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Salão Duas Rodas 2019: confira galeria das principais novidades do evento em SP

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Yamaha Fazer 250 arrow-options
Aline Chahade

Salão Duas Rodas 2019 tem motos que chamam atenção, como a Yamaha fazer 250 do “Pantera Negra”

O Salão Duas Rodas 2019 abre suas portas para o público com novidades em todos os segmentos motociclísticos. A Honda apresenta a nova CG 160 Titan S (que chega em dezembro) e a linha exclusiva Special Edition, com NXR 160 Bros, XRE 190 e CB 250 F Twister, que estarão nas lojas já no primeiro semestre de 2020.

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Além disso, estreiam na maior mostra do ano os scooters inéditos Honda ADV 150 e Forza 300, além das naked esportivas CB 500F, CB 650R, a esportiva CBR 650R (disponível na versão de topo Cup) e a trail CB 500X.

Haojue arrow-options
Aline Chahade

Haojue DR 160: Novidade que chega às lojas em 2022020, por R$ 12.295, virá para rivalizar com a nova CG 160

A Yamaha, por sua vez, revela o inédito XMax 250, scooter topo de linha que, em março do ano que vem, chega com controle de tração, abs, LED, 2 capacetes, smart key, 4 anos de garantia, 3 cores: azul, preto e vermelho entre as principais novidades da marca japonesa no Salão Duas Rodas 2019.

A chinesa Haojue tem novidades entre os modelos mais em conta. Entre elas, as novas NK 150 (trail, disponível em julho de 2020), VR 150 (scooter, que chega em 05/02/2020) e a mais aguardada DR 160 (naked, com início das vendas para 20/02/2020), para concorrer com a líder CG 160. 

Enquanto isso, a Triumph revela duas novidades que estavam em sua agenda, para começar a vender no primeiro semestre do ano que vem. A primeira delas é a naked esportiva Street Triple RS, enquanto a outra é a clássica Rocket 3.

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Outras duas previamente anunciadas, presentes no Salão Duas Rodas 2019, são as Royal Enfield Continental GT e interceptor, equipadas com o novo motor de 650 cc e a nova plataforma, que aprimora a dirigibilidade. Os novos conjuntos estarão presentes em futuros lançamentos.

Salão Duas Rodas 2019

Honda Gold Wing arrow-options
Aline Chahade

O maior destaque da Honda entre os modelos ideais para viajar: GL 1800 Gold Wing 2020

No evento, marcas como a Triumph,  Kawasaki , Honda, Yamaha , Suzuki, Haojue e Kymco — que juntas compõem mais de 98% do mercado nacional — estão presentes. Com isso, serão lançados alguns modelos no evento. Entre eles, a naked Kawasaki Z400, a esportiva de entrada Yamaha YZF-R3 e chances da Ducati chegar com a super esportiva Panigale V4. E os visitantes poderão não só vê-las, como testá-las.

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O grande diferencial deste ano será a área de experimentação de modelos. Serão mais de 10 km de pista com test-rides on/off-road, mobilidade urbana, além de um test-ride VIP, somente com as supermáquinas. Vale lembrar que o evento está entre os maiores da América Latina, o que significa que mais de 270 mil pessoas são aguardadas para a edição 2019 do  Salão Duas Rodas .

Datas e endereço

  • 18 de novembro – Avant Première: 18h às 23h
  • De 19 a 23 de novembro (terça-feira a sábado): 14h às 22h.
  • Dia 24 de novembro (domingo): 11h às 19h, com entrada até às 17h.
  • São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP).

Preços dos ingressos:

  • Terça-feira: Primeiro dia de evento (19/11). Valor de meia entrada R$ 25 e inteira R$50
  • Quinta e sexta: Demais dias da semana (21 e 22/11), meia entrada R$ 30 e inteira R$ 60
  • Finais de semana e feriado (20/11): Meia entrada R$ 37,50 e R$ 75 inteira.
  • Kit Fã – Contém um ingresso + camiseta modelo único: R$ 120,00
  • Ride Experience: Acesso às pistas do Test Ride Mobilidade Urbana, Test Ride SDR Experience e Test Ride Off Road: R$ 150,00
  • VIP Experience: Acesso à área externa do evento antes da abertura ao público + acesso a todas as pistas de test-ride + acesso ao Dream Lounge: R$ 250.

