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Se as eleições fossem apenas em Cuiabá e VG, Mauro seria reeleito em primeiro turno; Stopa cravou 15% dos votos

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Com a saída do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), ele optou pelo Alencastro, o atual governador, Mauro Mendes (União Brasil), passou a ser o franco favorito para se reeleger em primeiro turno, aponta pesquisa da Percent

Sem um adversário competitivo, o atual governador, Mauro Mendes (União Brasil), está com sua reeleição consolidada nas duas maiores cidades de Mato Grosso. Segundo pesquisa da PercentBrasil, o chefe do Executivo lidera a disputa em Cuiabá e Várzea Grande com 38% das intenções de votos, o que lhe assegura possível vitória já no primeiro turno.

No entanto, o vice-prefeito da Capital, José Roberto Stopa (PV), surpreendeu na modalidade estimulada e cravou 15% de preferência, percentual que o projeta como nome viável nestas eleições gerais. Stopa herdou o espólio do atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), que optou por permanecer no Alencastro.

Governador, Mauro Mendes (União Brasil), superou a somatória de todos os seus adversários em Cuiabá e VG

O ex-deputado federal, Nilson Leitão (PSDB), figura na terceira posição com exatos 6%. Na mesma simulação, o ex-secretário estadual de Fazenda, Éder Moraes (PV), beliscou 1%, mas Éder deve mesmo concorrer ao cargo de deputado estadual.

“Óbvio que o governador (Mauro Mendes) está consolidado em primeiro lugar, mas o Stopa (vice-prefeito) absorveu o eleitorado do Emanuel (prefeito). Ele começa a disputa na casa dos dois dígitos, cenário que o favorece a concorrer ao Governo com apoio da oposição em Mato Grosso”, analisou Ronye Steffan, sócio-proprietário da Percent.

Na modalidade espontânea, o governador, Mauro Mendes (União Brasil), segue liderando com folga, aponta Percent

Espontânea

O cenário espontâneo também confirma o favoritismo do atual governador, Mauro Mendes. Ele lidera a disputa em Cuiabá e Várzea Grande com 24,4%, seguido bem a distância por Emanuel que obteve 10,3%. O senador, Wellington Fagundes (PL), que vai concorrer à reeleição, foi lembrado por 7% dos eleitores.

Na modalidade espontânea, Stopa conquistou 5% das citações, seguido pelo ex-deputado federal, Nilson Leitão, com 2,5%. O sojicultor Odílio Balbinotti e a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso, Maria Lúcia Cavalli (PC do B), pontuaram com apenas 0,3%.

Vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), é o menos rejeitado entre os possíveis candidatos ao Governo

Rejeição

O ex-secretário estadual de Fazenda, Éder Moraes, e o atual chefe do Executivo, Mauro Mendes, são os mais rejeitados com 27,5% e 15,6%, respectivamente. O vice-prefeito da Capital, se topar concorrer ao Palácio Paiaguás, terá enorme potencial de crescimento, pois a rejeição dele é de apenas 4%, baixa se comparada com seus concorrentes.

Metodologia

A Percent aplicou a técnica “survey de opinião” com 1.000 entrevistados por telefone em Cuiabá e Várzea Grande. A coleta de dados se deu entre os dias 27 de abril a 3 de maio. A margem de erro de é 3,10% para mais ou para menos. Seguindo os ditames da Lei Eleitoral, a pesquisa foi devidamente registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral sob o número MT-06721/2022.

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2 Comentários

2 Comments

  1. Lud disse:

    Acho que o analista dessa pesquisa está redondamente enganado ou tendencioso, um governo que comprou seus adversários tem uma rejeição considerada e não passa de 40% de intenções de votos não é preferido da população.

  2. Pesquisa falsa, basta sair nas ruas e ver a completa rejeição de um governo que massacrou os mais humildes e deu privilégios aos compadres abastados, tenho nojo de quem tenta manipular pesquisas por dinheiro 🏧

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Botelho defende pagamento da RGA integral no próximo ano e negociação de atrasados

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Em entrevista ao Portal ODocumento, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), garantiu que o governador Mauro Mendes (União Brasil), já se comprometeu em estabelecer um percentual para a Revisão Geral Anual dos servidores públicos estaduais. Segundo Botelho, o Estado enfrentou um período que não podia se comprometer com o pagamento, mas que agora há dinheiro em caixa para garantir a revisão geral.

“Tivemos um período em que o Estado realmente não tinha condições de pagar. Se o governo desse a RGA em 2019, não iria honrar, pois não tinha caixa para isso. Fizemos um trabalho para que se gerassem essas condições. Quando aprovamos a Lei de Responsabilidade Fiscal estadual, enfrentamos uma forte pressão, mas os sindicalistas entenderam que fizemos o certo. Agora temos espaço para pagar a RGA”, disse o presidente da ALMT.

