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Santos é informado que Neymar pode ser vendido ao Real e torce por negócio

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Lance


Neymar no PSG
Twitter/Reprodução

Neymar no PSG

O presidente do Santos
, José Carlos Peres, ouviu de jornalistas espanhóis que o Real Madrid
tem a possibilidade de ser o novo destino de Neymar na próxima temporada. Com isso, o mandatário santista torce para que mais dinheiro entre no caixa do clube.

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Caso Neymar
seja vendido, o Peixe tem direito a 4% do valor da transação por ser o clube formador. Quando foi contratado pelo PSG junto ao Barcelona, em 2017, o Santos teve direito a R$ 33 milhões dos R$ 820 milhões investidos pelo clube francês.

“A questão do Neymar, por exemplo: hoje eu dei uma entrevista para o jornal Marca, espanhol, e eles me disseram que a possibilidade de o Neymar ser negociado com o Real Madrid é grande. Temos nessa negociação 4% como clube formador. Seria um bom negócio para o clube também. Todo dinheiro é bem-vindo”, disse o presidente ao Sportv.

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“As contas estão equilibradas: pagamos das gestões anteriores, do balanço de 2018, R$ 74,5 milhões, que é um feito em se tratando de clube no futebol brasileiro, pagar dívidas de gestões anteriores. Tivemos um recebimento do Real Madrid da primeira taxa em 2018 e pagamos essa dívida, só que não conseguimos lançar esse dinheiro, embora tenha vindo para o caixa, no ano de 2018, o que resulta em um prejuízo de R$ 70 milhões. Na verdade, se fosse lançado esse dinheiro, teríamos um superávit na casa de R$ 70 milhões”, continuou.

Além disso, Peres afirmou que as contas do Santos estão equilibradas e a outra parcela da venda do atacante Rodrygo ao próprio Real Madrid será utilizada para investir no clube. O Peixe receberá mais 20 milhões de euros (cerca de R$ 86 milhões) em julho.

“O Santos está com uma dívida muito equilibrada, nós vamos pagar mais, o dinheiro que entrar vai uma parte para pagar dívida. É assim que tem que se posicionar diante do mercado. E mais: temos mais uma taxa para receber do Rodrygo em julho, é um dinheiro grande, que a gente vai utilizar não só para pagar conta, como também para investir no clube, no time. É isso que temos feito em 2019”, disse Peres.

Neymar
, inclusive, se envolveu em mais uma polêmica no último fim domingo. De acordo com o jornal ‘Le Parisien’, o craque brasileiro teria discutido com o companheiro Draxler após o empate em 1 a 1 com o Nice, pelo Campeonato Francês, aumentando ainda mais os rumores de sua saída para outro clube.

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Esportes

Força mental pode ser ponto forte do judô brasileiro na Olimpíada

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No comando da seleção brasileira masculina de judô desde 2018, a sensei Yuko Fujii, nascida na cidade de Toyoake (Japão), chegou ao Brasil cinco anos antes, após uma atuação de destaque na equipe técnica da equipe britânica na Olimpíada de Londres 2012. Antes de se tornar a primeira mulher a assumir o time masculino na história da modalidade no país – Yuko Fujii assumiu a função com a saída do do sensei Fúlvio Myata – a treinadora passou por todas as equipes de base do judô brasileiro. Na última quarta-feira (27), durante uma live (transmissão ao vivo) no perfil oficial da Federação Piauiense de Judô (FPIJ), a treinadora minimizou o fato de ser uma mulher a treinar uma equipe composta exclusivamente por homens. 

“A gente viaja muito para compartilhar o trabalho. Converso bastante com várias pessoas do judô em todo país. Foi aí que eu consegui entender como funciona o esporte por aqui. Isso facilitou muito o meu ingresso na seleção. Tive um contato grande com o sensei Luiz “Jun” Shinohara e com o próprio sensei Fúlvio Myata. A Confederação tem também uma equipe multidisciplinar que divide essa pressão comigo”.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Seleção Brasileira

Uma publicação compartilhada por Federação Piauiense de Judô (@fpij.oficial) em 27 de Mai, 2020 às 3:45 PDT

 

Quando chegou ao país em 2013, Yuko Fujii lembra que se surpreendeu ao se deparar com o nível técnico do judô brasileiro “Vi que vocês têm um judô limpo, bonito, parecido com o praticado no Japão”.

