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Economia

Sem academia na quarentena: posso deixar de pagar a mensalidade?

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Academias tiveram que ser fechadas durante o período de isolamento social


Desde que o novo coronavírus chegou ao Brasil, as rotinas das pessoas foram mudadas. Diversas atividades foram canceladas com a recomendação de que todos fiquem em casa e evitem aglomerações. E um desses serviços que tiveram que ser fechados foram as academias de ginástica

Leia também: Procon alerta: subir preço sem motivo pode dar até cadeia

Diante dessa situação, quais são os direitos dos consumidores ? O Procon-SP informou que entende que as empresas não são as responsáveis pelos problemas atuais, sobretudo relacionados a cancelamento ou adiamento de serviços. Apesar disso, o órgão diz que as companhias precisam estar abertas a negociar soluções viáveis e satisfatórias. 


Posso deixar de pagar a academia durante a quarentena? 

No caso da academia , há duas opções principais de negociação. A primeira delas é suspender os contratos por um prazo determinado e compensar o período quando a situação relacionada ao novo coronavírus por normalizada. Nesse caso, nenhum custo adicional pode ser imposto, informa o Procon-SP. 

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Caso o consumidor não possa ou não tenha interesse em usufruir do serviço posteriormente, a segunda opção é pedir pelo cancelamento do contrato , o que também deve acontecer sem a aplicação de multas, mesmo que previstas anteriormente. 

Por se tratar de uma situação excepcional, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor ( Idec ) informa que “as academias que insistirem na cobrança poderão ser demandadas pelos consumidores para reembolso dos valores que foram cobrados após pedido de cancelamento ou suspensão de pagamentos pelo consumidor”.

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Governo de São Paulo isenta comunidades da conta de água até junho

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Por causa da quarentena pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), o governo do estado de São Paulo determinou que famílias que moram em comunidades não precisarão pagar as contas de água dos meses de abril, maio e junho.

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A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (03) e explicita “isento o pagamento de fatura ou  contas de água e esgoto vincendas de abril, maio e junho de 2020 relativas a usuários enquadrados na categoria residencial social e residencial favela”.

Também está suspensa a cobrança da conta de água da Sabesp para as famílias que pagam a tarifa social. A medida foi anunciada na quinta-feira (02) e é válida a partir de 1º de abril e por 90 dias para todo o estado.

Casos do novo coronavírus em São Paulo

De acordo com o informe diário do Ministério da Saúde, o estado de São Paulo contabiliza 4.048 casos confirmados de Covid-19 e 209 mortes. Ainda não há registro oficial de mortes ou infectados nas áreas de comunidades.

Leia também: 92% das mães nas favelas não terão comida após um mês sem renda

Em todo o Brasil o número de infectados é de 9.056 e 359 mortes, percentual de 4% de letalidade.

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Economia

Setor têxtil tenta se reinventar para enfrentar a pandemia de covid-19

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O setor têxtil também está sentindo os efeitos da crise do novo coronavírus. E para enfrentar o momento, há indústrias que decidiram alterar a linha de produção e fabricar itens necessários para o setor saúde e que se encontram em falta diante da crise mundial, entre os quais máscaras e aventais.

A consultora do Instituto Senai de Tecnologia Têxtil e de Confecção, do Senai Cetiqt, Michelle de Souza, acredita que a indústria têxtil pode se reinventar neste período, investindo em automação e tecnologias 4.0 para a confecção de produtos que reduzirão a parada do parque produtivo, além de reduzir os riscos de contaminações.

Para enfrentar este momento, o Senai Cetiqt fez uma pesquisa, entre os dias 24 e 30 de março passado, com 62 representantes da cadeia produtiva do setor de moda, têxtil e de confecção. A maior participação foi do setor de confecção do vestuário. Por regiões brasileiras, destaque para o Sudeste, Sul e Nordeste.

Michelle disse que a ideia da pesquisa foi saber como o mercado nacional estava lidando com a pandemia de coronavírus e que ações as empresas estão adotando. A sondagem mostra que mais de 70% das empresas consultadas pararam a produção; 41% acreditam que devem voltar a abrir as portas em 15 dias. Do total, 66% não trabalham com o mercado externo.

De acordo com a sondagem, a maioria das empresas (51,6%) sofreu os efeitos da pandemia no fechamento da produção. Para outras (24,2%), o maior impacto foi observado no fornecimento de produtos a clientes, enquanto 6,5% foram afetadas no abastecimento de materiais e insumos. Do total de entrevistados, 49,2% tiveram seus pedidos reduzidos; para 47,5%, as datas de entrega foram postergadas.

“Muitas empresas deram férias coletivas e algumas entraram no sistema de ‘home office’ (trabalho em casa) para os que exercem funções administrativas. Poucas adotaram o sistema de rodízio. Estão trabalhando com a capacidade reduzida e com menos pessoas na produção, para evitar contaminação”, disse à Agência Brasil, Michelle de Souza. Segundo ela, somente duas empresas adotaram medidas internas de prevenção contra o novo coronavírus e mantiveram a produção em funcionamento.

Surpresa

Cerca de 70% das empresas disseram que não estavam preparadas financeiramente para situações como a pandemia de coronavírus, e pensam em adiar ou negociar o pagamento a fornecedores, além de solicitar empréstimos, caso o cenário não voltem ao normal no prazo de um mês.

De acordo com a consultora do Instituto Senai de Tecnologia Têxtil e de Confecção, 20% das empresas do setor não souberam informar como será seu modelo produtivo depois da pandemia. As restantes apostam na valorização dos produtos nacionais e na compra em mercados locais, além da automação da produção e implementação de tecnologias 4.0 para conseguir trabalhar remotamente. “A ideia é ter tecnologia suficiente no parque produtivo, para que a direção não precise estar lá ‘full time’ (o tempo todo)”. O setor como um todo aponta que haverá mudança no comportamento do consumo, com aumento das compras ‘online’ (pela internet), e também na parte produtiva, com alterações no regime de trabalho e negócio.

O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Senai Cetiqt) é integrado pela Faculdade Senai Cetiqt, Instituto Senai de Inovação e Instituto Senai de Tecnologia. Criado em 1949, ele constitui hoje um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva têxtil, de confecção e da indústria química, mercado que no Brasil possui mais de 25 mil empresas e emprega cerca de 1,5 milhão de pessoas.

Edição: Mario Toledo

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