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Secretário critica Governo e chama vereador de mal educado por “tirar foco de discussão do BRT”

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Secretário de Governo de Cuiabá, Luiz Cláudio

O secretário de Governo da Prefeitura de Cuiabá, ex-vereador Luis Claudio (PP), disse na manhã desta segunda-feira (8), na Câmara de Vereadores, questionado por jornalistas sobre o fato de o governo ter classificado a audiência pública na Assembleia Legislativa que discutiu o modal VLT ou BRT, como uma armação, disse que “armação foi a decisão unilateral do governo em decidir pelo BRT sem consultar o povo de Cuiabá. Isso é armação”, afirmou.

Conforme o secretário de governo do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), “o que estamos discutindo é a necessidade de o povo ser consultado sobre o modal, não queremos imposição, vivemos num país democrático”.

Luís Claudio também taxou o vereador Diego Guimarães (Cidadania), de mal educado. “Eu acho o vereador Diego Guimarães muito mal educado. Chegar em uma Câmara de Vereadores e fazer ataques a nomeações de profissionais, como da esposa do deputado Barranco, fazer acusações contra o prefeito, dentro do Legislativo, tentando tirar o foco da discussão do BRT, no mínimo, é mal educado”.

Segundo Luís Claudio, “uma pessoa que foi derrotada na última eleição, em relação ao seu candidato a prefeito, a população vai dar um basta. Esse tipo da política precisa ser extirpado. Esse discurso que gerou a quantidade de voto dele, é o discurso de um personagem. Não é nada do que é, está pregando o que ele não é”, declarou.

Sobre as emendas dos vereadores para este ano, o secretário de governo explicou que “todas as emendas, no ano passado, por conta da pandemia, foram destinadas para a saúde. Esse ano tem emendas para outros setores, porém, temos que aguardar para ver se vai precisar na saúde porque estamos vivendo a segunda onda”, adiantou.

Quanto a composição da nova Câmara, disse que espera que seja uma legislatura profícua para Cuiabá. “Acredito que a base chegará a 20 vereadores”. Luís Claudio também descartou uma reforma administrativa por parte do prefeito de Cuiabá. “Não é mini reforma, é um ajuste para que a gestão seja mais ágil, mais eficiente. Nossa aproximação com a professora Edna é no sentido de ajustar algumas políticas públicas para o município”.

 

 

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1 comentário

1 comentário

  1. Neiva Andrade disse:

    AO que me consta quem foi derrotado e extirpado da política foi esse moço, que teve implorar um cargo de consolação de pau mandado do nenéu do paletó!

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MDB quer ampliar bancada na AL e Câmara Federal e garante apoio à reeleição de Mendes

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Ex-deputado José Lacerda, presidente da legenda em Cuiabá [Foto – Fablício Rodrigues]

O presidente do MDB de Cuiabá, ex-deputado José Lacerda, em fala ao Portal ODocumento, informou que o partido prepara um grande ato de filiação para o próximo dia 15, e que a estratégia do partido, para as eleições de 2022, é aumentar a base de representatividade na Assembleia Legislativa e Câmara Federal. Lacerda também garantiu que o MDB vai apoiar a reeleição do governador Mauro Mendes, caso dispute.

“O partido trabalha para eleger o maior número na proporcional, nós queremos eleger três deputados federais e de seis a oito estaduais. Estamos trabalhando numa linha de ampliar a base proporcional, de deputados estadual e federal”, afirmou.

Conforme Lacerda, o partido fará um ato de filiação no próximo dia 15 em Cuiabá. ‘Estamos programando para que tenha a convenção, para eleger o novo diretório. Estou provisoriamente. Estamos organizando o partido para a eleição do ano que vem. No próximo dia 15 teremos um grande ato de filiações em Cuiabá”, adiantou.

Segundo Lacerda, a aliança com o governador Mauro Mendes continua. “Nossa aliança continua. O MDB elegeu deputados estaduais e um deputado federal nessa aliança com o governador Mauro Mendes. O vice-governador também foi eleito nessa aliança. Estamos tratando a continuidade dessa aliança. Vamos apoiar, sim, o governador Mauro Mendes, que está fazendo um grande trabalho”.

“Buscamos o reforço da base do governador, estamos buscando o Pivetta para se filiar no partido. O Neri Geller está  como pré-candidato ao Senado e está buscando fechar aliança com o MDB. Não está consolidado o apoio porque depende da convenção do partido. Estamos discutindo apoiar o Neri. É um grande nome, foi ministro, é deputado federal, tem bagagem para ser o candidato ao Senado. Não estamos, com isso, menosprezando os demais candidatos, mas estamos tratando essa questão que será definida na convenção”, argumentou.

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STF já tem três votos contra a obrigatoriedade de pagamento da RGA tendo INPC como fator de cálculo

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Julgamento virtual deve ser concluído até sexta-feira

Em sessão virtual iniciada na sexta-feira (26), os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, Cármem Lúcia e Ricardo Lewandowski, votaram pela inconstitucionalidade de lei que estabelece a Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos do Poder Executivo de Mato Grosso. Todos os membros da Corte votam no julgamento previsto para terminar até a próxima sexta-feira (3). A lei define o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como fator de reajuste.

A ação foi impetrada em agosto de 2016 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), quando Rodrigo Janot era o procurador-geral, que considera que a lei contraria a Constituição da República, no que se refere à divisão funcional dos Poderes, a autonomia dos estados e a proibição de vincular e equiparar espécies remuneratórias (artigos 2º, 25, caput e parágrafo 1º, 37, inciso XIII, da Constituição Federal).

“Por isso, entendo que houve ofensa direta ao art. 37, XIII, da Constituição Federal, que consigna expressamente que é ‘vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público’, destacou o relator Ricardo Lewandowski.

“Como se vê, é inconstitucional a vinculação do reajuste de vencimentos de servidores estaduais ou municipais a índices federais de correção monetária, por afrontarem a autonomia dos entes subnacionais para concederem os reajustes aos seus servidores”, completou.

Caso a ação seja aceita pelo STF, o Estado deixará de ser obrigado a pagar o reajuste automático a cada ano, sem considerar as questões financeiras dos cofres públicos.

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