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Mato Grosso

Saiba o que fazer se tiver a placa do veículo clonada

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Receber notificações de multas de trânsito sem ter cometido e ou referentes a lugares que não trafegou. Essa é uma situação que pode ocorrer quando se tem um veículo com a placa de identificação clonada. 

Quando isso acontece, o primeiro passo é o proprietário do veículo registrar um Boletim de Ocorrência em alguma delegacia de polícia.

Depois, para solicitar a troca da placa, são necessárias informações que possibilitem a comprovação da existência da clonagem, como a cópia dos documentos pessoais do proprietário do veículo, cópia do Certificado de Registro do Veículo (CRV), laudo da vistoria de identificação veicular, fotos coloridas do veículo em todos os ângulos, protocolo da interposição do recurso das multas indevidas e o laudo pericial elaborado por instituto de criminalística competente (Politec) comprovando a originalidade do veículo.

“O recomendado é que o cidadão comprove onde o veículo estava no momento do cometimento da infração, e não onde o proprietário do veículo estava. Pois o veículo poderia estar sendo usado por terceiros, pessoas da família. Então, a prova fundamental é que a pessoa consiga comprovar que o veículo estava em local distinto no horário do registro da infração”, explicou o diretor de Veículos do Detran-MT, Augusto Cordeiro.

Após a conclusão do processo e confirmada a clonagem, será autorizada pelo Detran-MT a instalação de uma nova placa veicular, assim como a emissão do novo Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV) e o Certificado de Registro do Veículo (CRV).

O Detran-MT ressalta que o processo administrativo de troca da placa bem como a emissão do novo CRV não tem custo para o proprietário do veículo. “O único custo que o cidadão vai ter será com a confecção da nova placa, que é realizada por empresas credenciadas e não pelo Detran”, destacou o diretor.

Clonagem de placas

Adulterar ou remarcar número de chassi ou qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento é crime, previsto no artigo 311 do Código Penal Brasileiro. A pena é de reclusão de três a seis anos, além de multa.

Quando clonado, o veículo tem o seu conjunto alfanumérico da placa de identificação aplicado em outro veículo.

Os caracteres das placas de identificação veicular são exclusivos para cada veículo e o acompanham até a baixa do registro, conforme previsto no artigo 115 do Código de Trânsito Brasileiro.

No entanto, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por meio da resolução nº 670 de 2017, disciplinou o processo administrativo para troca de placas de identificação em caso de clonagem.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Mato Grosso realiza transplante de rim com medidas preventivas à Covid-19

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A Central Estadual de Transplantes (CET) da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) mediou um transplante de rim no último sábado (23). A cirurgia foi realizada no Hospital o Santa Rosa, em Cuiabá, que é a unidade credenciada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de procedimento em Mato Grosso.

O órgão foi ofertado via Central Nacional de Transplantes (CNT), sendo que o rim foi disponibilizado de outro estado. Por meio do procedimento, um paciente de Barra do Garças recebeu a doação do órgão após um ano e meio na fila nacional de transplante.

“Em janeiro, o Governo teve a felicidade de anunciar a retomada do transplante de rim pelo SUS em Mato Grosso, após cerca de dez anos paralisado. Agora, este procedimento marca a retomada do serviço, que foi prejudicado pela alta nos casos da Covid-19 no Brasil. As equipes do Estado não mediram esforços para que esse procedimento fosse realizado”, disse o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

O paciente transplantado, Gerson Roberto da Silva, conviveu por oito anos com os sintomas, que o obrigaram a parar de trabalhar para tratar da saúde. “Eu pesava 90 kg antes da doença nos rins. Quando os sintomas surgiram, cheguei a pesar 35 kg e passei a fazer hemodiálise. Recebi um milagre muito grande com o tratamento e agora com o transplante”.

De acordo com a equipe médica, o procedimento de transplante durou cerca de cinco horas e o paciente segue em recuperação e adaptação. “Que Deus dê um lugar bom no céu para a pessoa que fez a doação do rim, que sei que uma parte dessa pessoa vai continuar vivendo aqui dentro de mim. Eu agradeço por esse momento, que é gratificante para mim e para toda a equipe de profissionais que me atendeu”, declarou Gerson.