Fonte: IG Carros
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A bordo de um Jeep, pelas trilhas do Pantanal

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Andar de carro é o que todo jornalista automotivo mais gosta de fazer. Mas, andar de carro em uma expedição com modelos 4×4 pelo Pantanal do Mato Grosso do Sul é uma experiência única. 

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Assim foi a Jeep Experience que realizamos, partindo de Bonito, cidade turística voltada principalmente as aventuras, passando por Miranda, no centro do Pantanal e terminando em Campo Grande, capital daquele Estado.

Foram três dias de trilhas, asfalto, estradas esburacadas e muito off-road . Rodamos com modelos da Jeep, consagrados no 4×4, como o Compass e o Renegade , fabricados no Brasil e também o Wrangler, a última palavra em off-road da marca, fabricado nos Estados Unidos. 

Um grupo seleto de pessoas pode participar desta experiência incrível a bordo dos Jeeps, mas que não se resumiu apenas em percorrer trilhas e estradas. Também houve uma importante ação social promovida pela Jeep, em uma aldeia indígena no Pantanal. Houve a entrega de centenas de kits escolares completos, desde mochilas até o lápis, para alunos de uma escola voltada a comunidade indígena. 

Crianças daquela comunidade receberam seus kits para uso no ano letivo de 2020 e também mostraram aos expedicionários seu folclore, com uma dança típica de sua aldeia.

A Jeep Experiênce começou na cidade de bonito, onde o turismo de aventura é a grande pegada. A cidade é repleta de rios cristalinos onde se pratica a flutuação observando a riqueza da fauna e flora da região. Além desses rios, existem cachoeiras incríveis na região e também a prática do rapel, em fazendas totalmente estruturadas para este tipo de atividade.

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Depois de Bonito a Jeep Experience pegou a estrada em direção ao Refúgio Ecológico de Caiman, no município de Miranda, muito conhecido por pescadores, pois é a entrada do Pantanal do Mato Grosso do Sul. 

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Esta grande fazenda é uma área de preservação ecológica exemplar. E para a Jeep Experience ser ainda mais emocionante, foram realizados safaris, noturno e diurno, pelas trilhas do refúgio para a observação de animais. As onças pintadas têm ali sua casa, protegida, onde podem criar seus filhotes em segurança. Também é o centro de preservação da arara azul, espécie em extinção que lá encontrou um local seguro para a procriação.

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Renato Maia

Jeep Experience, no Mato Grosso do Sul

Mas para chegar até o Refúgio Caiman, a Jeep Experience percorreu trilhas com os mais diversos pisos e não raro os Jeeps tiveram que ser acionados com sua força total, fazendo valer a tecnologia do offroad, quesito em que a Jeep é referência mundial.

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Entre os modelos utilizados estava um Wrangler, que é a essência no offroad. O sucessor do antigo jipinho fabricado para uso na Segunda Guerra Mundial e que depois virou referência no 4×4. O Wrangler tem tecnologia de ponta, não deixando de ser um carro rústico e que enfrenta qualquer tipo de terreno. Mas também é muito bom para boas estradas, se comportando como um verdadeiro automóvel de luxo.

Isso também acontece com os outros modelos utilizados na Jeep Experience pelo Pantanal sulmatogrossense, o Renegade e o Compass, de produção nacional e que trazem o que há de melhor em tecnologia off-road entre modelos brasileiros. Todas as versões utilizadas foram com motorização diesel e tração nas quatro rodas.

E depois do Refúgio Caiman a Jeep Experience partiu rumo a capital Campo Grande, onde terminaria a expedição. Novamente a passagem por cenários maravilhosos da natureza brasileira, entre trilhas e boas estradas asfaltadas. 

