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São Paulo tem pontos pensados para o público geek e otaku; veja quais

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São Paulo tem pontos de encontro para o público geek, nerd e otaku
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São Paulo tem pontos de encontro para o público geek, nerd e otaku

capital paulista é um polo de miscigenação cultural e encontro de diferentes hobbies e paixões. Em vista disso, é muito comum encontrar pontos marcantes da cidade que representam variados públicos específicos, cujas demandas incluem locais onde possam compartilhar as atividades que mais lhe apetecem. Neste meio, os públicos nerd, geek e otaku ganham destaque.

Tanto para os que apreciam a cultura asiática, incluindo principalmente animes, mangás e kpop, quanto para os geeks e nerds de plantão, apaixonados pelo mundo do cinema, séries, quadrinhos, jogos e tecnologia, São Paulo oferece opções democráticas de lazer e referência para cada uma dessas propostas. Em cada uma delas, o visitante conta com uma experiência imersiva, seja individualmente ou em grupo. O iG Turismo separou algumas delas. 

Galeria do Rock

Galeria do Rock
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Galeria do Rock

Fundada em 1963 como Shopping Center Grandes Galerias, a Galeria do Rock serve de ponto de encontro para vários públicos e comunidades no centro de São Paulo. Em mais de 450 pontos comerciais, os visitantes encontram lojas de discos, acessórios, estúdios de piercing e tatuagem, entre outros. Para os geeks e otakus, é um dos principais locais onde comprar gibis e mangás, além de camisetas com estampas temáticas para fazer coleção. 

Onde?

Rua Vinte e Quatro de Maio, 62 – República – Centro – São Paulo.

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 18h30.

Rua Santa Ifigênia

Rua Santa Ifigênia
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Rua Santa Ifigênia

Também na região central de São Paulo, a Rua Santa Ifigênia é extremamente popular por ser o principal ponto de comércio de eletrônicos da cidade, o que chama a atenção dos gamers de plantão. Com várias lojas especializadas em computadores de última geração, jogos, equipamentos de som e luz e dispositivos eletrônicos portáteis, os que são apaixonados por esse universo se perdem na variedade de opções e lançamentos. 

Liberdade

Liberdade, em São Paulo
Reprodução/Instagram

Liberdade, em São Paulo

O Bairro da Liberdade não poderia ficar de fora da lista. Reduto dos imigrantes asiáticos, especialmente os japoneses, e próximo ao centro paulista, a Liberdade concentra toda riqueza cultural do oriente, tanto por meio de restaurantes, bares de karaokê quanto em templos budistas. O que mais chama a atenção dos geeks e especialmente dos otakus e fãs de kpop (música sul-coreana) é a variedade de lojas com mangás, action figures, roupas – tanto personalizadas quanto para cosplay –, acessórios, jogos, pelúcias, álbuns musicais e artigos colecionáveis. O Sogo Plaza Shopping reúne especialmente as novidades de mangás tão aguardadas pelo público otaku. 

Gibiteca Henfil

Gibiteca Henfil
Divulgação

Gibiteca Henfil

É a maior e mais antiga gibiteca pública do Brasil, existente desde 1991 no Centro Cultural São Paulo. O local conta com um acervo de mais de 10 mil títulos que variam entre álbuns, quadrinhos, gibis, periódicos e HQs de consagrados autores, tanto nacionais quanto internacionais. É o verdadeiro paraíso para o público geek e nerd, principalmente porque, além do acervo, o local também promove palestras, oficinas e exibição de filmes e jogos. 

Onde?

Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – zona Sul – São Paulo.

Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 10h às 20h. Sábados, domingos e feriados (exceto Carnaval e Páscoa), das 10h às 18h.

Tel.: 3397-4090.

Geek House

Geek House
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Geek House

Após se aventurar pela Gibiteca, os geeks e nerds podem dar uma passada na Geek House para adquirir exemplares de livros, quadrinhos, gibis e HQs. A loja comercializa desde os materiais de leitura nacionais e importados até canecas temáticas, bonecos, estátuas, camisas, jogos de tabuleiro e de carta – como os famosos Magic, Pokémon, Yu-gi-oh e Marvel Battle Scenes –, além de um espaço para leitura e jogos com mesas e puffs. Para fechar com chave de ouro, há uma franquia de cafeteria Grão Espresso com cardápio diversificado para os visitantes se deliciarem. 