O receptor do rim passou por uma série de exames, dentre eles o PCR, para a possível detecção da Covid-19. A medida é necessária como forma de monitorar a saúde do paciente que será transplantado.

A secretária adjunta de Regulação da SES, Fabiana Bardi, reforçou que o transplante marca a retomada do serviço no Estado após o pico da pandemia. “Em ocasiões anteriores foram iniciadas algumas tentativas, que não se concretizaram por razões de ordem clínica seja do receptor ou do próprio doador. Neste fim de semana se concretizou na íntegra um procedimento, um grande anseio de toda a equipe para efetivar o fluxo. Inclusive já estamos sinalizando novos transplantes”, avaliou a gestora.  

Segundo Bardi, outro fator que contribuiu para a efetivação do fluxo de transplantes foi a otimização da resposta do trabalho do Laboratório Central do Estado (Lacen-MT), que passou a realizar o exame de detecção em apenas duas horas, o que é uma condição para a realização do transplante. Essa medida contribuiu para dar mais segurança para toda a equipe, para o paciente, seus familiares e para os familiares do doador.

A equipe que realizou o transplante foi composta pelo cirurgião Carlos Eduardo Bouret, pelos médicos auxiliares Pedro Ernesto Pulcherio e Valter Torezan, pelo instrumentador Luiz Carlos da Silva, pelos circulantes da sala Eulinete Sena e Márcio Benedito Moraes, pela enfermeira Melissa Cristina Lopes e pela anestesista Alexandra do Nascimento Gonzaga.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Governo aguarda apoio para interdição da trincheira do Tijucal

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) solicitou apoio da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob), para a realização do bloqueio do trânsito na parte interna da trincheira do Complexo Viário do Tijucal, e assim, dar início aos serviços de restauração do asfalto e outras melhorias de infraestrutura.

A previsão era de que a Sinfra iniciasse os serviços na última segunda-feira (26.10). Porém, para garantir a segurança da equipe de engenharia no local, dos motoristas e usuários que trafegam pela via, a Sinfra solicitou o apoio dos agentes de fiscalização de trânsito do Município, o que ainda não ocorreu.

De acordo com o secretário adjunto de Obras Especiais da Sinfra, Isaac Nascimento Filho, foi protocolado na Semob o pedido de apoio dos agentes em relação às atividades de orientação do trânsito no Complexo, a fim de permitir a fluidez do tráfego de veículos pelas alças laterais da trincheira e pelo viaduto do Complexo Viário, que não serão afetadas pelas obras.

Serão realizados os serviços somente na parte interna da trincheira

Agora a Sinfra aguarda um posicionamento e a interdição da via para dar início aos trabalhos. Serão realizados reparos pontuais no pavimento, bem como a substituição de drenos das cortinas que apresentem algum tipo de comprometimento em sua eficiência. Assim que iniciados, os serviços serão executados em até 30 dias.

“Essa é uma obra da Copa do Mundo que foi liberada para o tráfego de veículos em 2017 apesar de não ter sida concluída em definitivo. Não se trata de obra nova, que precise obter novas autorizações para sua execução. O que fizemos foi um grande esforço para identificar as causas de patologias relativas à umidade excessiva do solo e as soluções de engenharia aplicáveis. Com esse diagnóstico, o Estado e a contratada entrou em acordo e celebramos novo aditivo de prazo ao contrato para que seja possível executar esse projeto de restauração”, disse o adjunto.

A trincheira do Complexo Viário do Tijucal possui 740 metros de extensão e interliga a BR-364 até a Avenida Archimedes Pereira Lima, na Capital. O valor a ser investido para a execução da recuperação faz parte do contrato firmado em 2012 para obras na trincheira, na ordem de R$ 32,9 milhões. Desse modo, o  Estado não terá custos adicionais com a execução das melhorias de infraestrutura.

Fonte: GOV MT

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