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Educação

Secretário debate educação e vinculação de receitas em Várzea Grande

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Fidelis, que preside, ainda, a associação regional de Educação, defendeu rigores, mas pediu transferências de verbas sem atraso

o 14º Fórum Estadual Ordinário.

Nesta edição o fórum estará abordando “A gestão municipal e os desafios frente às inovações nas estruturas organizacionais e nas políticas públicas da educação”.

A questão em defesa da permanência das vinculações que hoje atendem as áreas da Educação e Saúde, foi levantada pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM, Neurilan Fraga e agradou aos presentes, pois uma das mais enfáticas defesas do ministro da Economia, Paulo Guedes do Governo Bolsonaro é pelo fim das vinculações.

O objetivo do encontro é fortalecer a atuação de profissionais da educação frente à gestão dos sistemas de ensino e das políticas educacionais. O evento que conta com a participação de dirigentes, coordenadores pedagógicos e técnicos das secretarias municipais, será realizado em duas etapas. Neste primeiro dia haverá palestras e oficinas. Já nesta sexta-feira (12), além das palestras e oficinas, será realizada ainda a eleição para a nova diretoria da Undime-MT.

O secretário de Educação, Silvio Fidelis destacou a importância do Fórum e a mobilização de todos os dirigentes municipais na construção e na defesa de uma educação pública com qualidade social. “O nosso trabalho e a nossa luta são fatores determinantes na busca de melhoria e no enfrentamento das dificuldades que temos no dia a dia. Por isso esse é um momento de estarmos unidos, para que possamos traçar um caminho de resultados. Sabemos que temos mudanças e transformações enquanto no governo municipal, estadual e federal, mas os municípios é que tem a carga maior. Queremos melhorias para o setor, dentre eles, uma assessoria pedagógica forte e um movimento de transporte escolar que possa ter a sua organização, por isso temos que estar unidos para essa discussão, e este Fórum também é um ponto de partida”.

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Silvio Fidelis lembra que estamos em um país democrático, na busca de alternativas, e da importância de estarmos consciente das nossas obrigações e, principalmente, das nossas decisões.  Ele agradeceu a participação de todos representantes da Undime, e da parceria da Prefeitura de Várzea Grande, que juntamente Undine-MT organizaram o evento.  “A Undime de Mato Grosso precisa estar sempre no caminho da discussão, no caminho de alternativas, por que queremos acima de tudo fazer uma Educação diferenciada”.

O promotor de Justiça do Ministério Público, Dr. Miguel Shessarenko Júnior, disse que o fórum é um momento importante para que possamos discutir, na conjuntura que estamos, as dificuldades enfrentadas em relação a instabilidade das políticas educacionais, em todas as esferas, principalmente as incertezas em relação aos financiamentos e a continuidade de diversas políticas. “Temos uma série de desafios a serem ultrapassados neste momento, mas temos também a disposição para defender e buscar a melhor qualidade no ensino público. As pessoas que estão aqui para fazer essas discussões nestes dois dias é importante que olhem com todo o carinho para que as questões das dificuldade”, disse.

A secretária de Estado de Educação, Marioneide Angêlica Klemaschewsk, assegurou que o Governo Estadual tem feito um esforço significativo para atender a toda a demanda da educação, principalmente no que se refere a questão do percentual que é pago ao transporte escolar. “Essa é uma pauta que esta em discussão no dia de hoje, onde uma comissão técnica já esta fazendo um estudo, e tão logo seja concluída, todos serão informados. O nosso sonho é que toda a criança tenha a garantia do acesso bem dado, da permanência do aluno com alimentação decente, com laboratórios de informáticas e o sucesso com professores capacitados para desenvolver uma boa aula, com programa de boa avaliação. A Educação não existe para outras finalidades, o foco precisa ser sem sombra de dúvidas, a agenda da aprendizagem, e é essa a bandeira que eu, enquanto secretária de educação vou levantar”, assegurou.