Onde?

Alameda Franca, 1055 – Jardim Paulista – zona Oeste – São Paulo.

Horário de funcionamento: segundas, das 11h às 20h; terças e quartas, das 11h às 21h; quintas e sábados, das 11h às 22h.

Tel.: (11) 3064-5145

Gibi Cultura Geek

Gibi Cultura Geek
Divulgação

Gibi Cultura Geek

Para quem gosta de opções de onde comer e beber, o bar Gibi Cultura Geek oferece um espaço dedicado aos geeks e nerds. A decoração é totalmente temática, o local tem uma biblioteca de quadrinhos à disposição do visitante, venda de HQs independentes, exibição de filmes, desenhos animados e séries, oficinas e workshops relacionados à cultura geek e um cardápio de conta com hot dogs, petiscos, cervejas nacionais e importadas e drinks temáticos. 

Onde? 

Rua Major Maragliano, 364 – Vila Mariana – zona Sul – São Paulo.

Horário de funcionamento: de quarta a sábado, das 17h às 23h30. Domingos, das 16h às 22h

Tel.: (11) 5084-1165.

Big Kahuna

Big Kahuna
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Big Kahuna

Para os geeks mais ligados ao cinema, a Big Kahuna Burger reúne itens no cardápio e adornos de decoração inspirados nos filmes do Tarantino. Entre os pratos, destacam-se personagens famosos vividos pelo cineasta, como Django, Vincent Vega, Mr Wolf e outros.

Onde?

Alameda Lorena, 53 – Jd. Paulista – São Paulo.

Horário de funcionamento: de terça a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sextas, das 12h às 15h e das 19h às 00h. Sábados, das 13h às 00h. Domingos, 13h às 23h.

Tel.: (11) 3051-6268 e (11) 4561-6770.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Destino dos Famosos: cenário paradisíaco e boa gastronomia na Croácia

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O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres
Reprodução/Redes Sociais – 12.08.2022

O território já foi visitamos por algumas celebridades brasileiras ilustres

A Croácia está entre os destinos mais exóticos e acessíveis da Europa. Possui verão ensolarado, muitas praias e festivais de música para quem gosta de marcar presença nestes eventos internacionalmente. A cada temporada, o destino conquista mais e mais turistas, pois apesar de ser um país pouco populoso – apenas 4 milhões de habitantes –, a Croácia oferece locais paradisíacos para visitar. 

O mês de julho é o mais indicado para visitar o território, pois é quando começa o verão europeu. Os dias são bem quentes, o que estimula os turistas a caminhar pelas praias do litoral croata e as chuvas são diminutas. Sem falar que no começo do mês as cidades ainda não estão muito lotadas, então é ideal para quem prefere passeios mais tranquilos. 

É nessa época que são realizados grandes eventos e festivais de música eletrônica, contando as baladas de praia. A Croácia também é um destino bastante procurado pelos alemães e austríacos, já que as férias escolares são em agosto e depois de julho os hotéis ficam lotados, então vale se planejar com antecedência para evitar esses picos.

Como chegar à Croácia?

Sobre custo benefício, é importante lembrar que a moeda na Croácia é o Kuna (HRK) – que na cotação atual se aproxima bastante da moeda brasileira, com 1 kuna valendo pouco mais de 1 real*. As passagens aéreas costumam valer a pena. O Brasil não oferece voo direto para o destino, por isso a forma mais econômica é ir para algum país mais próximo – como França ou Alemanha – e de lá ir para a Croácia. O voo de Paris para Zagreb, a capital croata, pode custar aproximadamente R$ 200.

Culinária marcante

A comida croata é bem diversa, especialmente dependendo da região – o que se deve à herança deixada pelos povos que dominaram o território na antiguidade. É possível identificar elementos que vão desde a gastronomia romana aos costumes turcos. Por exemplo, na costa da Dalmácia o turista encontra pratos tipicamente gregos e italianos, já em Zagreb e regiões montanhosas o que prevalece é a comida húngara e austríaca. 