Segundo Botelho, a Assembleia defende o pagamento e o Governo do Estado está comprometido com isso. “Defendemos que seja pago e o governo também. O Mauro Mendes tem dito para mim que quer ver essa recomposição integral e agora tem condições para isso. É um compromisso do governador com os deputados. Esse é o encaminhamento e vamos debater isso na LDO, que não coloca índices e valores, mas aponta as diretrizes. Já na LOA, prevista para o final deste ano, aí sim, colocamos os valores. Eu defendo inclusive que caso se tenha espaço, que se paga RGA e se faça mais alguma recomposição desses dois anos que não foram pagos”, declarou.

Eduardo Botelho adiantou ainda que o governo quer repor 100% da inflação desse ano. “Essa é a proposta inicial, vamos fazer uma análise e discutir até o segundo semestre. É justo que se faça revisão e nós estamos empenhados nessa questão”, completou o parlamentar.

 

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AMM entrega à Assembleia proposta de substitutivo a projeto de lei sobre saneamento

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Para contribuir com o Governo do Estado na elaboração do Projeto de Lei 614/2021, que dispõe sobre a criação de Unidades Regionais de Saneamento Básico em Mato Grosso, a Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM liderou a elaboração de uma proposta de substitutivo integral ao projeto apresentado pelo executivo estadual. O documento foi entregue pelo presidente da AMM, Neurilan Fraga, e prefeitos ao presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, nesta terça-feira (28), durante reunião na sede do parlamento estadual.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, destacou que a construção da proposta contou com a colaboração de gestores municipais, de dirigentes de autarquias de água e esgoto e de representantes de outras instituições, como a Fundação Nacional de Saúde – Funasa.  “As alterações propostas ao projeto de lei visam garantir a autonomia dos municípios na gestão do sistema de água e esgoto local e possibilita a construção de blocos regionais que viabilizem o investimento de capital privado para garantir a universalização do saneamento básico até 2033, conforme estabelece lei federal”, explicou.

O substitutivo apresentado pela AMM propõe que os prefeitos tenham autonomia para decidir sobre a adesão às Unidades de Regionalização de Saneamento Básico (URSB) e que o façam por meio de lei. O documento também  atribui ao Governo do Estado a realização de estudo técnico para definir alternativas de modelo de gestão do saneamento aos municípios, como concessão, parceria público-privada, gestão consorciada, entre outras. A proposta estadual é oferecer apenas o modelo de concessão, que não atende a demanda de todos os municípios, considerando as particularidades locais.

A AMM propôs, ainda, a inclusão de todos os 141 municípios nas URSBs, diferentemente da intenção do governo estadual de não incluir as localidades que já contam com o modelo de concessão.  A instituição sugeriu, ainda, a redução de 15 blocos regionais para 5, visando atender principalmente os pequenos municípios que correm o risco de não ser contemplados com investimentos privados, considerando a possibilidade de quantidade insuficiente  de ligações das redes de água e esgoto.

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, pontuou que a proposta do substitutivo garante uma maior participação dos municípios, que são titulares dos serviços públicos de saneamento básico. “Conforme está sendo construído acredito que vai ser bem melhor, pois  a participação dos municípios estará garantida. Agora haverá debates nas comissões para depois a proposta chegar ao Plenário”, assinalou.

Os prefeitos participantes também destacaram a importância da aprovação do texto na Assembleia Legislativa. “Vamos mobilizar os deputados para votarem a favor do substitutivo”, afirmou a prefeita de Conquista D´Oeste, Maria Lucia Porto.

A prefeita de Cáceres,  Eliene Liberato, reforça a importância do convencimento dos parlamentares sobre a viabilidade da proposta. “Foram realizadas várias reuniões para melhorar a participação dos municípios e isso é um avanço. O trabalho agora é convencer os deputados a aprovar a proposta”, frisou.

O diretor do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis, Hermes Ávila de Castro, destacou que a construção do substitutivo se estendeu por vários meses e foi muito positiva. “Os municípios não se sentiram atendidos com a proposta do governo”, afirmou.

Também participaram da reunião os prefeitos de Itanhangá, Edu Pascoski; de Nova Marilândia, Jefferson Souto; de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira; de Vila Bela da Santíssima Trindade, Andre Bringsken; de Luciara, Parassu de Souza Freitas; de Cotriguaçu, Olirio dos Santos, e de Torixoréu, Thiago Timo. Enviaram representantes as prefeituras de Várzea Grande, Barão de Melgaço, Lucas do Rio Verde, Santo Antônio de Leverger e Água Boa.

Marco Legal – A Lei Federal 14.026/2020 atualiza o Marco Legal do Saneamento Básico, apresentando as diretrizes nacionais para o saneamento básico e dispondo acerca das regras para alocação de recursos públicos federais, bem como sobre os financiamentos com recursos da União e as responsabilidades dos municípios na regulamentação da referida lei. Pelo marco do saneamento, os municípios têm até 2033 para universalizar o saneamento básico, que envolve água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos.

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