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São Paulo terá chuvas abaixo do esperado durante o inverno, diz CGE

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Frio intenso em São Paulo
Rovena Rosa/Agência Brasil – 18.07.2017

Frio intenso em São Paulo

Meteorologistas do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo informaram que o inverno deste ano, que começa nesta terça-feira (21), às 06h14, deve transcorrer sob a influência do fenômeno La Niña. Segundo os especialistas, durante a estação são esperadas chuvas abaixo da média , e temperaturas um pouco acima do esperado.

“Já no início deste inverno, casualmente, teremos uma massa de ar mais quente e seco, formando um bloqueio atmosférico que dificulta a passagem de sistemas frontais pelo Estado que tenham força para mudar o tempo”, disse o meteorologista do CGE da Prefeitura, Michael Pantera. “Essa condição favorece dias com sol e temperaturas em elevação, fenômeno conhecido como veranico, comum no inverno”, explica.

De acordo com dados de temperatura do CGE as médias serão as seguintes:

Junho – Mínima media – 13,5°C. Máxima média – 22,9°C

Julho – Mínima média – 12,6°C. Máxima média – 22,9°C

Agosto – Mínima média – 13,4°C. Máxima média – 24,3°C

Setembro – Mínima média – 15,2°C. Máxima média – 25,9°C

“Não deveremos ter um inverno rigoroso. Isso não signfica que não haverá ondas de frio intenso, mas elas deverão ocorrer alternadas com períodos de tempo seco com sol e temperaturas mais amenas”, complementa Pantera.

O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo registra índices pluviométricos na cidade desde 1995. Nos meses de inverno são esperadas as seguintes médias:

Junho – 51,2mm

Julho – 43,8mm

Agosto – 29,6mm

Setembro – 65,8mm

Durante a estação a média de chuvas esperada é de 136,1mm. Em 2021 foram registrados 92,9mm. O inverno mais chuvoso, até o momento, foi o de 2009, com 352,2mm; já o mais seco em 2017, com 61,6mm.

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4 de 10 pessoas creem que Bolsonaro incentiva ilegalidade na Amazônia

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4 de 10 pessoas creem que Bolsonaro incentiva ilegalidade na Amazônia
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4 de 10 pessoas creem que Bolsonaro incentiva ilegalidade na Amazônia

Um levantamento do Datafolha apontou que aproximadamente 4 em cada 10 brasileiros avaliam que o presidente de Jair Bolsonaro (PL) mais incentiva do que combate ilegalidades na Amazônia como pesca irregular, invasão de terras indígenas, desmatamento e garimpo ilegal.

A pesquisa mostrou entre 39% e 43% dos entrevistados acredita que o atual governo age mais para estimular do que de enfrentar os problemas da região. Já para um percentual entre 31% a 35% a atual gestão atua mais no combate do que incentivo a criminalidade no território amazônico.

Entre 8% e 10% afirmam que Bolsonaro não fomenta nem reprime os crimes. Já 13% a 18% dos entrevistados não souberam opinar.

O Datafolha entrevistou, na quarta e quinta-feira, 2.556 eleitores em 181 municípios de todas as regiões do país. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09088/2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o índice de confiança é de 95%.

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Corpo de Dom Phillips é velado neste domingo em Niterói

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Corpo de Dom Phillips é velado neste domingo em Niterói
Reprodução Twitter/@domphillips 6.6.2022

Corpo de Dom Phillips é velado neste domingo em Niterói

O velório de Dom Phillips acontece na manhã deste domingo no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A cerimônia de despedida é restrita a familiares e amigos do jornalista britânico assassinado no Vale do Javari neste mês. A cremação do corpo está marcada para 12h.

Do lado de fora do cemitério, integrantes de movimentos sociais cobram a continuidade da apuração do assassinato. Com uma faixa estendida, eles perguntam “Quem mandou matar Dom e Bruno?”.

Os corpos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips foram entregues às famílias pela Polícia Federal somente nesta quinta-feira, mais de duas semanas após seus desaparecimentos. Na manhã de sexta, Bruno foi enterrado no cemitério Morada da Paz, em Paulista, região metropolitana do Recife (PE).

O caixão foi coberto com bandeiras do estado de Pernambuco, do Sport – time de coração dele – e com uma camisa da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari. O velório contou com a presença de indígenas, como os xukurus, que realizaram rituais pela passagem de Bruno. Também houve pedidos de Justiça, e críticas à gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo as investigações do caso, que já prenderam quatro suspeitos pelo crime, Dom e Bruno foram assassinados no Vale do Javari (AM), quando se dirigiam à cidade de Atalaia do Norte. A suspeita é de que as mortes foram cometidas por pescadores que se queixavam da atuação de Bruno Pereira em repressão à pesca ilegal na região, que sofre influência do narcotráfico.

Segundo laudo feito nos corpos, encontrados no dia 15 de junho, 10 dias após o desaparecimento de Dom e Bruno, os dois foram mortos a tiros, com munição de caça.

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