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Opinião

SÁVIO PEREIRA – Alçando novos voos

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Desde que cheguei a Cuiabá há 33 anos vindo de Barra do  Garças, onde cresci vendo meu pai do antigo PMDB se eleger por 04 mandados de vereador e vendo várias leis em vigor na cidade que ele tanto amou e se dedicou, que sinto um chamado para a vida política.

O legado de meu pai me inspira muito a lutar por um mundo melhor e também  a tentativa de praticar o exercício da cidadania que é formado quando todos nós estamos vivendo momentos harmônicos onde os poderes estão todos coligados em prol de uma justiça social que beneficie uma sociedade.

Meu pai faleceu há 10 anos, mas sinto que deixou em seu legado, uma vontade de ajudar o próximo e trabalhar em prol da coletividade. Por isso acho que estou pronto para tentar alçar um novo voo me candidatando a vereador por Cuiabá.

Cidade que me acolheu que me abriu oportunidades profissionais e me trouxe vários amigos. Lugar que me estabeleci e posso dizer que não saberia viver sem minha família, o calor de 40 graus na sombra, o calor humano dos amigos que fiz.

Me candidatando, sinto que posso fazer mais por essa cidade que me abriu as portas como estilista, como colunista social e como profissional da comunicação. Sei que muitos também têm essa vontade e que não será fácil.

Que eu possa honrar tudo aquilo que meu pai  ensinou me colocando a disposição da sociedade para a construção de uma Cuiabá mais justa que eu possa ser uma voz na Câmara em prol dos que precisam de uma rua asfaltada, um transporte público melhor, água nas torneiras,  que todos sejam respeitados independente da idade, raça, cor ou opção sexual, que o respeito não falte aos animais que sofrem maus tratos… Há muito a fazer.

Sávio Pereira colunista eletrônico e apresentador e pré-candidato a vereador pelo PROS homologado em convenção

 

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Opinião

DIRCEU CARDOSO – A vacina chegando em outubro

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A disponibilização, já em outubro, dos primeiros 5 milhões de vacinas de origem chinesa para a prevenção da Covid 19, é fato relevante. O anúncio feito no domingo pelo governador João Dória devolve aos paulistas a esperança de logo voltar à normalidade sem o temor de estar assinando a sentença da própria morte e/ou do reaquecimento da pandemia. É bom lembrar que além da vacina chinesa – que o Instituto Butantã prevê fornecer 46 milhões de doses até dezembro – temos em andamento os testes e produção da vacina da Universidade de Oxford (Reino Unido) pela federal Fundação Oswaldo Cruz (Rio), e da russa Sputnik V, pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Curitiba).

A chegada das vacinas era prevista só para o próximo ano e isso deu força à adoção do isolamento social e outras medidas de necessidade e eficiência amplamente festejadas, mas, para desencanto geral, até hoje não comprovadas. A vacina, somada à redução do número de infectados e de mortes pela pandemia, abre novas perspectivas. Espera-se que a distribuição do imunizante se faça na forma mais racional, sem a repetição dos arroubos e discussões políticas presentes – que escandalizaram a população – na chegada e alastramento do coronavírus pelo país. Que as autoridades e especialistas – federais, estaduais e municipais – cumpram rigorosamente seus protocolos éticos e jamais misturem esse trabalho com as eleições do presente ou do futuro. Se não tiverem outras razões, que o façam pelo menos em respeito aos 136.895 brasileiros que já pereceram e aos outros que fatalmente ainda perderão a vida em decorrência do mal.

Quanto à população, é do seu interesse manter as cautelas. Mesmo com a queda das mortes e da infestação, o vírus continua circulando. Por isso, devemos manter, com a devida seridedade, o uso regular da máscara, evitar as aglomerações e observar o distanciamento pessoal. Deixar as festas e reuniões sociais para depois que as vacinas ja tiverem sido aplicadas e produzido os efeitos imunizantes. Tudo o que se fizer antes disso será exposição a riscos evitáveis…

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves – dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) 

[email protected]                                                                                                     

 

  

 

 

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Opinião

ONOFRE RIBEIRO – Ondas de pressão ambiental

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As pressões ambientais que Mato Grosso enfrenta hoje com os incêndios no Pantanal não são novas, Em 2005 a organização não-governamental Greepeace, premiou o governador Blairo Maggi de Mato Grosso, com a “motosserra de ouro”, em razão dos desmatamentos no cerrado para a agricultura de grãos.  Naquela época havia as aberturas de novas áreas de cerrado para o plantio de soja.

Blairo Maggi além de ficar profundamente constrangido e pressionado, tomou a questão com seriedade. Reforçou os compromissos ambientais do agronegócio estadual e foram assinados muitos protocolos de sustentabilidade a vigorar dali por diante. Mas na época causou um enorme transtorno à agricultura.

Hoje o agronegócio está fora do foco ambiental, exceto pelos questionamentos econômicos, políticos e ideológicos sabidos e conhecidos.

Em 2010 foi a vez da madeira. Duas operações “Jurupari” atingiram 51 municípios das regiões Norte e Noroeste de Mato Grosso, produtoras de madeira. A raiz do problema era o Ibama. Funcionários do órgão vendiam autorizações falsas pra o transporte de madeira, legalizando irregularidades. Durante alguns meses houve prisões, fechamento de madeireiras e de indústrias de madeira em toda a região. Os empreendedores da atividade tiveram que se regularizar e trabalhar dentro da lei. De certo modo, seguindo a cartilha nova do agronegócio. Hoje o setor de base florestal, como se chama agora, trabalha dentro da lei. E saiu do foco de operações e das vigilâncias policiais.

Em 2020 surge o Pantanal no foco. O tema são incêndios que se abateram sobre mais de 1 milhão de hectares pantaneiros nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Os cenários são diferentes dos dois primeiros, mas a questão legal acaba guardando algumas semelhanças. O Pantanal queima por uma série de contradições legais, econômica e ideológicas. Erros em cadeia.

Os setores do agronegócio aprenderam a lidar no novo ambiente ambiental. O de base florestal também. O Pantanal seguirá, certamente, a mesma sequência do bom senso público, privado e institucional. Os dois primeiros se organizaram em instituições fortes como a Aprosoja – Associação dos Produtores de Soja e Milho, e a madeira no CIPEM – Centro das Indústrias Produtoras e Exportadora de Madeira. Os fazendeiros do Pantanal já começaram a agir em conjunto pra defesa coletiva.. O mais, é só uma questão de tempo pra se contornar e solucionar as questões ambientais pantaneiras.

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso – [email protected]   www.onofreribeiro.com.br

 

 

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