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Saúde

Saiba como criar o hábito de beber mais água diariamente

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Minha Saúde

Os brasileiros bebem, em média, cerca de 1,8 litro de líquidos por dia. Mas, aparentemente, deveriam beber mais água. A quantidade ideal é de 2 litros, ou seja, 200 mililitros — o equivalente a um copo — a menos do que o recomendado para um adulto ao longo desse período.

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Consumo médio de água dos brasileiros está cerca de 200 mililitros abaixo do recomendado, que é dois litros por dia

Na realidade, a indicação ideal é de 35 mililitros de reposição por quilo de peso. Então, uma pessoa de 70 quilos, por exemplo, deveria beber 2,4 litros de água diariamente.

Porém, apenas 42% dos líquidos que os brasileiros bebem são água pura. O resto é suco, chá, refrigerante, café e outras bebidas. A maioria delas costumam ser doces e, muitas vezes, os consumidores ainda adicionam mais açúcar.

Beber água pura é fundamental para favorecer inúmeras reações importantes para o organismo. Entre elas, a manter a glicemia sob controle, aproveitar os nutrientes e quebrar a gordura armazenada no corpo.

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As informações são de estudo conduzido pela Danone Research, que avaliou o consumo de líquidos por pessoas de todas as idades em 13 países, incluindo o Brasil.

Como criar o hábito de beber mais água diariamente

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Algumas dicas simples e práticas ajudam a criar o hábito de beber a quantidade recomendada de água diariamente


Não espere a sede chegar

A sede é um sinal tardio. Desse modo, quando ela aparece, significa que o corpo já está menos abastecido de líquido do que deveria. Isto é, já está no início do processo de desidratação.

Tome um copo de água a cada hora ou hora e meia

Fracionando o consumo, mantemos a hidratação constante. O corpo humano precisa estar sempre com líquido em quantidade suficiente para suas reações. Não adianta tomar 1/2 litro de água de manhã, que logo será eliminada como urina, e não beber nada à tarde.

Use um aplicativo

Nesse caso, podemos usar a tecnologia a favor. Alguns aplicativos fazem soar o alarme do celular de tempos em tempos, lembrando o horário de tomar mais água. Portanto, quem ainda não tem o hábito de se hidratar sempre deveria instalar um desses apps em seu smartphone .

Deixe uma garrafinha de água por perto

Manter água sobre a mesa de trabalho ou de estudo facilita muito. Sem ter muita consciência, muitas pessoas vão protelando a ideia de se levantar para ir até o filtro quando estão tremendamente ocupadas. Sendo assim, lembre-se sempre de abastecer a sua.

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Tomar um copo de água ao sentir fome entre as refeições

A explicação é que, no cérebro, a área que percebe o aumento do apetite é a mesma que interpreta o sinal da sede. E, muitas vezes, cria uma confusão entre as duas sensações. Por isso, é possível que aquilo que alguém ache ser fome seja simplesmente vontade de beber água .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Aumenta o risco de tramissão de febre amarela nas regiões Sul e Sudeste

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RIO — O Ministério da Saúde divulgou, na manhã desta segunda-feira, um boletim epidemiológico que aponta para o aumento do risco de transmissão de febre amarela nos estados do Sul e do Sudeste ao longo do verão.

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Valdecir Galor/SMCS

Moradores das regiões Sul e Sufeste devem se atentar para vacina contra febre amarela

Entre julho de 2019 e 8 de janeiro deste ano, foram confirmadas 38 mortes de macacos pela doença em três estados das duas regiões, a maior parte no Paraná.

A circulação do vírus nos primatas aumenta o risco de transmissão em humanos. Ao todo, foram 1.087 notificações mortes suspeitas de macacos em todo o Brasil. Ao todo, foram 34 animais mortos no Paraná, três em São Paulo e um em Santa Catarina.

Leia mais: Repelente ajuda? Vacina é segura? Saiba tudo sobre a febre amarela

A pasta orienta que a população se vacine neste verão, uma vez que as duas regiões concentram grandes populações e baixo índice de vacinação . Dessa maneira, o verão de 2020 pode registrar um novo pico da doença.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Cerveja contaminada: Secretaria de Saúde confirma quarta morte em MG

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A Secretaria de Saúde de Minas Gerais confirmou, na tarde desta quinta-feira (16), a quarta morte por ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica encontrada em cervejas produzidas pela Backer, em Belo Horizonte. A vítima é uma mulher que morreu no dia 28 de dezembro em Pompéu, interior do estado. Já são 18 casos, incluindo mortes e internações por intoxicação. Na manhã de hoje, havia sido confirmada a terceira morte por intoxicação.

São 12 casos em Belo Horizonte e seis nas cidades de Nova Lima, Pompéu, São João Del Rei, São Lourenço, Ubá e Viçosa. Inicialmente, havia a confirmação de lotes contaminados por dietilenoglicol na cerveja Belorizontina, da Backer. Hoje, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou a presença de substâncias tóxicas em outras cervejas produzidas pela empresa mineira.

A ingestão de dietilenoglicol pode causar síndrome nefroneural. A Secretaria de Saúde pede que sejam notificados às autoridades locais os casos de pessoas que ingeriram cerveja da marca Backer a partir de outubro de 2019 e apresentaram em até 72 horas sintomas gastrointestinais (náusea e/ou vômito e/ou dor abdominal) associados a alterações da função renal ou sintomas neurológicos (paralisia facial, borramento visual, amaurose, alterações de sensório, paralisia descendente e crise convulsiva).

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Exames laboratoriais encontraram monoetilenoglicol e dietilenoglicol nas cervejas de rótulos Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2. A marca Belorizontina, que é vendida como Capixaba no Espírito Santo, foi o primeiro rótulo da Backer a ter a contaminação confirmada.

Operação

Devido às suas propriedades anticongelantes, o monoetilenoglicol e o dietilenoglicol costumam ser usados em sistemas de refrigeração. A cervejaria Backer, no entanto, tem negado empregar as duas substâncias em sua linha de produção. Procurada, a cervejaria não se pronunciou sobre as novas conclusões do Ministério da Agricultura, nem sobre o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na distribuidora que lhe fornece insumos.

Investigação

O Ministério da Agricultura informou que continua  “atuando nas apurações administrativas para identificar as circunstâncias em que os fatos ocorreram e tomando as medidas necessárias para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas”.

No último dia 13, a pasta intimou a empresa a recolher dos estabelecimentos comerciais toda a sua produção vendida a partir de outubro de 2019 até a presente data. Antes disso, o ministério já havia lacrado tanques e demais equipamentos de produção e apreendido 139 mil litros de cerveja engarrafada e 8.480 litros de chope.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde
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