Os pratos mais tradicionais são a Peka (feito com carne, vegetais ou frutos do mar, com batatas, especiarias, óleo e sal), o Fuzi (massa servida com molho de creme de trufas ou molho vermelho suave com carne ou frango) e o ensopado, que em croata é chamado de Buzara (prato simples feito com mexilhões em caldo de vinho, alho e pão ralado).

O que visitar? 

A cidade de Dubrovnik é um dos mais belos pontos do país, tanto que é apelidada de “Pérola do Adriático”. Ela oferece praias com água cor de esmeralda e mar calmo para praticar atividades aquáticas como caiaque ou nado. A cidade conserva muralhas da época medieval que são muito visitadas. Essa arquitetura foi o cenário principal da série “Game Of Thrones”, incluindo a mansão Trsteno Arboretum, o Parque Gradac, Forte Lovrijenac, o Portão de Pile que faz parte da entrada para a Cidade Velha e a Torre Minceta.

Como segunda maior cidade da Croácia há Split, o principal centro da região da Dalmácia. Ela é considerada um museu a céu aberto, totalmente cercada pelas montanhas na costa do Mar Adriático. De todos os atrativos disponíveis, o mais visitado é o palácio de Diocleciano, rodeado por muralhas e vielas com chão de pedra que levam a restaurantes, lojinhas e bares. 

Para quem prefere os cenários mais paradisíacos, a ilha Hvar fica em meio ao Mar Adriático e abriga várias praias e locais recheados de história – sem contar os restaurantes que oferecem o melhor da gastronomia croata. É a ilha mais ensolarada do país e nela o turista pode visitar as praias de Hula Hula, conhecida como praia das pedras e Pokonji Dol, famosa pela calmaria e tranquilidade.

Zagreb, a capital, é a única metrópole de todo território croata e curiosamente um dos pontos mais visitados, mesmo com a ausência de praias. Conhecida como “Nova Toscana”, a cidade tem águas belíssimas, os balneários de Rijeka e Pula e ruas bem arborizadas e limpas. Os atrativos históricos e culturais são bem fortes, com opções de museus, bibliotecas e teatros. 

*Valores apurados em 12 de agosto de 2022.

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Fonte: IG Turismo

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Conheça o Aman, hotel mais caro de Nova York, com diárias de US$ 5.500

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Aman Nova York
Reprodução/Instagram @amannewyork 12.08.22

Aman Nova York

A marca de hotéis de luxo Aman chegou à ‘Big Apple’ . Com 83 suítes e instalado no Crown Building, na esquina da Quinta Avenida com a 57th Street, o Aman New York foi inaugurado oficialmente no dia 2 de agosto, embora ainda estivesse na metade da construção naquela semana.

Após anos de publicidade, foi a abertura de um hotel mais aguardada que a cidade experimentou na última década. Afinal, trata-se de uma marca cujos resorts faturam mais de US$ 2.000 por noite em qualquer destino.

Além das 83 suítes, o Aman NY também contará com 22 residências particulares – uma novidade para a rede. Os apartamentos terão de um a seis quartos e seu proprietários terão acesso às comodidades do hotel, além de terraços ao ar livre e piscinas aquecidas.

Tão grande é a fé na capacidade da Aman em elevar os já altos padrões de luxo de Nova York que os moradores locais pagaram US$ 100 mil em taxas de iniciação para se tornarem membros fundadores de seu primeiro Aman Club no mundo durante o período de pré-abertura. O custo de inscrição dobrou desde então, não incluindo US$ 15 mil em anuidades.

Depois, há as taxas de pernoite. Se parecia que o novo Ritz-Carlton NoMad, com seu design maximalista e restaurantes José Andrés, estava ultrapassando o limite cobrando US$ 1.400 por noite por um quarto standard, o Aman passou a frente.

Os quartos mais humildes do hotel nem são vendidos sozinhos: no Aman New York, os estúdios de cerca de 31 metros quadrados podem ser reservados apenas como uma opção adjacente para as suítes de US$ 20 mil por noite, como forma de torná-los ainda maiores.

