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Santos vence o Boca Juniors e final da Libertadores será entre brasileiros

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o ano de 2011, o Santos FC disputou a sua última final de Conmebol Libertadores até então, e conquistava o seu 3º título da competição mais importante das Américas. Dez anos depois, o Alvinegro de Vila Belmiro está novamente em uma final continental, e irá em busca do Tetracampeonato, para se tornar isoladamente, o time brasileiro com mais conquistas na Libertadores.

Na noite desta quarta-feira (13), o time santista venceu o Boca Juniors, tradicional equipe argentina, por 3 a 0, com certa facilidade. Diego Pituca marcou o primeiro na primeira etapa, e Soteldo e Lucas Braga completaram o marcador no segundo tempo.

O Santos FC vai disputar sua 5ª final de Conmebol Libertadores. Em 1962, 1963 e 2011, o Peixe ficou com a Taça mais cobiçada das Américas, e apenas em 2003, ficou com o vice-campeonato. O adversário do Peixe na grande final, no dia 30 de janeiro no Maracanã, será o Palmeiras.

Como no primeiro jogo, o Peixe atuou melhor que o Boca Juniors, e hoje, a brilhante atuação resultou nos três gols. Uma jornada inesquecível do time da Vila Belmiro. Dominou a equipe argentina durante os 90 minutos, e não deu em nenhum momento, a chance deles sonharem com a classificação. O sonho do Tetra foi mantido, e está mais vivo do que nunca!

O jogo
O Santos começou a partida pronto para marcar um gol. Pressionou desde o primeiro apito do árbitro, e logo a um minuto, já acertou a trave em chute forte de Marinho. No rebote, Diego Pituca mandou para fora.

Três minutos depois, novamente Marinho arrisca um chute de fora da área, dessa vez, em cobrança de falta, e o goleiro defende.

Aos 11 minutos, Soteldo cruza na primeira trave, e Kaio Jorge desvia de calcanhar e ninguém aparece para finalizar.

A pressão fez efeito aos 15. Soteldo na entrada da área chuta em cima da zaga argentina, e a bola sobra para Diego Pituca, que bate no canto sem chances para o arqueiro. É o primeiro gol do volante na competição, e o 8º com a camisa do Peixe.

Aos 18 minutos, Felipe Jonatan cruza na área e a bola passa com perigo próxima a trave.

E o Peixe não deu sossego para o Boca Juniors. Kaio Jorge aos 26 minutos puxou rápido contra-ataque, e por muito pouco não sai cara a cara com o goleiro. O atacante santista foi parado com falta.

Diego Pituca abriu o placar para o Peixe! (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Faltando dois minutos para o fim do tempo regulamentar, Marinho cobrou falta com extrema força, e obrigou o goleiro espalmar para longe. No ataque seguinte, Kaio Jorge bate colocado, a bola novamente passa muito perto.

A primeira etapa terminou com enorme superioridade do Peixe. Foram 11 chutes no total do Alvinegro, contra apenas um de seu adversário.

Os comandados de Cuca voltaram do intervalo e mantiveram a mesma pressão. Aos três minutos, Soteldo recebeu bola na entrada da área, e mostrando toda sua categoria, chutou no ângulo, sem chances para o goleiro, para marcar o segundo do Peixe na partida. O camisa 10 marcou seu 2º na Conmebol Libertadores, e o 18º pelo Santos.

Dois minutos depois, o Alvinegro da Vila Belmiro tratou de acabar com a partida. Marinho receba na direita, entorta a marcação e cruza para Lucas Braga, fazer o terceiro do Peixe e não dar mais nenhuma chance de reação para o adversário. É também o 2º dele na Libertadores, e o 3º com o manto santista.

Aos 10 minutos, Fabra deu entrada criminosa em Marinho, e levou o cartão vermelho direto.

Mais uma vez João realizou uma ótima partida! (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

A partir da expulsão, o Peixe cadenciou a partida, e teve ainda mais controle do jogo.

Aos 23 minutos, quase Marinho marca o quarto gol, após se livrar da marcação na entrada da área. Três minutos depois, João Paulo realizou a grande defesa da partida, em jogada de puro reflexo após cabeçada de Villa. O arqueiro do Peixe voltou a ser titular após John testar positivo para a Covid-19, e realizou mais uma vez, uma ótima partida, com muita segurança embaixo das traves.

Dez minutos depois, Madson também perdeu a chance de marcar o quarto gol após puxar rápido contra-ataque.

O árbitro sinalizou seis minutos de acréscimos, e foi só aguardar para comemorar a classificação para a grande final.

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Com um jogador a menos Vasco é superado pelo Coritiba

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Com um a menos desde os 30 minutos do primeiro tempo, o Vasco foi superado pelo Coritiba, no sábado (16/01)  pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo permanece na 15ª posição, com 32 pontos. O próximo compromisso do Gigante da Colina, será diante do Bragantino na próxima quarta-feira (20), às 21h30, no Estádio Nabi Abi Chedid.

