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Política MT

Deputado tentará aproximar Lula do agronegócio de MT e já mira apoio do ex-senador Blairo Maggi

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Neri Geller durante encontro com Lula, em Brasília, na terça-feira, quando fechou apoio do PT à sua pré-candidatura ao Senado

METRÓPOLES – A adesão do deputado Neri Geller (PP-MT) à candidatura de Lula é tida no comando petista como o terceiro grande movimento da campanha do ex-presidente. Na foto, Geller está ao lado esquerdo de Lula. O primeiro, o ingresso de Geraldo Alckmin na chapa. O segundo, o apoio da cantora Anitta, uma campeã de rede social.

Neri Geller é candidato ao Senado, com o apoio do PT. O parlamentar é um dos líderes da bancada ruralista no Congresso. O acordo foi fechado essa semana, com a passagem de Lula por Brasília. Ele posou e postou fotos ao lado do presidenciável e de Alckmin. O primeiro, o ingresso de Geraldo Alckmin na chapa. O segundo, o apoio da cantora Anitta, uma campeã de rede social.

No encontro, compareceu também o senador licenciado de Mato Grosso, Carlos Fávaro, do PSD, também na foto acima, um agropecuarista de peso.  Numa conversa com o Blog do Noblat, no Salão Verde da Câmara, na última quarta-feira, Geller falou da sua boa relação com o PT por ter sido ministro da Agricultura no governo de Dilma Rousseff.

Perguntado se tem enfrentado resistência dentro da bancada por sua adesão à Lula, Geller respondeu que não. “O setor sabe dos ganhos que teve nos governos do PT e o que está passando agora. Não há essa resistência toda ao nome de Lula no agronegócio” – disse Geller ao blog.

Mas, nas suas redes, Geller rebateu a críticas de alguns produtores de seu estado à dobradinha com o PT. “Falam do ‘ministro da Dilma’, mas esquecem que foi neste governo que o agronegócio teve R$ 25 bilhões liberados para construir armazéns por todo o país. Então, não adianta fazerem nota de repúdio contra mim, pois eu tenho orgulho de ter feito parte do governo passado, porque tenho trabalho prestado e café no bule, fervendo” – postou Geller.

O deputado terá o apoio da federação de esquerda no estado, formada por PT, PV e PCdoB. Na briga pelo Senado ele enfrentará dois bolsonaristas: José Medeiros (Podemos) e Wellington Fagundes (PL), que tentará a reeleição. No estado, a campanha de Lula deverá ganhar o apoio de Blairo Maggi, ex-ministro da Agricultura de seu primeiro mandato.

 

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Política MT

Após Estado repassar R$ 18 mi e municípios não prestarem serviço, TCE quer melhor execução do MT Cirurgias

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Supervisor do Comitê de Saúde do TCE, conselheiro Guilherme Maluf [Foto – Thiago Bergamasco]

Depois de constatar falhas na execução do programa Mais MT Cirurgias, o Comitê Temático de Saúde do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) recebeu representantes do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Consems-MT) para entender o porquê de as cirurgias não estarem sendo realizadas.

Durante a reunião, realizada na tarde desta quinta-feira (11), o Conselho apontou que, embora a Secretaria de Estado de Saúde (SES) tenha flexibilizado algumas exigências, entraves como dificuldades na contratação de prestadores de serviço e excesso de burocracia ainda impedem a eficácia do projeto.

Diante disso, o supervisor do Comitê, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, explicou que, a partir deste diálogo, o TCE-MT emitirá uma série de recomendações aos municípios e ao estado. Além disso, deve ser lançado um manual simplificado para auxiliar as prefeituras na execução do programa.

“Temos que simplificar e desburocratizar o sistema para que os trâmites se deem com mais facilidade e as cirurgias possam acontecer de fato. A proposta do programa é perfeita, só que sua execução não está sendo eficiente. Temos muita gente nas filas de espera”, pontuou o conselheiro.

