conecte-se conosco


Saúde

Saiba quais são os tipos de testes para diagnosticar a Covid-19

Publicado


source
O exames de Covid-19 com cobertura garantida nos planos de saúde pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) são o RT-PCR e a sorologia
Foto: Reprodução

O exames de Covid-19 com cobertura garantida nos planos de saúde pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) são o RT-PCR e a sorologia

Os exames para diagnosticar se uma pessoa está com Covid-19 ou teve a doença apresentam diferenças tanto na coleta de material quanto na data em que se deve ir ao laboratório fazer o teste.

Confra as diferenças entre os exames e quais são os cobertos pelos planos de saúde.

RT-PCR: É o exame capaz de identificar o vírus ativo no corpo humano. Esse teste leva, no mínimo, seis horas para ficar pronto. O material utilizado para a análise é retirado das vias aéreas do paciente, por meio de um tipo de cotonete. O RT-PCR é indicado para a fase aguda da doença, do primeiro ao oitavo dia após o aparecimento dos sintomas.

RT-PCR rápido: É o mesmo tipo de teste do RT-PCR comum, no entanto seu processamento é muito mais rápido, levando cerca de 1 hora. Ele é indicado para casos de urgência, como a necessidade de fazer o teste antes de uma cirurgia, por exemplo. Pode ser usado também por aquelas pessoas que precisam de um exame negativo para fazer viagens internacionais.

Sorológico: É um exame feito a partir de uma pequena amostra de sangue do paciente. Ele indica se houve ou não criação de anticorpos contra o coronavírus, o que pode indicar que a pessoa já foi ou não infectada pelo vírus. A sorologia é recomendada a partir do oitavo dia do aparecimento dos sintomas.

Painel viral: É um exame que consegue diagnosticar mais de 20 tipos de vírus com apenas uma amostra. Também é coletado o material das vias aéreas dos pacientes. A possibilidade de diagnóstico do coronavírus foi recentemente incluída neste teste.

Os exames pagos pelos planos de saúde

O exames de Covid-19 com cobertura garantida nos planos de saúde pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) são o RT-PCR e a sorologia , realizada com a pesquisa de anticorpos (IGG ou anticorpos totais).

Quem se enquadra na cobertura

Segundo a ANS, têm direito ao exame: pacientes com síndrome gripal (SG) ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e crianças ou adolescentes com quadro suspeito de síndrome multissistêmica inflamatória pós-infecção pelo SARS-Cov2.

Prazo de autorização

As operadoras têm até três dias úteis para autorizar exames de diagnóstico. No entanto, se o médico sinalizar que se trata de urgência ou emergência, o exame deve ser realizado de imediato.

Como reclamar

Quem não conseguir resolver com a operadora pode registrar queixa na ANS pelo 0800 701 9656 ou pela central de atendimento no site .

Fonte: IG SAÚDE

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Astrazeneca diz que não tem vacinas disponíveis ao mercado privado

Publicado


source

Agência Brasil

A vacina de Oxford, criada em parceira com a AstraZeneca%
EPA/BBC

A vacina de Oxford, criada em parceira com a AstraZeneca%

A farmacêutica AstraZeneca, que desenvolve uma vacina contra o novo coronavírus em parceria com a Universidade de Oxford, informou hoje (26) que não tem doses disponíveis do imunizante para o mercado privado.

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility, não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, diz a nota.

Você viu?

A Covax Facility é um consórcio internacional do qual o Brasil faz parte, para garantir a distribuição de vacinas a países mais pobres.Mais cedo, ao participar de um seminário sobre investimentos na América Latina, o presidente Jair Bolsonaro disse que apoiaria uma iniciativa de empresários de importar, por conta própria, vacinas contra a covid-19 para imunizar seus funcionários.

Na nota, a Astrazeneca informa ainda que, como parte do acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mais de 100 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca estarão disponíveis ao Brasil, em parceria com o governo federal.