A partida começou bem equilibrada, com as duas equipes se estudando muito. A primeira boa chegada do Vasco veio aos 11 minutos, Léo Matos avançou pela direita, achou um belo cruzamento na entrada da pequena área, procurando Talles Magno. Antes do camisa 11 chegar a zaga adversária cortou e por pouco não sobrou para Germán Cano, que antes de chegar na bola a zaga adversária conseguiu afastar novamente. Aos 14, Yago Pikachu achou um belo lançamento para Germán Cano, que dominou invadiu a área e acabou sendo travado pela defesa adversária na hora do chute.

A partida ficou paralisada por três minutos, para uma análise no VAR. O árbitro da partida foi chamado para checar uma possível cotovelada do lateral vascaíno Henrique, no meia do Coritiba Sarrafiore. No final, o árbitro optou por expulsar o lateral. O Vasco voltou a incomodar a defesa adversária aos 35, Germán Cano recebeu pela direita, invadiu área e quase sem ângulo chutou sob a meta adversária. Aos 43, o Coritiba abriu o placar com um chute de longa distância de Hugo Moura: Coritiba 1 a 0. Aos 48 minutos, Léo Gil cobrou a falta na entrada da pequena área e achou Germán Cano livre, o argentino testou firme e acabou parando na boa defesa do goleiro Wilson.

O Vasco começou a segunda etapa, tentando incomodar a zaga adversária e com uma postura mais ofensiva. A primeira boa investida vascaína veio aos 21 minutos, Léo Matos recebeu pela direita, cortou para o meio e engatilhou um forte chute, que acabou parando na defesa do goleiro adversário. Aos 28, Léo Matos recebeu, levantou a cabeça e achou Martin Benítez na entrada da área, o camisa 10 chegou batendo de primeira e mandou para fora.

Tentando um último suspiro aos 50 minutos, Werley levantou para a área na direção de Leandro Castan, o zagueiro desviou para trás e achou Germán Cano livre, o argentino dominou, encheu o pé e parou na boa defesa do goleiro Wilson.

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CSA e Avaí empatam em jogo com arbitragem polêmica

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CSA e Avaí empataram em 1 a 1, na tarde de sábado (16/01), em disputa válida pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B 2020. Em tarde de muito calor, e de arbitragem confusa, o Avaí apresentou um bom futebol, apesar do resultado de empate fora de casa.

Em busca da vitória, e de manter a aproximação do G4, o Avaí acabou por sofrer um gol logo aos 17 minutos, quando a arbitragem assinalou um pênalti inexistente na opinião do comentarista de arbitragem da detentora da transmissão da partida. Aos 13, em cobrança de escanteio, a bola foi colocada na ária. Betão subiu com Cleberson na disputa de bola. Ela, a bola, bateu no peito de Betão, com o braço colado. O juiz não viu, mas marcou a penalidade após o assiste Frederico Soares VIlarinho levantar a bandeira e correr para a linha de fundo, assinalando a marcação da penalidade. Depois de minutos de discussão, apito de reinicio de jogo, cobrança da penalidade e gol de Paulo Sérgio. CSA-AL 1×0 Avaí no estádio Rei Pelé.

Mesmo atrás no placar, melhor no jogo, o Avaí não deixou de criar boas oportunidades para igualar ou mesmo virar no placar. Valdívia, Pedro Castro e Alemão tiveram as melhores chances na etapa inicial.

O primeiro grande lance foi nos pés de Valdívia, aos 36 minutos de jogo. Ele recebeu no meio e de longa distância disparou uma bomba. A bola tinha endereço certo, mas o goleiro adversário voou nela e tirou o que seria um golaço.

Na seqüência, aos 36, foi a vez de Pedro Castro quase marcar. A bola foi cruzada pela esquerda. Na área, ele finalizou para mais uma difícil defesa do goleiro.

Ainda no primeiro tempo, Alemão teve na cabeça a bola do gol de empate. Em jogada pela direita, a bola foi colocada na área. Alemão subiu, cabeceou, mas a bola foi pela linha de fundo.

No intervalo de jogo, Claudinei Oliveira teve que substituir Valdívia, após notificação da CBF sobre o resultado do exame de Covid-19 realizado no sábado (15/01), visando o jogo da próxima terça feira (19/01).

Na etapa final, o Avaí chegou ao empate logo no segundo minuto de jogo. Renato, que entrou no intervalo, aproveitou cruzamento na área, após a bola passar por todo mundo. Sozinho, chutou e colocou no placar CSA 1×1 Avaí.

Buscando o gol da vitória, o Avaí apresentou durante o jogo 21 finalizações, 7 escanteios e 13 desarmes, conforme a SofaScore. Placar final CSA-AL 1×1 Avaí.

NA HISTÓRIA
De acordo com o pesquisador e Presidente do Conselho Deliberativo do Avaí, Spyros Apóstolo Diamantaras, Avaí e CSA se enfrentaram seis vezes. Foram quatro empates, uma vitória do Avaí e uma vitória do CSA-AL. O Avaí marcou quatro gols e sofreu cinco gols.

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