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Seleção feminina de ginástica supera lesão de Jade e computador travado

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Lance

Seleção feminina de ginástica levou o bronze no Pan 2019 arrow-options
CBG/DIVULGAÇÃO

Seleção feminina de ginástica levou o bronze no Pan 2019

Não tem sido fácil a vida da seleção brasileira feminina de ginástica artística nos últimos meses. Primeiro, a lesão no ligamento cruzado anterior do joelho direito de Rebeca Andrade, ocorrida em junho, que precisou passar por cirurgia e só voltará a competir no ano que vem.

Leia também: Jade Barbosa está fora do Pan 2019! Lesão no joelho tira a ginasta da disputa

Depois, já em Lima, uma  contusão sofrida por Jade Barbosa no treino de pódio, que embora não tenha sido grave, acabou fazendo com que a comissão técnica da ginástica do Brasil optasse por preservá-la para o Mundial de Stuttgart, em outubro.

Mesmo sem estas duas importantes peças, a equipe brasileira superou as dificuldades para conseguir estrear no Pan de Lima com uma medalha de bronze no último sábado, no Poliesportivo de Villa El Salvador. Mas mesmo na competição, as meninas brasileiras precisaram se superar.

Antes de iniciarem a rotação na trave, um problema no computador que registra as notas atrasou o início da participação brasileira. Enquanto as demais adversárias realizavam suas séries normalmente, as brasileiras ficaram paradas, perdendo todo o aquecimento que fizeram.

Depois de quase dez minutos, foram autorizadas a competir. Tanto Thais Fidélis quanto Flavia Saraiva tiveram quedas em suas apresentações, embora a segunda ainda tenha alcançado uma nota suficiente para chegar à final do aparelho (12,900).

Confira o quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos 2019

“Deu um problema no computador que libera as notas e as três ficaram esperando. Isso foi muito difícil, porque todas as demais ginastas estavam fazendo suas séries. Elas tiveram que aquecer de novo, foi muito ruim. Mas o importante foi que elas conseguiram se superar muito bem diante destas dificuldades”, afirmou Jade Barbosa, que como não foi oficialmente cortada, também recebeu sua medalha de bronze.

Foi sua quarta medalha em Pan-Americanos, após as três conquistadas na Rio-2007 (ouro no salto, prata por equipe e bronze no solo).

Por causa desta superação, Jade acredita que a medalha de bronze precisa ser muito valorizada.

“Não vejo como poderia ter sido melhor, diante da atual situação da equipe. O saldo daqui foi muito positivo, elas se saíram muito bem com o que a gente poderia fazer. É algo que poucos atletas tiveram que encarar, se superar quando não está na melhor situação”, disse Jade, que também comentou sobre a experiência de ter ficado apenas do lado de fora da quadra, ajudando as companheiras.

“É difícil, uma experiência nova. Tentei fazer o máximo para elas, dando força para cada uma, arrumando a paralela…o bom é que deu tudo certo”, comentou Jade, que se mostra otimista com sua recuperação.

“Sim, fisicamente não devo ter problemas. Na verdade, todas nós ainda temos muito também o que evoluir tecnicamente. Mundial será daqui a dois meses e estamos no caminho certo, vendo as notas que tivemos aqui”, explicou a ginasta brasileira.

Além da medalha de bronze por equipe, a seleção feminina de ginástica assegurou presença em sete finais individuais no Pan de Lima. No Individual Geral, Flavia Saraiva avançou com a quarta melhor nota (54,000) e Thais Fidélis com a sexta (52,000); nas assimétricas, Lorrane Oliveira teve a quarta melhor nota no aparelho (14,000) e Carolyne Pedro a sexta (13,150); na trave, Flavia Saraiva avançou com a sexta melhor nota (12,900); e no solo, Flavia ficou se classificou em terceiro (13,800) e Thaís Fidélis em sexto (13,300).

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GP da Holanda é a quarta prova cancelada da Fórmula 1

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Após 35 anos a Holanda voltaria a sediar este ano uma corrida de Fórmula 1, mas a pandemia do novo coronavírus (covid-19) forçou o adiamento no evento para 2021. A prova de Zandvoort, província no norte do país, inicialmente programada para o último dia 3, já havia sido adiada, mas hoje (28) os organizadores do Grande Prêmio(GP) decidiram pelo cancelamento da corrida,  tendo em vista que a competição ocorreria sem a presença de público, caso fosse remarcada.

“Nós e a Fórmula 1 investigamos o potencial de realizar uma corrida remarcada para este ano, sem espectadores, mas gostaríamos de comemorar este momento – o retorno da Fórmula 1 em Zandvoort – junto com nossos fãs de corrida na Holanda. Pedimos a todos que sejam pacientes. Eu tive que esperar por 35 anos, então eu posso esperar mais um ano”, esclareceu o diretor esportivo do GP da Holanda, Jan Lammers, em comunicado oficial publicado no site da Fórmula 1. 

Desde 1985, quando o austríaco Niki Lauda saiu vitorioso, o país não recebia uma prova do Campeonato Mundial de Fórmula 1. O circuito passou por reformas de modernização e adequação, exigidas pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O interesse pelo retorno da disputa no país cresceu, principalmente, devido ao sucesso do piloto holandês Max Verstappen.

Em meio à pandemia de covid-19, o GP da Holanda é a quarta prova extinta  do calendário da F1 este ano. Antes, os GPs da Austrália, Mônaco e França já haviam sido cancelados. Além disso, foram adiados os GPs do Bahrein (Vietnã), China, Holanda, Espanha, Azerbaijão e Canadá. Atualmente, os organizadores da competição miram no GP da Áustria, programado para julho, que abrirá a temporada 2020.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

LeBron James protesta contra morte de homem negro por policiais

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O jogador norte-americano de basquete LeBron James está entre vários atletas de destaque que foram às redes sociais para falar sobre a morte de um homem negro, que estava desarmado, e que foi visto em um vídeo deitado de bruços na rua enquanto um policial branco fica de joelhos sobre seu pescoço por vários minutos.

Quatro policiais de Mineápolis foram demitidos na última terça por causa do incidente de segunda-feira, no qual George Floyd, algemado, podia ser ouvido repetidamente gemendo e ofegante enquanto implora: “Por favor, não consigo respirar, por favor cara”.

LeBron, escolhido em quatro oportunidades como melhor jogador da NBA (liga profissional de basquete dos Estados Unidos), foi ao Instagram na noite da última terça para publicar um post no qual se referiu a Colin Kaepernick, ex-quarterback da NFL (liga de futebol americano dos Estados Unidos), que ficou ajoelhado durante a execução do hino nacional dos EUA para protestar contra a injustiça racial.

O post incluiu uma foto do policial com o joelho no pescoço de Floyd, ao lado de uma foto de Kaepernick ajoelhado durante o hino nacional com a legenda “Isso… …é o porquê”.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Do you understand NOW!!??!!?? Or is it still blurred to you?? ??‍♂️ #StayWoke?

Uma publicação compartilhada por LeBron James (@kingjames) em 26 de Mai, 2020 às 4:38 PDT

LeBron James, que joga no Los Angeles Lakers, também escreveu no post: “Vocês entendem AGORA !! ?? !! ?? Ou ainda está confuso para vocês?”.

Outros atletas manifestaram indignação com o incidente, que provavelmente adicionará combustível ao movimento Black Lives Matter (vidas negras importam, em tradução livre), desencadeado por uma série de assassinatos de homens negros desarmados cometidos pela polícia norte-americana.

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