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Saúde

Sem cobrar comprovante de imunização, RJ tem mais de 2 mil PMs sem vacina

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Carteira de vacinação do Rio de Janeiro
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Carteira de vacinação do Rio de Janeiro

Grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19, a Polícia Militar ainda tem mais de 2 mil agentes sem uma dose sequer da vacina no Rio de Janeiro . De acordo com a PM, 41.809 agentes tomaram a primeira injeção, e 21.528 já receberam a segunda. O número de PMs não imunizados corresponde a 5% do efetivo da corporação, que tem cerca de 44 mil policiais.

Ao contrário do município do Rio de Janeiro, o Governo do Estado não tem nenhuma determinação que obrigue o policial — ou qualquer outra categoria do serviço público — a provar que sua vacinação contra a Covid-19 está em dia. Cabe à corporação, portanto, decidir exigir o comprovante de vacinação aos agentes ou não.

E a Polícia Militar do Rio optou por não fazê-lo. Não há punição prevista para os policiais que recusarem a vacina, informa a corporação. Eles tampouco devem se justificar a seus superiores ou se afastar das funções.

O posicionamento da PM vai de encontro a diversas iniciativas que visam a evitar o boicote à vacina entre os servidores públicos. Em agosto, a Prefeitura do Rio determinou que o comprovante da vacinação contra a Covid-19 passaria a ser exigido a todos os seus funcionários. O efeito do decreto está suspenso, contudo, desde o dia 15 deste mês, por decisão da desembargadora Marília Castro Neves. Interpelada para esta reportagem, a Polícia Civil não respondeu aos questionamentos do GLOBO.

Em nota, a PM diz que a “Diretoria Geral de Saúde (DGS) da corporação segue com o trabalho amplo e contínuo de conscientização do efetivo quanto à importância da vacinação, orientando os policiais a apresentar-se aos postos nos períodos definidos para a aplicação das doses pertinentes”. A corporação informa ainda que realiza “busca ativa de agentes não imunizados e reuniões sobre a importância da vacinação contra a Covid-19”.

Como determina o Plano Nacional de Imunizações (PNI), as forças de salvamento e segurança estão entre os grupos prioritários da vacinação contra a Covid-19. Em todo o Rio de Janeiro, policiais e bombeiros puderam se vacinar a partir de 14 de abril, como estipulou o calendário único de vacinação do estado. A Polícia Militar optou por vacinar primeiro os membros da ativa, que estão em contato direto com a população.

A corporação informa também que “a Diretoria Geral de Saúde vem disponibilizando diversas oportunidades de repescagens para que os policiais possam se vacinar mesmo fora das datas previstas de acordo com suas faixas etárias”.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pfizer vai pedir à Anvisa uso de vacina em crianças de 5 a 11 anos

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A Pfizer informou que deve submeter pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aprovação do uso da sua vacina contra a covid-19, a ComiRNAty, em crianças entre 5 a 11 anos no mês de novembro deste ano.

Conforme divulgou a Reuters, a vacina da Pfizer/BioNTech apresentou 90,7% de eficácia contra o novo coronavírus em um ensaio clínico com crianças de 5 a 11 anos, informou a farmacêutica norte-americana na sexta-feira (22).

Atualmente, a vacina da farmacêutica tem autorização da Anvisa para ser aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. Sua aplicação para jovens de 12 a 15 anos foi autorizada no mês de junho deste ano pela agência sanitária.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

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Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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