Mesmo sem fazer uma projeção de medalhas a serem conquistadas nos Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão), adiados para o ano que vem, Yuko Fujii salientou um ponto que pode pesar a favor da seleção. “Os brasileiros têm a parte mental e psicológica muito forte. Nesse período de pandemia, todos estão mantendo o treino o mais próximo possível do ideal, mesmo estando dentro de casa. O nosso foco, agora, é a parte física. E eles ‘compraram’ a nossa ideia. Queremos que os atletas tenham a menor perda [física] possível. Hoje, não temos competição. Então, ficamos sem referência. Por isso, a orientação é manter o trabalho dia a dia. E eles estão fazendo isso”, elogiou.

Início de 2020 promissor

Segundo a treinadora, a temporada passada foi um ano de paciência. “Tivemos realmente uma fase difícil em 2019”. Mas, Yuko Fujii destaca que os resultados começavam a aparecer no início deste ano.. “Começamos lá em janeiro com as medalhas conquistadas na primeira competição do ano, o Grand Prix de Tel Aviv (Israel). Foi muito bom. Tivemos uma participação destacada, principalmente, com os jovens”. 

A competição em Tel Aviv distribuiu até 700 pontos no ranking olímpico. O judoca  Leonardo Gonçalves, de 24 anos, conquistou a prata na categoria até 100 quilos. O Brasil faturou ainda quatro bronzes com Daniel Cargnin, de 22 anos (66 kg),  Eduardo Yudy Santos, de 25 anos (até 81 kg), Rafael Macedo, de 25 anos (90 kg). Vale destacar que, desse grupo, apenas Buzacarini já acumulava experiência olímpica.

As conquistas seguiram em fevereiro. No Aberto de Sófia (Bulgária), teve dobradinha verde e amarela entre os ligeiros (60kg): Phelipe Pelim foi  ouro, e Allan Kuwabara, bronze. No outro Aberto, o de Oberwart (Áustria), mais duas medalhas: Leonardo Gonçalves, faturou o ouro, e Rafael Buzacarini, a prata, ambos na categoria até 100 kg. Enquanto isso, o desempenho brasileiro nos dois Grand Slams, principais competições do circuito, foi de apenas uma medalha. Depois de passar em branco na competição de Paris (França), no início de fevereiro, a delegação nacional trouxe o bronze de Düsseldorf (Alemanha), com Rafael Silva (categoria acima de 100 kg), no final do mesmo mês.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Lista mostra diferença de valores pagos a homens e mulheres no esporte

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Apenas duas mulheres estão no privilegiado grupo dos 100 atletas mais bem pagos no mundo, as tenistas Naomi Osaka (29º lugar) e Serena Willians (33ª posição). A norte-americana já criticou a desigualdade de gênero quando se trata de valores. “Como nós não merecemos prêmios em dinheiro no mesmo patamar que os nossos colegas homens recebem. Quando você trabalha tanto, se dedica, não deveria existir um padrão duplo”, declarou em entrevista à revista Time em 2017.

O tenista Roger Federer figura como o atleta mais bem pago do mundo. A informação é da revista Forbes publicada nesta sexta (28). A publicação, referência em negócios, coloca o suíço como o primeiro na lista dos 100 atletas mais bem remunerados em 2020. Ele acumula ganhos aproximados de 106 milhões de dólares, o equivalente a R$ 578 milhões.

Federer aparece à frente de Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Neymar, único esportista brasileiro a figurar na lista de ricos, com rendimentos na casa dos R$ 520 milhões. Depois dos craques dos gramados, aparecem os astros das quadras do basquetebol dos Estados Unidos, Lebron James, Stephen Curry e Kevin Durant. Fechando o ranking dos dez atletas mais abastados, o golfista Tiger Wood e os jogadores de futebol americano Kirk Cousins e Carson Wentz.

Edição: Fábio Lisboa

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