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Já o presidente da Undime Nacional, Aléssio Costa Lima, destacou que a Undeme de Mato Grosso é uma Undime de vanguarda, e esta sempre a frente das discussões. “Esse evento fortalece ainda mais a discussões em torno das políticas públicas educacionais, principalmente, de vários municípios de Mato Grosso, localizadas bem distantes da capital e que onde a questão geográfica é apenas um detalhe. Os problemas passam por vários fatores, mas o desejo de uma educação de qualidade é de todos os envolvidos. Que todos possam neste fórum avançar nas discussões e, ao mesmo tempo, criar idéias que possam contribuir na melhoria da educação”.

De forma unânime, todos os representantes da Undime manifestaram o desejo de que o secretário de Educação de Várzea Grande continue a presidir a seccional de Mato Grosso. A eleição para a nova diretoria, acontece nesta sexta-feira (12), no encerramento do fórum.

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Educação

Energia elétrica foi restabelecida em toda a UFMT, diz MEC

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, informou há pouco pelo Twitter que a energia elétrica foi restabelecida em todos os campi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

A energia elétrica da universidade foi cortada nesta terça-feira por falta de pagamento, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. O corte ocorreu por volta das 11h.

Em nota, o MEC informou que, ao tomar conhecimento da situação na última quinta-feira (11), Weintraub chamou a reitora Myrian Serra ao ministério e autorizou o repasse de R$ 4,5 milhões para que a reitoria da UFMT, nomeada há três anos, quitasse a dívida das contas de luz.

O comunicado destaca ainda que Weintraub vai adotar medidas administrativas e judiciais “para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT”.

Segundo a assessoria da universidade, a instituição foi surpreendida pelo corte da luz porque estava negociando com a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Uma reunião estava agendada para quinta-feira (18), de acordo com a UFMT.

 

 

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Matéria atualizada às 21h54 para acréscimo de informação

Edição: Juliana Andrade

Fonte: EBC Educação
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Educação

UFMT tem energia cortada por falta de pagamento

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) teve a energia elétrica cortada hoje (16) por falta de pagamento, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. O corte ocorreu por volta das 11h.

Segundo a assessoria da universidade, a instituição foi surpreendida porque estava negociando com a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Uma reunião estava agendada para quinta-feira (18), de acordo com a UFMT. Os cinco campi estão sem luz: Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Sinop. 

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que o ministro Abraham Weintraub adotará medidas emergenciais para a “religação imediata” da energia elétrica na universidade. “O ministro irá ainda tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT”, diz nota divulgada pela Assessoria de Comunicação Social do MEC.

Segundo o texto, ao tomar conhecimento da situação na última quinta-feira (11), Weintraub chamou a reitora Myrian Serra ao ministério e autorizou o repasse de R$ 4,5 milhões para que a reitoria da UFMT, nomeada há três anos, quitasse a dívida das contas de luz. “Os valores, herdados no governo anterior, correspondem ao montante de R$ 1,8 milhão. A liberação do limite de empenho foi realizada na sexta-feira da semana passada com o compromisso da reitora para o pagamento imediato da referida dívida”, diz a nota.

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A reitora da UFMT, que cumpria agenda em Sinop, está retornando para a capital. As negociações estão sendo feitas, no momento, pelo vice-reitor, Evandro Aparecido Soares.

A universidade tem hoje 26.938 estudantes na graduação e 2.446 na pós-graduação. Ao todo, são 106 cursos presenciais e oito a distância na graduação, além de 66 programas de mestrado e doutorado.

Este ano, o MEC contingenciou, em média, 29,74% do orçamento discricionário das universidades federais. Esses recursos, segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, são usados principalmente para o pagamento de energia elétrica e vigilância.

De acordo com a pasta, o contingenciamento pode ser revertido e não gera impacto imediatamente uma vez que as instituições ainda dispõem da maior parte dos recursos previstos para o ano.

Amanhã (17), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, apresentará o programa Future-se, que pretende, segundo a pasta, modernizar o funcionamento das universidades federais. A adesão das instituições será voluntária.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Educação
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