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Sé e Pinheiros vão concentrar maior parte dos blocos neste carnaval; veja lista

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Tomaz Silva/Agência Brasil – 24.2.19

Em 2019, blocos de rua atraíram público de 5 milhões de pessoas em São Paulo.

Sol, calor e muita festa vão embalar os dias de carnaval em São Paulo. A  programação oficial da Prefeitura conta com mais de 630 atrações confirmadas, que incluem blocos com as tradicionais marchinhas até atrações alternativas que vão animar multidões com soul music, hip-hop e rock. Independente do estilo musical que o bloquinho vai tocar, o que todo folião quer é uma festa com espaço para circular e se divertir. Para te ajudar, montamos um mapa com as áreas que vão concentrar mais bloquinhos durante os festejos de 2020.

Leia mais: Perigômetro da folia: veja áreas com mais ocorrências no carnaval de São Paulo

Entre as áreas mais adensadas, está a região da , na área central da capital paulista. Na área, estão confirmados 183 blocos oficiais. A segunda área com maior concentração de bloquinhos é Pinheiros , que neste ano tem na agenda 103 grupos diferentes. Confira abaixo o mapa completo das áreas em que o fervo do carnaval promete:



Segurança Pública

O furto está em primeiro lugar entre os crimes mais praticados no carnaval em São Paulo . Em 2019, a Polícia Militar registrou 1.981 ocorrências durante a passagem de megablocos . O número é menor que os registrados em 2018 na República, no qual ocorreram 2.172 ocorrências gerais e 3.421 furtos na cidade durante o carnaval .

Foliões também registraram o golpe da troca de cartão bancário, feito por ambulantes. A maior incidência aconteceu no centro e na zona oeste de São Paulo. O crime acontece quando os ambulantes vendem bebidas ou alimentos e, durante a devolução após a passagem do valor na maquininha, o cartão que vai com o folião não é o dele. A senha é decodificada e os ambulantes vão até um caixa eletrônico para sacar o dinheiro da conta.

Força-tarefa no carnaval 2020

Ações preventivas e ostensivas de policiamento serão intensificadas ao longo de todo o período de carnaval a fim de combater práticas criminais, inclusive as de cunho sexual, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Equipes da Polícia Militar farão monitoramento em tempo real com a ajuda do Dronepol, equipamento de filmagem que sobrevoa as áreas da cidade. As imagens serão analisadas por policiais treinados a identificar atitudes suspeitas em meio aos foliões e nas áreas próximas ao evento. 

Leia também: Confira a programação dos blocos de rua de Pré-Carnaval 2020 em São Paulo

Em nota, a SSP informou que “a Polícia Militar tem participado das reuniões com a prefeitura, órgãos de transportes, cultura municipais e estaduais, para definição das estratégias de segurança, como efetivo, locais e horários” e que “a Polícia Civil está trabalhando com o planejamento estratégico para aprimorar o atendimento policial nos plantões”. O litoral paulista terá reforço nas equipes da Superintendência da Polícia Técnico Científica para dar continuidade à Operação Verão durante o carnaval .

Fonte: IG Nacional
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Folião é esfaqueado no Bloco Domingo Ela Não Vai

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Nesta segunda-feira (24), um folião de 39 anos foi esfaqueado após uma tentativa de assalto durante o desfile do Bloco Domingo Ela Não Vai, que aconteceu na região Central de São Paulo. 

Leia também: Carnaval cancelado? Blocos desistem de desfilar em diversas capitais

Público do Bloco Domingo Ela Não Vai em 2020 arrow-options
Reprodução Instagram

Público do Bloco Domingo Ela Não Vai em 2020


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Segundo informações da Polícia Militar, o ataque ao folião aconteceu por volta de 14h50, quando o bloco Domingo Ela Não Vai passava pela Avenisa São Luis, na Santa Cecília.

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O folião  foi encaminhado para o Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde foi atendido e recebeu alta. De acordo com o depoimento do mesmo para a Polícia Militar , dois homens e uma mulher trans tentaram assaltá-lo. Ele reagiu e foi ferido no braço por uma faca artesanal. Até o momento ninguém foi preso.

Fonte: IG Nacional
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​Plano de saúde coletivo não pode ser cancelado durante tratamento

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Agência Brasil

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que as operadoras de plano de saúde coletivo não podem romper o contrato de prestação dos serviços durante o tratamento médico. Pela decisão, a cobertura deve valer enquanto os beneficiários estiverem internados ou em tratamento e só pode terminar após a alta médica.

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Hospital Tibe Setúbal arrow-options
Reprodução/Facebook

Hospital Tibe Setúbal, na zona leste de São Paulo



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O caso julgado pelo STJ envolveu uma operadora de plano de saúde que cancelou unilateralmente o plano coletivo de 203 funcionários de uma transportadora, que recorreu à Justiça para manter a continuidade da cobertura.

Apesar de garantir a cobertura para quem está em tratamento, a Terceira Turma do tribunal entendeu que as operadoras podem cancelar o contrato por conta própria, no entanto, além de manter o tratamento , devem cumprir a vigência de 12 meses e notificar os trabalhadores com antecedência mínima de 60 dias. O julgamento ocorreu em outubro do ano passado, mas o acórdão, que é a decisão final, foi divulgada nesta semana pelo STJ.

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Durante o julgamento, prevaleceu o voto do relator, ministro Marco Aurélio Bellizze. Para o ministro, embora a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998) proíba a suspensão ou rescisão somente de planos individuais, o direito à saúde beneficiário se sobrepõem a cláusulas contratuais também nos contratos coletivos.

“Entretanto, não obstante seja possível a resilição unilateral e imotivada do contrato de plano de saúde coletivo, deve ser resguardado o direito daqueles beneficiários que estejam internados ou em pleno tratamento médico, observando-se, assim, os princípios da boa-fé, da segurança jurídica e da dignidade da pessoa humana”, definiu o acórdão.

Judicialização da saúde

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a judicialização na saúde cresceu aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância da Justiça entre 2008 e 2017. Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país.

Fonte: IG Nacional
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