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Seguro Rural atinge a marca de R$ 20 bilhões em valor segurado no ano de 2019

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O Programa de Seguro Rural aplicou neste ano R$ 440 milhões em subvenção ao prêmio do seguro, 18% a mais do que o valor executado em 2018. Foram beneficiados aproximadamente 58 mil produtores rurais, proporcionando cobertura securitária para 6,9 milhões de hectares em todo o país, um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior. A importância segurada total foi de R$ 20 bilhões, o maior valor nominal desde o início do Programa em 2005. As culturas que tiveram maior demanda foram as de soja, milho (2ª safra), trigo, maçã e uva.

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, ressaltou que 100% do orçamento previsto para o programa foi executado este ano, o que não ocorrida desde 2013.

“Observamos a expansão na contratação do seguro para culturas como a cana-de-açúcar e o café, por exemplo, e para regiões como o Norte e Nordeste, que possuem baixa difusão historicamente. Além disso, verificamos que as taxas de prêmio permaneceram estáveis para a maioria das apólices em diversas regiões, em alguns casos até reduziram, mesmo com a sinistralidade maior”, disse. 

Para o próximo ano, está previsto o recurso de R$ 1 bilhão para o Programa, que depende ainda de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020, em tramitação no Congresso Nacional. O valor previsto para 2020 será o maior para subvenção desde a criação do programa.

O que é o seguro rural ?

O produtor rural adquire uma apólice de seguro para a lavoura/atividade com o auxílio financeiro do governo federal. Em caso de quebra da safra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo) ou variação de preços, as obrigações financeiras do produtor serão pagas pela seguradora.

Com esse mecanismo, o produtor consegue taxas de juros mais baixas, já que o risco de ficar inadimplente cai. O seguro minimiza ainda as chances de um possível socorro financeiro governamental e renegociação de dívidas após a safra.

Saiba mais aqui sobre o Programa de Seguro Rural (PSR) 

Informações à imprensa:[email protected]

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Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

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Sustentabilidade

Agrocientista traz resultados do estudo de híbridos de milho suscetíveis a nematoides

Nesse lote foram coletadas 26 amostras de híbridos

02/07/2020

O resultado preliminar do estudo “Híbridos de Milho Suscetíveis a “Nematoides”, que faz parte dos projetos de pesquisa financiado pelo Programa Agrocientista da Associação dos produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), indica que para diminuir as perdas em soja nas áreas infestadas é recomendado que o produtor utilize na rotação ou sucessão com a soja, genótipos de milho resistentes ou, pelo menos, moderadamente resistentes ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e ao Pratylenchus brachyurus.

O coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri, afirma que esse é mais um estudo importante financiado pelo Agrocientista que traz resultado para auxiliar o produtor rural. “Agora com os dados dos testes de multiplicação nematoides do milho em mãos, o produtor poderá avaliar qual híbrido poderá comprar para próxima safra que não vai deixar desiquilibrar seu sistema de plantio. Por isso investimos em pesquisas como esta que traz os principais materiais plantados no ano passado e esse trabalho vamos continuar fazendo. Preste muita atenção, produtor! E acompanhe se o material que está querendo comprar não é um multiplicador de nematoide”, alertou.

A pesquisa sobre o manejo de nematoides, observados a caracterização da reação de híbridos e de cultivares de milho, comumente utilizados em rotação com a soja em Mato Grosso, é desenvolvida pela Embrapa Soja, por meio dos pesquisadores Rafael Soares e Waldir Dias.

Nesta etapa foram coletadas em diversos municípios do Estado, 26 híbridos diferentes. “Os resultados mostraram que existem boas opções de milhos resistentes e moderadamente resistentes, principalmente ao Meloidogyne incógnita, Meloidogyne javanica e também ao Pratylenchus brachyurus, embora que para esses dois últimos as opções sejam menores devido a dificuldade de controle deles”, ressaltou o pesquisador Rafael Soares.

O pesquisador também orienta que, caso o produtor tenha áreas identificadas com ocorrência desses nematoides, é importante priorizar o uso desses milhos apontados no estudo nessas áreas.  “Essa é uma informação muito útil ao agricultor porque o manejo de nematoides não é fácil e deve ser feito através de um conjunto de medidas, entre elas o uso de cultivares resistentes e a rotação de culturas adequadas. Então usar um milho que multiplique menos nematoide no solo pode favorecer a soja semeada na sequência”, explanou.

Os nematoides de galha e das lesões radiculares estão espalhados pelos campos do Brasil, causando problemas nas lavouras de soja e prejuízos ao produtor rural. A pesquisa continua e já coletou mais 37 materiais de milho que estão sendo testados pela Embrapa Soja e devem ter os resultados divulgados nos próximos meses. “A pesquisa ainda está em andamento, mas já podemos adiantar esses resultados do primeiro lote de teste aos nematoides de galha e das lesões radiculares no milho”, frisou a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja, Marlene Lima.

Ainda conforme a gerente, o Agrocientista acontece há mais de 10 anos e proporciona investimentos em projetos científicos que visam melhorar a produção e a produtividade de soja e milho, em Mato Grosso. “Ao longo desse tempo essa iniciativa trouxe vários resultados, favorecendo a aplicação de novas tecnologias, inovação, ajudando o produtor rural na tomada de decisão, proporcionando uma agricultura sempre alicerçada em pesquisa e sustentabilidade”, destacou Marlene.

Para conferir a tabela completa com os resultados do primeiro lote da pesquisa, clique aqui.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Agro News

BOI/CEPEA: Vantagem da carne sobre boi se reduz em junho

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Cepea, 2/7/2020 – Em junho, o preço médio da arroba da carne bovina negociada no atacado da Grande São Paulo seguiu superior ao do animal para abate (Indicador CEPEA/B3, mercado paulista), contexto que vem sendo verificado, em termos gerais, desde o encerramento de 2016. No entanto, essa vantagem diminui bastante no mês. Segundo pesquisadores do Cepea, isso evidencia que o ritmo de alta dos preços do boi está acima do observado para a carcaça, o que, por sua vez, pode estar atrelado ao recente enfraquecimento da demanda brasileira pela carne, diante do menor poder de compra da população, que deve estar em busca de proteínas mais competitivas. Segundo dados do Cepea, em junho, a diferença entre os preços da arroba do animal e da carcaça casada foi de apenas 1,18 Real/@, com vantagem ainda para a carne negociada no atacado. Essa é a menor diferença desde agosto de 2018, quando esteve brevemente negativa, em 0,4 Real/@, ou seja, com a arroba do animal negociada acima da carne no atacado. Como comparação, em junho do ano passado, a diferença era de 10,24 Reais/@, com vantagem para a carne no atacado. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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