Para o presidente do Consems, Marco Felipe, a mediação do TCE-MT dará um norte à fiscalização. “Este é um grande projeto, mas, infelizmente, está meio truncado ainda. Acredito que após essa conversa haverá um novo rumo no nosso diálogo com a Secretaria”, disse.

O diagnóstico concluído pelo Tribunal mostra que, embora o Governo do Estado tenha feito repasses de cerca de R$ 18 milhões, as cirurgias e as prestações de contas não foram devidamente realizadas.

“Na nossa região já avançamos com relação a dificuldades com prestadores de serviço, que é um problema que outras regiões têm. Hoje a maior dificuldade está relacionada à última nota técnica que inclui novos pedidos de documentação”, avaliou a diretora executiva do consórcio Vale do Teles Pires, Solimara Moura.

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Na ocasião, Comitê e Conselho também firmaram parceria para orientação das secretarias de saúde no que diz respeito à recente solicitação de informações feitas pelo Tribunal. O trabalho abrange todas as 141 prefeituras do estado informações e vai traçar um panorama da rede estadual de saúde.

O formulário enviado aos gestores inclui questionamentos relacionados, por exemplo, à quantidade de Unidades de Pronto Atendimento (UPA), de Unidades de Saúde (UBS), Centros de Especialidade Médica (CEM) e hospitais de grande porte.

“Comunicamos ao Consems sobre o levantamento da área de saúde que estamos realizando no estado e eles vão nos ajudar a obter as respostas junto às Prefeituras. A partir disso a gente vai saber como cada município está atuando, o que é muito importante para nosso trabalho”, concluiu Guilherme Antonio Maluf.

 

 

 

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TRE libera lista de gestores em Mato Grosso que tiveram contas rejeitadas pelo TCE e pelo TCU; veja

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A pesquisa contemplou o período de 6 de julho de 2014 a 06 de julho de 2022

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informa que está disponível no site institucional a lista de gestores que tiveram as contas relativas ao exercício do cargo ou função pública rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A lista encaminhada pelo TCE-MT contemplou o período de pesquisa de 06 de julho de 2014 a 06 de julho de 2022 e nela foram inseridos os nomes dos gestores (responsáveis) que se enquadraram nas seguintes situações: Processos de Contas Anuais de Gestão: Gestores de Entes, Órgãos e Entidades estaduais e municipais que tiveram as contas Anuais de Gestão julgadas irregulares; Processos de Contas Anuais de Governo; Chefes dos Poderes Executivos cujos pareceres prévios emitidos pelo TCE tenham sido contrários à aprovação das Contas Anuais de Governo, assim como os que tiveram Pareceres Negativos (independentemente da sua aprovação ou não pelo respectivo Poder Legislativo); Processos de Tomadas de Contas: responsáveis (Gestores dos Entes, Órgãos e Entidades estaduais, municipais e outros) cujas contas tenham sido julgadas irregulares e o responsável tenha sido sancionado.

Os dados auxiliam a Justiça Eleitoral a decidir quem poderá ou não concorrer nas Eleições 2022, com base nas inelegibilidades previstas na Lei Complementar nº 64/90. De acordo com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010 – alínea “g”), são considerados inelegíveis aqueles que tiverem as prestações de contas rejeitadas por irregularidade insanável ou que configure ato doloso de improbidade administrativa.

“A partilha e a disponibilização dessa lista fortalecem o processo eleitoral a medida que fornece a todos envolvidos: candidatos, eleitores, magistrados e membros do Ministério Público valiosas informações para a tomada de decisões”, destacou o presidente do TRE-MT, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha.

Para a inclusão na lista do TCE-MT, foram consideradas as seguintes decisões: transitadas em julgada (ou seja, que o prazo para interposição de recursos esteja expirado); em face das quais não haja recursos com efeito suspensivo pendentes de análise; que não estejam suspensas em razão do deferimento de pedido de efeito suspensivo em processos de Pedido de Rescisão; que não estejam suspensas ou tenham sido anuladas por decisões judiciais; e que não tenham sido reformadas por outro julgamento do Tribunal Pleno ou Câmaras.

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