conecte-se conosco


Tecnologia

Saudade do mozão na quarentena? Facebook cria aplicativo para casais

Publicado


source

Olhar Digital

Facebook arrow-options
Divulgação

Facebook cria aplicativo para casais


O Facebook continua buscando expandir sua base de usuários e, para isso, está procurando nichos diferentes. Agora, a empresa lançou um aplicativo chamado Tuned , que mira casais, com uma série de recursos interativos pensados para serem divididos especificamente entre duas pessoas.

Até o momento, o aplicativo, que é cria de uma equipe especial do Facebook dedicada a projetos experimentais, ainda é limitado ao iOS , e disponível apenas para usuários da App Store nos Estados Unidos. Na prática, o Tuned é como se fosse uma rede social, mas com a diferença de sua rede de amigos ser limitada a apenas uma outra pessoa.

Leia também: Tinder lança botão do pânico para emergências

Com o app, os usuários podem compartilhar fotos entre si, compartilhar mensagens e criar montagens e álbuns em conjunto, utilizando stickers que podem ser personalizados, como observou o site The Information . A integração com o Spotify também possibilita que os casais troquem recomendações de músicas. Também é possível deixar cartões, recados e mensagens de voz. O app dispensa a utilização de uma conta do Facebook , o que é um bônus para quem pode se preocupar com privacidade.

A divisão do Facebook responsável por estes apps ainda é nova, lançada apenas na segunda metade do ano passado. Os aplicativos lançados até então, como o Whale, dedicado à montagem de memes, e o Hobbi, inspirado no Pinterest, não ganharam tração e sequer foram promovidos pela empresa. É pouco provável que o Tuned tenha destino diferente, especialmente com tantos outros apps de comunicação disponíveis e já instalados nos celulares dos usuários.

De qualquer forma, o app mostra uma tendência interna no Facebook de criar aplicativos mais direcionados. Hoje a empresa tem a rede social Facebook, o Messenger, o WhatsApp e o Instagram, todos com mais de 1 bilhão de usuários, todos mirando um público amplo. A próxima etapa é começar a investir em nichos, grupos específicos de pessoas.

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Tecnologia

Motorola Razr pode ganhar segunda versão com 5G ainda este ano

Publicado


source

Olhar Digital

Motorola Razr
Reprodução

Motorola Razr atual cercado de celulares do modelo original


A Motorola já está trabalhando em um sucessor do dobrável Razr , com lançamento previsto para setembro deste ano. Segundo o 9to5Google a informação vem de Thibault Dousson, gerente-geral da Lenovo na África do Sul, e foi feita durante uma participação do executivo no podcast Reframed Tech.

“Há uma nova iteração do Razr a caminho. Pelo que sai, sairá em setembro”, disse Dousson, que pouco depois complementou: “um Razr completamente novo”.

O Razr  chegou ao mercado em fevereiro deste ano, então um lançamento em setembro parece, a princípio, um ritmo um tanto acelerado. Mas não devemos nos esquecer de que ele foi anunciado três meses antes, em novembro de 2019. Nada impede que a Motorola repita a estratégia, com um anúncio em setembro e lançamento alguns meses depois.

Leia também: Dobrável é passado: LG cria celular com duas telas, sendo uma giratória

De acordo com o XDA-Developers o ” Razr 2 “, como é atualmente chamado, tem o codinome Smith (modelo XT2071-4) e usará um processador Snapdragon 765 com modem 5G Snapdragon X52 integrado, 8 GB de RAM, 256 GB de memória interna e bateria de 2.845 mAh. É uma configuração mais capaz de enfrentar concorrentes como o Galaxy Z Flip , embora o processador seja menos poderoso.

Em comparação o Razr atual tem processador Snapdragon 710, 6 GB de RAM, 128 GB de memória interna e bateria de 2.510 mAh. As câmeras também receberão um upgrade, com a traseira saltando de 16 para 48 MP e a frontal de 5 MP para 20 MP.

As dimensões das telas externa e interna, a princípio, não mudam. O novo Razr chegaria ao mercado rodando o Android 10 , que recentemente foi lançado para o modelo original e tem traz melhorias de usabilidade, especialmente em relação à tela “Quick View” externa.

Continue lendo

Tecnologia

Uso da memória é culpado por 70% das falhas de segurança do Chrome; entenda

Publicado


source

Olhar Digital

Google Chrome
Unsplash

Entenda como se originam as falhas de segurança do Google Chrome


Engenheiros do Google conduziram um estudo analisando 912 falhas de segurança corrigidas no navegador Chrome desde 2015 e classificadas com severidade alta ou crítica, e descobriram que 70% delas são relacionadas a problemas de alocação de memória.

Em destaque está um problema conhecido entre os programadores como “use after free”, quando um programa tenta usar uma área de memória depois ela ter sido marcado como livre para uso pelo sistema operacional .

O número é idêntico a um compartilhado pela Microsoft em fevereiro passado: seus engenheiros descobriram que 70% das correções de segurança para seus produtos eram relacionadas a problemas decorrentes do gerenciamento de memória.

Leia também: Falha no Windows 10 quebra segurança de navegadores; saiba se proteger

O problema é tão grande que o Google estabeleceu uma nova regra a ser seguida no desenvolvimento de novos recursos para o Chrome. Engenheiros não podem violar a “regra de dois”, ou seja, seu código não pode ter mais do que duas das características abaixo:

  • O código lida com entrada (informações) não confiáveis.
  • O código não roda em uma sandbox (isolado do restante dos processos do sistema).
  • O código é escrito em uma linguagem de programação “insegura”, como C ou C++.

C ou C++ são consideradas linguagens de programação inseguras, pois deixam nas mãos dos programadores a tarefa de gerenciar o uso de memória , incluindo a alocação de novos blocos, liberação dos que não estão mais sendo usados e manipulação de ponteiros.

Uma alternativa é o uso de linguagens mais modernas, como Rust, desenvolvida e divulgada pela Mozilla Foundation e que foi criada com a segurança , especialmente no acesso à memória, em mente.

Leia também: Google derruba recurso para evitar queda de sites de combate à pandemia

A Microsoft tem um projeto de pesquisa chamado “Checked C”, que visa criar uma extensão da linguagem C com a segurança em mente, evitando erros de programação comuns como estouro de buffer, acesso a áreas de memória além dos limites do programa ou manuseio incorreto de tipos de dados.

Além disso, a empresa está estudando o uso de Rust e desenvolvendo sua própria linguagem de programação segura, atualmente conhecida como “Projeto Verona”.

O Google também tem esforços neste sentido, prometendo “enfrentar o problema do uso inseguro de memória” no Chrome. Uma iniciativa é o projeto MiraclePtr<T>, que visa modificar a forma como o código lida com ponteiros para a memória, transformando falhas de segurança em simples “crashes” sem complicações mais sérias.

Além disso, a empresa também pretende explorar o uso de linguagens de programação seguras, como Rust, Swift, JavaScript, Kotlin e Java.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana