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COVID-19

Com pequena alta de novos casos, Mato Grosso registra 243 novas confirmações nas últimas 24 horas

Publicado

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste sábado (21), 154.839 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.082 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 243 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 154.839 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 5.071 estão em isolamento domiciliar e 145.257 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 133 internações em UTIs públicas e 125 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 33% para UTIs adulto e em 14% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (33.452), Rondonópolis (11.444), Várzea Grande (11.025), Sinop (8.155), Sorriso (6.631), Lucas do Rio Verde (6.097), Tangará da Serra (5.980), Primavera do Leste (5.190), Cáceres (3.595) e Nova Mutum (3.237).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 121.383 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 217 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última sexta-feira (20), o Governo Federal confirmou o total de 6.020.164 casos da Covid-19 no Brasil e 168.613 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 5.981.767 casos da Covid-19 no Brasil e 168.061 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sábado (21).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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COVID-19

Boletim epidemiológico desta sexta-feira mostra quadro estável em Mato Grosso, com 158 novos casos

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (20), 154.596 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.081 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 158 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 154.596 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 5.215 estão em isolamento domiciliar e 144.878 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 124 internações em UTIs públicas e 125 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 30,77% para UTIs adulto e em 14% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (33.303), Rondonópolis (11.437), Várzea Grande (11.010), Sinop (8.153), Sorriso (6.635), Lucas do Rio Verde (6.089), Tangará da Serra (5.978), Primavera do Leste (5 188), Cáceres (3.595) e Nova Mutum (3.234).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 121.383 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 217 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quinta-feira (19), o Governo Federal confirmou o total de 5.981.767 casos da Covid-19 no Brasil e 168.061 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 5.945.849 casos da Covid-19 no Brasil e 167.455 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sexta-feira (20).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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COVID-19

Crise entre São Paulo e governo federal aumenta em torno de vacina e Bolsonaro insiste em politizar pesquisas

Publicado

A  pandemia do novo coronavírus já vitimou mais de 167 mil pessoas no Brasil. Os casos ultrapassam mais de 5,5 milhões. A situação da doença, não só no país, ainda é dramática. Apesar de muitos estados e cidades diminuírem as medidas restritivas, novos casos surgem todos os dias.

Diante desse cenário, os esforços das autoridades para que pesquisadores, cientistas e laboratórios estejam preparados para preparar uma vacina é fundamental. Essa tem sido a prioridade de chefes de Estado em quase todos os países do mundo. Mas no Brasil é motivo de crise política.

Atualmente, o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, está em fase avançada nos testes da vacina coronavac, que produzida com tecnologia e elementos vindos da China. João Doria (PSDB), que é o governador de São Paulo, defende a produção da vacina.

Doria se elegeu em 2018 sob a bandeira do BolsoDoria, encampando bandeiras de Bolsonaro, como o recrudescimento da segurança pública e críticas ao PT. Depois, após as eleições, os políticos se distanciaram e acabaram se tornando rivais.

Em nível federal, Jair Bolsonaro mantém a atitude errática em relação à pandemia. O presidente da República sempre negou a importância da pandemia e desrespeitou medidas restritivas, como o isolamento social e o uso de máscara. Em determinado momento, disse que o coronavírus não passava de uma “gripezinha”.

Uma das bandeiras de Bolsonaro e de parte do seu eleitorado mais fiel está na derrota ao suposto comunismo. Esse comunismo, acredita Bolsonaro, disseminado em algumas nações, uma delas a China. Por isso, o presidente brasileiro faz seguidas críticas ao país, um dos maiores parceiros comerciais do Brasil.

Diante do avanço na produção da vacina pelo governo do estado de São Paulo, Bolsonaro passou a atacar João Doria. O presidente afirmou que Doria estaria utilizando o imunizante como ativo eleitoral, pensado nas eleições de 2022, quando o político do PSDB deve tentar a presidência da República.

As rusgas entre os dois ficaram evidentes no início da semana, quando a Anvisa ( Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu os testes da vacina coronavac no Butantan, após a morte de um voluntário. Bolsonaro comemorou o fato e disse que havia “ganhado” do governador paulista.

No início do mês, a Anvisa decidiu retomar os estudos da fase 3. A decisão acontece após ficar comprovado que o voluntário morreu após suicidar-se, não em decorrência dos teses.

“Após avaliar os novos dados apresentados pelo patrocinador depois da suspensão do estudo, a Anvisa entende que tem subsídios suficientes para permitir a retomada da vacinação”, disse um comunicado da Anvisa.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, comemorou a autorização para retomada dos testes. Disse que é uma “excelente notícia”, reafirmou que a vacina é segura e fez um agradecimento à Anvisa.

“Esperamos nesse momento andar com esse processo o mais rapidamente possível, pois sabemos que um dia com vacina faz diferença. Nós precisamos dessa vacina o quanto antes e por isso a nossa urgência na finalização desse estudo. Então, agradeço à nossa Anvisa pela compreensão e pela rapidez com que foi autorizada a retomada dos estudos clínicos”, declarou Dimas.

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