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Em três dias enfrentando todo o tipo de piso, entre mata fechada, muita lama, buracos, pedras, subidas e descidas íngremes, o comportamento dos Jeeps foi perfeito. Os carros foram utilizados ao extremo e nenhum problema ocorreu. Todos partiram de bonito e chegaram ao aeroporto de Campo Grande, onde terminou a aventura, depois de centenas de quilômetros, muito sujos pela poeira e lama, mas funcionando perfeitamente.

Fonte: IG Carros
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Trocando marchas com a mão, na Indian Chief 1948

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Indian Chief 1948 arrow-options
Acervo pessoal

A relíquia Indian Chief 1948 chama atenção nas ruas

A grande maioria dos motociclistas brasileiros, pelo menos os mais jovens, teve conhecimento da existência da marca norte-americana de motocicletas Indian há muito pouco tempo, quando a empresa voltou a produzir motocicletas nos Estados Unidos, após cerca de 60 anos inoperante, e seus produtos começaram a ser importados para o Brasil.

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Muito parecidas com as Harley-Davidson, as Indian são ainda mais antigas, com início de produção dois anos antes da sua eterna rival. Foram também dois jovens empreendedores, George Hendee e Carl Oscar Redstrom, que fundaram a Indian Motorcycle Company, em 1901, na cidade de Springfield, Massachussets.

As primeiras Indian ainda não se pareciam com os modelos mais conhecidos posteriormente, pois não eram mais do que bicicletas equipadas com pequenos motores monocilíndricos. Em dez anos, a Indian já era a maior fabricante de motocicletas do mundo, produzindo modelos sofisticados, que até partida elétrica tinham.

Já mostrei aqui todas as versões modernas da Indian que foram comercializadas até o ano passado, quando a marca se retirou de nosso mercado, mas esta Indian Chief 1948 merece um lugar especial na galeria das motocicletas clássicas.

A Indian Chief começou a ser produzida em 1922, para ser o modelo mais sofisticado da marca. Esse status logo foi comprovado pelo público, que considerava as Indian mais confortáveis do que as rivais Harley-Davidson. O motor V2 de 1.000 cm3 era potente e de funcionamento suave, e logo no ano seguinte, com a cilindrada aumentada para 1.200 cm3, ela chegou a atingir o auge de sua popularidade.

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Em 1953, pressionada pelas marcas europeias que começaram a chegar ao mercado norte-americano, as Indian Chief foram consideradas antiquadas e a marca encerrou a sua produção. Dessa data até 2011, quando a Polaris comprou a lendária marca e iniciou a produção das Indian modernas, muitos fabricantes e importadores exploraram a marca com os mais diversos tipos de motocicletas.

Câmbio na mão

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Acervo pessoal

Com câmbio e acelerador no mesmo guidão, a condução da Indian Chief 1948 é complexa

Pelas fotos pode-se notar que essa motocicleta tem a alavanca de câmbio acionada pela mão direita, a mesma do acelerador. Isso torna a pilotagem mais difícil, porém mais interessante. Algumas Indian, como se pode ver em pesquisas de fotos de época, tinham a alavanca de câmbio do lado esquerdo e, outras até, tinham o acelerador transferido para o lado esquerdo do guidão.

Na hora de experimentar a velha senhora, não foi o câmbio que mais estranhei, pois é possível escolher uma das três marchas quando não é necessário acelerar, mas foi a embreagem no pé esquerdo o que mais me atrapalhou. É que é preciso estar com o pé direito no chão, apoiando a motocicleta, para acionar a embreagem com o outro pé.

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Também é preciso um pouco de prática para soltar a embreagem de forma a não dar trancos e não deixar o motor apagar. Caso isso aconteça, o pedal do lado direito, parecido com o de uma bicicleta, é a única forma de ligar o motor novamente. Mesmo com todas essas características intrigantes, a Indian Chief 1948 , principalmente tão bem restaurada como esta, jamais faria feio em meio a grupos de motociclistas modernos.

Fonte: IG Carros
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