“Nos últimos 7 meses, trabalhamos incansavelmente para cumprir o nosso compromisso de acesso amplo e equitativo no fornecimento da vacina para o maior número possível de países ao redor do mundo”, afirmou.

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Saúde

Vacinas já distribuídas atendem cerca de 10% dos públicos prioritários

Publicado


As vacinas contra a covid-19 distribuídas até o momento são suficientes para imunizar cerca de 10% dos públicos prioritários definidos no plano de imunização contra a doença. O balanço foi apresentado em debate virtual reunindo representantes do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Segundo o Conass, até o momento, foram encaminhadas aos estados 8,9 milhões de doses, sendo 2 milhões de doses da vacina da Oxford/AstraZeneca e 6,9 milhões de doses da vacina CoronaVac, do consórcio entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, de São Paulo. Desses, seis milhões são relativas ao 1º lote, importado da China, e cerca de 900 mil são do 2º lote.

Esse conjunto de doses deve ser suficiente para vacinar 5,3 milhões de pessoas, conforme projeção do Conass. O cálculo considera que 3,28 milhões de pessoas deverão se vacinar com a CoronaVac, – que demanda duas doses- e 5% de perdas.

Outro 1,9 milhão deverá ser imunizado com a vacina de Oxford/AstraZeneca. Apesar da aplicação do imunizante demandar duas doses por pessoa, como a 2a dose deve dada em até 12 semanas é possível utilizar os 1o lote de 2 milhões para começar a imunizar mais pessoas, empregando uma dose por paciente (descontados aí 5% de perdas).

Os públicos prioritários do plano de vacinação somam 77,2 milhões de pessoas. Neste universo estão profissionais de saúde, idosos e pessoas com deficiência com 18 anos ou mais em instituições de longa permanência, indígenas aldeados, idosos, comunidades quilombolas e trabalhadores em educação, segurança e transportes.

Para imunizar todo este contingente, são necessárias mais de 154 milhões de doses. “De acordo com os quantitativos [de vacinas], vamos precisar elencar novas prioridades até operacionalizar todo o plano nacional e vacinar este contingente”, afirmou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fantinato.

O assessor técnico do Conass, Nereu Mansano, reforçou que, como ainda não há imunizantes para todos, o esforço é definir as “prioridades dentro das prioridades” a partir dos públicos estabelecidos como prioritários. “Vamos ter que priorizar a manutenção de saúde e redução da maior mortalidade. Nosso grande objetivo é manter o serviço de saúde funcionando, principalmente aqueles mais utilizados no atendimento à pandemia sem esquecer os demais trabalhadores”, comentou. O assessor do Conass acrescentou que o intuito é imunizar todos os profissionais de saúde à medida que sejam adquiridos mais lotes de vacinas.

Monitoramento

A coordenadora do PNI destacou que é preciso fazer rastreamento da vacinação pelo fabricante, lote e paciente. Essa tarefa é ainda mais importante diante do fato de ser uma vacina nova. “Nós precisamos saber qual vacina o indivíduo tomou. Se a primeira [for]  da CoronaVac, vai ter que tomar a segunda dose da CoronaVac”.

Os gestores de prefeituras questionaram sobre o fato do sistema de informações não estar funcionando. A representante do Ministério da Saúde respondeu que mesmo sem o sistema estar no ar é preciso que as secretarias municipais façam o registro dos dados para o monitoramento.

2021

A previsão do governo brasileiro é que em 2021 sejam adquiridas ou fabricadas por instituições brasileiras 354 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus. Entre elas estão cerca de 100 milhões de doses da CoronaVac e 212 milhões da Oxford/AstraZeneca em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 42,5 milhões de doses serão adquiridas por meio do mecanismo Covax Facility, consórcio internacional articulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).Além destas há negociações em curso para a contratação de lotes da vacina russa Sputnik V e as estadunidenses da Pfizer e Janssen. Os responsáveis pela Sputnik V vêm se reunindo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Já no caso da Pfizer há divergências entre a farmacêutica e o governo sobre as condições da compra.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana