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Economia

Saiba o que é preciso fazer para sair do cadastro positivo

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Consumidores poderão solicitar a saída do cadastro positivo

Nesta terça-feira, entrou em vigor a lei que determina que pessoas físicas e empresas sejam incluídas automaticamente no cadastro positivo. Neste sistema, além dos dados negativos sobre os consumidores que já são computados pelos bureaus de crédito, serão incluídos também dados positivos de operações financeiras, como o pagamento de contas residenciais e a quitação da fatura do cartão de crédito.  

Leia também: Entenda como funciona a lista de bons pagadores clicando aqui.

Mas e se o cliente não quiser ter seus dados divulgados? O que fazer para sair do cadastro positivo ? Quem não quiser fazer parte poderá pedir para sair do sistema.

Para isso, será preciso se cadastrar em um dos bureaus de crédito (como Serasa e SPC) e fazer a solicitação. Depois disso, outros bureaus serão comunicados do pedido de saída e também apagarão os dados do sistema (confira abaixo).

Uma vez excluído, se quiser entrar novamente no sistema, o consumidor poderá fazer o caminho inverso e pedir a inclusão a um dos bureaus de crédito. Mas, ao ser inserido novamente, ele somente terá seus dados disponíveis a partir desta segunda inclusão. Assim, vai demorar um certo tempo para que se forme um banco de dados positivo a respeito.

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Com as informações do cadastro positivo, a expectativa é que as instituições financeiras tenham mais informações sobre os clientes, o que, em tese, facilitaria o acesso ao crédito e reduziria o spread bancário (diferença entre o que os bancos pagam para captar recursos e o que cobram nos empréstimos oferecidos aos clientes).

Vale lembrar, porém, que para que o cadastro positivo entre de fato em funcionamento, será necessário que o Banco Central (BC) faça uma regulamentação, que ainda não tem data para ser publicada.

Veja o que é preciso para sair em cada bureau de crédito :

Boa Vista Serviços

É possível sair do sistema por meio do site www.consumidorpositivo. com.br . É preciso se cadastrar, passar pelo processo de autenticação e fazer sua autoconsulta no cadastro. Ao final do relatório positivo, haverá um botão com opção de cancelamento.

Também é possível fazer o pedido no balcão de atendimento. O consumidor deve comparecer a um dos postos de atendimento da Boa Vista, munido de documentos originais: CPF e RG (ambos obrigatórios) — ou somente Carteira Nacional de Habilitação (CNH) — e solicitar o cancelamento de sua participação no cadastro positivo, após preencher um termo correspondente que lhe será fornecido no local.

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Outra opção é fazer o procedimento por telefone (tel.: 11-3003-0101). É feito um processo de confirmação de identidade e efetuado o cancelamento.

Quod

É possível pedir a exclusão do cadastro positivo por meio site https://consumidor.quod. com.br/sair-cadastro-positivo  . Na página, está descrito o passo a passo.Outra opção é ligar para 3003-QUOD (3003-7863).

Serasa Experian

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Há canais diferentes para o cancelamento do cadastro de pessoas físicas e jurídicas no cadastro positivo . Consulte.

Fonte: IG Economia
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Cade aprova aquisição de parte da Embraer pela Boeing

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta segunda-feira (27), sem restrições, a operação de fusão envolvendo a Boeing e a Embraer. Segundo a autarquia, as empresas não atuam nos mesmos mercados, e não há risco de problemas concorrenciais decorrentes da aquisição. O despacho de aprovação foi assinado hoje.

A operação analisada pelo Cade prevê duas transações. Uma delas consiste na aquisição pela Boeing de 80% do capital do negócio de aviação comercial da Embraer, que engloba a produção de aeronaves regionais e comerciais de grande porte (operação comercial). A segunda trata da criação de uma joint venture entre a Boeing e a Embraer voltada para a produção da aeronave de transporte militar KC-390, com participações de 49% e 51%, respectivamente (operação de defesa).

A parceria entre a Embraer e a Boeing foi aprovada por 96,8% dos votos válidos dos acionistas da fabricante brasileira no ano passado. Na ocasião, a Embraer informou que a transação avalia 100% das operações de aeronaves comerciais da empresa em US$ 5,26 bilhões e contempla um valor de US$ 4,2 bilhões pela participação de 80% da Boeing na joint venture. Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da empresa associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto.

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O Cade concluiu que a operação deve resultar em benefícios para a Embraer, que passará a ser uma parceira estratégica da Boeing. Para a autarquia, a divisão que permanece na Embraer contará com maior cooperação tecnológica e comercial da Boeing. Além disso, os investimentos mais pesados da divisão comercial, que tem forte concorrência com a Airbus, ficarão a cargo da Boeing. A análise do ato de concentração pela autarquia se deu sob aspectos estritamente concorrenciais.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia
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Economia

Dólar chega a R$ 4,21 e fecha no maior valor em dois meses

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Em um dia tenso no mercado, a Bolsa de Valores caiu e o dólar norte-americano fechou no maior valor em mais de um mês e meio. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (27) vendido a R$ 4,21, com alta de R$ 0,025 (0,58%). A divisa está no maior valor de fechamento desde 2 de dezembro (R$ 4,214).

O dólar operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h30, chegou a ultrapassar R$ 4,23. A moeda norte-americana acumula valorização de 4,91% em 2020. A volatilidade também refletiu-se na cotação do euro, que fechou o dia vendido a R$ 4,637, com alta de 0,54%.

No mercado de ações, o dia também foi de instabilidade. O Ibovespa, índice da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia em forte queda de 3,29%, aos 114.482 pontos. O indicador recuou para o menor nível desde 18 de dezembro.

A sessão foi marcada pelo receio de que o novo vírus descoberto na China traga impactos para a segunda maior economia do planeta. O país asiático confirmou hoje a sexta morte pelo coronavírus, que provoca pneumonia. A China e países próximos adotaram medidas para conter a disseminação da doença.

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O confinamento dos habitantes de diversas cidades afetadas pela doença reduz a produção e o consumo da China. A expectativa de desaceleração da economia chinesa impacta diretamente países como o Brasil, que exporta diversos produtos, principalmente commodities (bens primários com cotação internacional) para o país asiático. Com menos exportações, menos dólares entram no país, pressionando a cotação para cima.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Economia
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