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Política Nacional

Russomano pode abrir mão de candidatura própria para ser vice de Covas em 2020

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Celso Russomanno arrow-options
Reprodução/Facebook

Celso Russomanno concorreu à prefeitura da capital paulista em 2012 e 2016.

O presidente nacional do Republicanos (antigo PRB), Marcos Pereira, afirmou nesta segunda-feira que uma indicação do deputado Celso Russomanno para ser vice do prefeito Bruno Covas (PSDB) na próxima eleição está em “maturação” nos dois partidos. Russomanno é apontado hoje por aliados de Covas como o melhor nome para ocupar a vaga. Pouco antes de descobrir um câncer, o prefeito recebeu o deputado em seu gabinete.

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“É um assunto que está em maturação. Precisa ser debatido e decantado em ambas as legendas “, afirmou Pereira. O dirigente do Republicanos almoçou nesta tarde com o governador João Doria. Entre outros assuntos, eles trataram das eleições municipais em 2020. Na semana passada, Doria se reuniu com Covas .

“Avaliamos também 2020 , alianças e possibilidades para as eleições municipais dada a capilaridade do partido”. disse Doria. Apesar de não descartar a possibilidade de o Republicanos ter o vice do prefeito, Pereira disse que não é hora para decisões. O Republicanos é aliado de Covas e Doria na prefeitura e governo do estado, respectivamente.

“As decisões devem acontecer lá para julho e agosto. Esse é um tema que está sendo guardado para o momento oportuno porque quem tem tempo não tem pressa”, afirmou.

Russomanno aparece em destaque em pesquisas de intenção de voto para a prefeitura de São Paulo. Ele já disputou as eleições de 2012 e 2016, chegou a liderar a disputa mas nunca chegou ao segundo turno.

As chances de Covas disputar uma candidatura à reeleição aumentou depois da entrevista da equipe médica que o assiste num tratamento contra um câncer nesta segunda-feira. Os médicos disseram que o prefeito teve uma melhora e o tumor regrediu.

Leia também: ‘Joice não acrescenta, é só modinha’, diz líder do PSDB sobre chapa com Covas 

Outro nome mencionado para ser vice de Covas é a deputada Joice Hasselmann (PSL). Doria já disse que gostaria que prefeito e a ex-aliada do presidente Jair Bolsonaro se aproximassem.

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Política Nacional

Senado rejeita veto à regulamentação da profissão de historiador

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Os senadores rejeitaram, em sessão remota nesta quarta-feira (12), o veto do Poder Executivo (VET 10/2020) à regulamentação da profissão de historiador: 68 senadores votaram pela rejeição do veto, enquanto um foi votou pela sua manutenção. Conforme acordo entre lideranças do Congresso e representantes do governo, a derrubada do veto será confirmada na Câmara dos Deputados.

A regulamentação da profissão de historiador estava prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 368/2009, que teve como autor o senador Paulo Paim (PT-RS). Essa matéria recebeu alterações na Câmara e foi devolvida ao Senado na forma de um texto alternativo (SCD 3/2015), que acabou sendo aprovado pelos senadores no início deste ano.

Ao recomendar o veto, o Ministério da Economia e a Advocacia-Geral da União argumentaram que o projeto, ao disciplinar a profissão de historiador com a imposição de requisitos e condicionantes, restringe “o livre exercício profissional” e fere o princípio constitucional que determina ser livre “a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

O projeto prevê o exercício da atividade de historiador a quem tem diploma de curso superior, mestrado ou doutorado em história, nacional ou estrangeiro com revalidação; a quem tem diploma de mestrado ou doutorado obtido em programa de pós-graduação reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com linha de pesquisa dedicada à história; e a profissionais diplomados em outras áreas que comprovem ter exercido a profissão de historiador por mais de cinco anos.

Paulo Paim destacou que o historiador atua além da área acadêmica e oferece seus serviços a outros setores, como turismo e artes. A regulamentação, segundo o senador, é uma forma de valorizar e reconhecer esses profissionais. Zenaide Maia (Pros-RN), que elogiou o acordo para a derrubada do veto, defendeu o trabalho dos historiadores e disse que reconhecer a profissão é motivo de orgulho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Legislativo e Executivo reafirmam compromisso com teto de gastos

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Câmara dos Deputados
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, concede entrevista ao final do encontro com Bolsonaro e Alcolumbre

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e do Senado, Davi Alcolumbre, reafirmaram o compromisso do Legislativo e do Executivo com a manutenção do teto de gastos e a responsabilidade fiscal. O encontro que reuniu os três chefes dos dois Poderes ocorreu no início da noite desta quarta-feira (12), no Palácio do Alvorada.

Maia destacou que o encontro é um compromisso com o futuro do País com o apoio ao teto de gastos e a regulamentação dos gatilhos fiscais por meio da votação de propostas de emenda à Constituição que tramitam no Senado. Maia quer avançar na tramitação do conjunto de propostas do Plano Mais Brasil – PEC Emergencial (186/19), PEC dos Fundos Públicos (187/19) e PEC do Pacto Federativo (188/19), que tramitam no Senado, bem como a PEC 438/18, que cria gatilhos para conter as despesas públicas e preservar a regra de ouro.  A proposta inclui 20 medidas para conter despesas e 11 para gerar receitas, que devem ser acionadas quando houver um nível crítico de desequilíbrio entre gastos públicos e arrecadação tributária.

“Acho que reafirmando o teto, e com a regulamentação dos seus gatilhos, vamos dar melhores condições de administrar o orçamento. E com a reforma administrativa para melhorar a qualidade do gasto público e do serviço público. Reafirmo meu apoio a esses temas”, afirmou Maia.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a reunião foi para buscar soluções para destravar a economia e reafirmar o respeito à política que limita gastos públicos. O encontro ocorreu um dia após o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticar integrantes do governo que defendem “furar” o teto para permitir a reeleição de Bolsonaro, em meio à saída de dois secretários de sua equipe. “Queremos a responsabilidade fiscal e o Brasil tem que como, realmente, ser um dos países que melhor reagirá a crise.”, afirmou.

O senador Davi Alcolumbre disse que a reunião permitiu o “nivelamento das informações econômicas” do País para construir uma agenda de retomada no pós-pandemia. “Há essa compreensão dessa interação positiva do Parlamento com o Executivo. E a agenda do governo tem sido tratada com responsabilidade”, disse Alcolumbre.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Geórgia Moraes

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