As suítes premium , a maioria dos quartos do hotel é de cerca de 76 metros quadrados, estão entre as únicas reservas que podem ser feitas até o fim do ano. Embora o hotel diga oficialmente que as diárias desses quartos começarão em US$ 3.200, eles atualmente custam US$ 4.200 na maioria das noites da semana e até US$ 5.500 por noite nos fins de semana até o fim deste ano.

Isso não é por causa do tamanho dos quartos, já que uma suíte de proporções semelhantes no hotel Carlyle, recém-reformado, custa menos da metade do preço nas mesmas datas. Este é um produto do prestígio e seguidores dedicados da rede Aman.

A marca atrai aqueles que valorizam o luxo discreto. Ele tende a preencher edifícios arquitetonicamente importantes, como palácios de verão em Pequim  e palácios venezianos monumentais , e fazê-los parecer residências ultra-privadas para os poucos hóspedes que podem chamá-los de casas temporárias.

“Há uma grande diferença entre nós e todos os outros – diz o presidente e CEO da Aman, Vlad Doronin, falando por videochamada de Ibiza. “Nossos clientes não apenas estarão dispostos a pagar dinheiro que for pelo luxo que construímos, mas também se sentirão muito felizes com o valor que receberam no momento do check-out”, afirma.

Doronin admite que “não poupou despesas” e estourou seu orçamento – estimado em cerca de US$ 300 milhões apenas no hotel, embora adquirir o prédio e adicionar residências elevou a conta total para cerca de US$ 1,45 bilhão.

Isso se deve parcialmente aos desafios que surgiram com a construção de um hotel seis estrelas em meio a uma pandemia e crise na cadeia de suprimentos. Ainda assim, o resultado é, como Doronin prometeu, diferente de tudo o que Nova York já viu.

Um resort vertical

Desenvolver e operar um hotel em Manhattan  vem com desafios únicos que não são familiares para a rede Aman. De suas 34 unidades, apenas o posto avançado de Tóquio  está situado em uma grande metrópole. Construir em centros urbanos, no entanto, é primordial para a estratégia de expansão de Doronin: Bangkok  e Miam  serão os próximos.

Esses destinos não apenas podem oferecer um melhor potencial de venda de residências, que compensam os custos de desenvolvimento hoteleiro, mas também ajudam a marca a atrair um público mais jovem. Doronin diz que a idade média dos hóspedes da Aman começou a mudar de cinquenta e poucos anos para jovens na faixa dos 30 e poucos anos com grandes empregos na  área de tecnologia.

Doronin diz que a única diferença real entre a propriedade de Nova York e qualquer outro local da Aman é que as comodidades são empilhadas verticalmente, em vez de espalhadas por pavilhões em tons de rosa, como em Marrakech, no Marrocos , ou em suas caixas de arenito hiper-minimalistas no  deserto de Utah.

As comodidades são realmente suficientes para constituir um resort de bem-estar adequado.  Os quartos ocupam apenas seis andares do edifício; o spa e o centro de bem-estar ocupam três pavimentos e incluem espaço para câmaras de crioterapia e uma piscina coberta.

Um consultório médico totalmente funcional ocupa todo o último andar do spa. É onde o Dr. Robert Graham, formado em Harvard, usa uma série de máquinas para medir os níveis de inflamação e estresse em todo o corpo antes de prescrever “programas de imersão de bem-estar” que consistem tratamento como acupuntura, aumento de peptídeos intravenosos ou oxigenoterapia hiperbárica. .

Mais suntuosas são duas casas de banho  que são como spas privados dentro do spa. Lá, em espaços semelhantes a apartamentos completos com quartos e áreas de jantar, pequenos grupos ou casais podem compartilhar uma experiência de meio dia ou dia inteiro que gira em torno de um hammam marroquino ou banya do leste europeu.

Qualquer esfoliação é seguida por mergulhos em piscinas externas quentes e frias – situadas em um terraço com jardim privativo com teto retrátil – além de menus de almoço personalizados e massagens complementares. O custo dessas mordomias: $ 8.500 para duas pessoas para o pacote de dia inteiro.

