todo estado, caso Marcia Pinheiro seja eleita. “A esposa do prefeito de Cuiabá é candidata e pretende implantar o mesmo modelo atrasado e ineficiente de gestão que acontece na Capital em todas as áreas do estado, inclusive na saúde. É importante que a população fique atenta a isso, pois não podemos regredir nos índices de qualidade e satisfação atingidos nos últimos anos, por meio de um Governo sério e preocupado com a população”, enfatizou Gilberto Figueiredo.

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Política MT

Wellington diz que Bolsonaro não virá a MT durante o 1º turno e mostra preferência por ex-prefeita na suplência

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Senador apontou dificuldades na logística para o presidente se deslocar para Mato Grosso

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não virá a Mato Grosso durante a campanha eleitoral no primeiro turno. A afirmação foi dada pelo senador Wellington Fagundes (PL) durante a abertura da 1ª Edição dos Jogos Militares Estudantis de Mato Grosso, na manhã desta quarta-feira (17), na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Conforme Wellington, o grande aparato de segurança usado para deslocamento inviabiliza a vinda do presidente. “Hoje, uma campanha cabe a nós fazer, porque o deslocamento do presidente, no exercício do mandato, é segurança de estado. Então, ele só pode se deslocar com todo o apoio da Força Aérea Brasileira, com dois jatos e com a campanha pagando ainda. Então tem o ônus e uma dificuldade para esse deslocamento. Nós da classe política, achamos que o presidente deu muita atenção a Mato Grosso e nós do PL somo gratos”, afirmou.

Wellington também falou sobre a polêmica de quem irá ocupar a segunda suplência em sua chapa à reeleição. Hoje de manhã, o presidente estadual do PSB, deputado Max Russi mostrou irritação quando questionado se a legenda irá indicar alguém para a vaga e disse que o assunto deve ser decidido por Wellington e pelo governador Mauro Mendes (União Brasil). O indicado é o ex-vereador por Nova Mutum e produtor rural Joaquim Diógenes, que desistiu da disputa.

Wellington negou qualquer mal-estar, porém sinalizou que apoiaria a indicação da ex-prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PL) para a vaga. O nome dela é cotado para assumir a coordenação da campanha de Bolsonaro (PL) na região Norte de Mato Grosso.

“Sinop é uma cidade polo bolsonarista e estamos discutindo a possibilidade dela ser a coordenadora de Bolsonaro naquela região. Acredito que de hoje para amanhã a gente chegue na melhor articulação e representação política da campanha. Caro que, por ser mulher, a Rosana como candidata também é importante, mas isso tudo nos vamos definir ainda, porque já temos o nome indicado pelo PSB, que é uma pessoa extremamente preparada também”, disse.

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