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São Paulo inaugura memorial em homenagem às vítimas da covid-19

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Agência Brasil

Memorial para as vítimas da Covid-19 na cidade de São Paulo
Divulgação/ Projeto Hígia Mente Saudável e Av

Memorial para as vítimas da Covid-19 na cidade de São Paulo

No dia em que a cidade de São Paulo completa 467 anos , a prefeitura paulistana inaugura um memorial em homenagem às vítimas do novo coronavírus . O memorial foi instalado hoje (25) no Parque do Carmo, na zona leste.

Para a homenagem, a prefeitura instalou uma escultura, que foi doada pelo Ministério Público, em parceria com o Projeto Hígia Mente Saudável . O monumento conta com uma cápsula do tempo, onde pessoas poderão deixar mensagens de condolências e contar suas experiências de enfrentamento à covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus].

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Segundo a prefeitura, as mensagens recebidas serão codificadas e transformadas em cápsulas, que serão depositadas na base da obra, contando a história daqueles que se foram e mensagens de condolências daqueles que perderam um ente querido. As cápsulas serão lacradas na base do monumento pelo período de 100 anos, para que se tenha uma memória da pandemia para as futuras gerações.

A ideia é que, neste local, os frequentadores do parque tenham um espaço físico de reflexão. Também neste parque, desde julho, já estavam sendo plantadas árvores nativas da Mata Atlântica para homenagear os mortos da covid-19.

Até hoje (25) foram plantadas 3.338 mudas no Parque Natural Municipal Fazenda do Carmo e outras 3.303 no Parque do Carmo, totalizando 6.641 árvores de espécies nativas: araçá, ipê-branco, jequitibá-branco, aroeira-pimenteira, pitanga, goiaba, jabuticaba, paineira, cereja-do-rio-grande, uvaia, jatobá. Todas as mudas são provenientes do Viveiro Harry Blossfeld.

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Nacional

Brasil teve mais de 100 mil denúncias de violência contra a mulher em 2020

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Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados
Geraldo Magela / Agência Senado / Agência Brasil

Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados

Em entrevista coletiva realizada neste domingo (07), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou os dados de denúncias recebidas pelo Disque 100 e pelo Ligue 180 em 2020.

Ao todo, os canais receberam 359 mil denúncias. Destas, 105.821 foram de violência contra a mulher, 72% delas de violência doméstica familiar (75.894 denúncias), que vão de morte, lesão, sofrimento físico, abuso sexual ou psicológico até danos morais ou patrimoniais.

Os demais 28% (29.927 denúncias), são referentes à violação de direitos civis e políticos, como liberdade de religião, tráfico de pessoas, escravidão e acesso a direitos sociais.

Além da divulgação dos dados, o Ministério lançou a campanha “amor não causa dor”, para o enfrentamento à violência contra a mulher, realizada em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Nós temos uma meta ousada no governo do presidente Jair Bolsonaro: erradicar a violência contra a mulher no Brasil. Estamos buscando isso com a ajuda de parceiros, como o CNJ”, afirmou a ministra Damares Alves.

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Nacional

Marco Aurélio repudia ação de cartório em esconder dados de Flávio Bolsonaro

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Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório
O Dia

Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello , repudiou a omissão de documentos na escritura da mansão comprada pelo senador Flávio Bolsonaro . Em entrevista ao Estadão , Mello afirmou que a ação é “condenável e muito ruim em termos de avanço cultural”.

De acordo com o jornal, o 4º Ofício de Notas do Distrito Federal, responsável pela escritura da casa, teria omitido informações do senado e da esposa, como rendimentos, CPF e CNPJ, informações públicas, acessível a qualquer cidadão e contrária as práticas adotadas por cartórios brasileiros.

Para o decano do STF, a decisão de omitir as informação não condiz com o que propõe a Constituição Federal. Marco Aurélio ressaltou a falta de transparência na retirada dos documentos da escritura.

“Vem-nos da Constituição Federal, do artigo 37, que atos administrativos, como no caso o ato do cartório, são públicos, visando ao acompanhamento pelos contribuintes e a busca de fiscalização. É incompreensível a omissão. E por que omitir? Há alguma coisa realmente que motiva esse ato, porque nada surge sem uma causa”, afirmou Mello. 

“É tudo muito ruim em termos de avanço cultural. A boa política pagou um preço incrível, abandonando a transparência e a publicidade. Algo condenável a todos os títulos”, repudiou. 

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Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou uma mansão avaliada em R$ 6 milhões, em Brasília, na última semana. O senador foi questionado por ter um salário abaixo dos padrões necessários para comprar uma casa de alto valor.

No ato da compra, o “filho 01” de Jair Bolsonaro afirmou que realizou um financiamento junto ao Banco de Brasília (BRB) no valor de R$ 3,1 milhões, divididas em parcelas de R$ 17 mil pelo próximos 30 anos. No entanto, o empréstimo não teria a contabilização de juros nas parcelas oferecidas ao senador.

A escritura da casa foi feita em Brasilândia, cerca de 50 km de Brasília. Questionado sobre a distância, Marco Aurélio Mello afirma não entender o motivo da distância entre a casa e local de entrega das documentações.

“É estranho que não se tenha feito a escritura num cartório de Brasília propriamente dita”, afirmou ao Estado de S.Paulo

Em sua defesa, o titular da unidade, Allan Guerra, afirmou que tomou a atitude após a decisão de restrições da Lei de Proteção de Dados e alegou que não houve motivação política para a omissão das informações.

Outros membros do judiciário entendem que a atitude deverá ser investigada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território (TJDFT) ou pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) . As instituições judiciárias ainda não se pronunciaram sobre a possibilidade de abertura de inquérito.

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