Até a academia guarda surpresas: inclui uma esteira Technogym de alta intensidade chamada Skillmill, um stepper de escada VacuTherm, de US$ 17 mil, que parece ter sido instalado dentro de uma sauna – é envolto em elementos de calor infravermelho para fazer você suar mais – e bancos estilo Jetsons com rolos infravermelhos nodosos para drenagem linfática.

“Queríamos que fosse divertido e que desse às pessoas algo que elas nunca viram antes – diz Yuki Kiyono, chefe global de bem-estar e spa da Aman.

Academia superequipada, piscinas cobertas e outros luxos

Há também um amplo bar com terraço de 650 metros quadrados, envolto como uma elaborada caixa de joias em chapas de treliça de metal e ripas de bambu, todos escondendo painéis de vidro retráteis para delimitar o espaço em dias frios ou chuvosos.

Adornado com fogueiras, árvores japonesas e espelhos d’água, ele se tornará um local ideal para drinks depois do trabalho , reservado a pequenos grupos que não estão pagando as taxas diárias completas.

O spa também será aberto para não hóspedes, com tratamentos exclusivos de duas horas a partir de US$ 785. O público em geral também poderá usufruir dos dois restaurantes do Aman New York em um lobby de pé-direito duplo, localizado no 14º andar: Arva e Nama servirão pratos italianos e japoneses, respectivamente. Por enquanto, porém, todos estarão em um modo de abertura suave, limitado aos membros do clube e aos que passam a noite.

O objetivo, afinal, não é trazer moradores locais, como a maioria dos hotéis urbanos do mundo tenta fazer, mas manter pessoas suficientes de fora para que a vibe permaneça exclusiva e privada. Até os vizinhos da Billionaire’s Row descobrirão que sua melhor chance de entrar é se inscrever para a taxa de iniciação do clube de US$ 200.000.

Um espaço já está aberto ao público: um clube de jazz  subterrâneo com programação com curadoria do trompetista Brian Newman, líder da banda do show de Lady Gaga em Las Vegas . Este é um espaço íntimo, mas chamativo, com um sistema de som tão raro que o único outro local público de Nova York que afirma tê-lo é o Jazz at Lincoln Center.

Algumas áreas serão limitadas aos membros do clube, o que significa que, mesmo que você pague US $ 20.000 por uma das suítes master, não poderá entrar. Isso inclui um pequeno salão de charutos escondido atrás de uma porta secreta no lobby e uma biblioteca de vinhos privada que armazenará rótulos raros.

O quanto vale

Doronin diz que, embora Nova York seja um destino que ajudará a rede Aman a aumentar sua participação de mercado – atualmente o público da marca é apenas 37% americano, por exemplo – o hotel esgotou principalmente seu estoque de 2022 para os chamados “Amanjunkies”, uma casta de seguidores leais que colecionam estadias nos hotéis Aman da mesma forma que os estudantes dos anos 80 colecionavam cartões de beisebol.

Na verdade, Doronin diz que 85% de seus hóspedes se tornam visitantes recorrentes; poucas marcas de hotéis podem competir com esse número, mesmo quando oferecem programas de fidelidade de pontos e noites grátis, o que seria impensável no mundo de Doronin.

Ao combinar as suítes do Aman New York com condomínios – 22 unidades no total, variando de cerca de US$ 5,9 milhões a US$ 75 milhões – e adicionando um modelo de clube de associados, Doronin expandiu o universo de Aman. Agora não são apenas férias; mas um estilo de vida.

“Esta inauguração é um marco importante para a nossa marca”, ressalta o executivo.

Isso explica por que Doronin investiu pesadamente para tornar Aman New York uma joia tão preciosa – e por que ele confia que os consumidores pagarão a conta.

“Meus consultores financeiros ficavam perguntando o que eu estava pensando, criando algo como um lobby de pé-direito duplo. Esse espaço poderia valer mais US$ 60 milhões em apartamentos. Mas eu não os escutei”, diz ele, radiante. “Este produto é muito importante para a marca”, finaliza.

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Fonte: IG Turismo

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