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Turismo

Roteiro de chocolate por Gramado conta história e encanta os paladares

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Prawer Chocolates é a primeira marca de chocolate artesanal aberta em Gramado
Reprodução/Site Prawer Chocolates

Prawer Chocolates é a primeira marca de chocolate artesanal aberta em Gramado

Gramado é conhecida pela sua grande influência europeia, fazendo com que o município do Rio Grande do Sul vire um dos principais destinos turísticos do país. Quando Gramado é citada, logo associamos o local à sua gastronomia, chocolates e aos eventos que ocorrem nela, como o Natal Luz, o Festival de Cinema, Páscoa, Festival de Gastronomia, entre outros.

A cidade ganhou importância com seu chocolate no Rio Grande do Sul em 1975, quando foi inaugurada a primeira fábrica de chocolates caseiro do país, a Prawer, do empresário Jayme Prawer. No Brasil, as primeiras fábricas foram inauguradas no final do século 19 e início do século 20, por imigrantes europeus. Atualmente, o produto é uma das principais representações do município e está consolidado no imaginário das pessoas, o que se reflete na sua associação com o turismo na região.

A Prawer fez muito sucesso e, em seguida foram inauguradas outras empresas, como a Lugano, em 1976, e a Planalto, em 1977. Após a inauguração da empresa Planalto, outras foram surgindo, como é o caso da Caracol, em 1982, Chocolate Gramadense, em 1982, e a Florybal, em 1991.

Além disso, Gramado também é reconhecida pela lei federal 13.990/20 como a “Capital Nacional do Chocolate Artesanal” desde 2020. Ou seja, o chocolate no destino é realmente motivo de orgulho, pois tem importância histórica para o Brasil.

Dessa forma, para movimentar o turismo na região, Gramado possui várias lojas temáticas, fábricas abertas para visitação e museus sobre a história do cacau. Por seu clima, aparência e arquitetura europeia, o destino da Serra Gaúcha é o lugar perfeito para passeios voltados para explorar a história e a produção do chocolate artesanal.

Pensando nisso, o iG turismo separou um roteiro de alguns estabelecimentos voltados para a produção e história do chocolate que merecem sua visita quando for para a “Europa brasileira”. 

Prawer Chocolates

Prawer Chocolates é a primeira marca de chocolate artesanal aberta em Gramado
Reprodução/Site Prawer Chocolates

Prawer Chocolates é a primeira marca de chocolate artesanal aberta em Gramado

A similaridade entre Bariloche e Gramado, principalmente por causa do frio, inspirou Jayme Prawer a instalar na Serra Gaúcha a primeira fábrica artesanal de chocolates do Brasil. E assim o fez em 1975, mudando para sempre a história de Gramado e do país.

Em 2012, a família Brock assumiu o comando do negócio com o compromisso de manter a autenticidade e essência da marca, além de ir em busca de inovação.

Além de suas lojas próprias em Gramado, a Prawer também está em endereços multimarcas em todo Brasil, com a missão de proporcionar experiências por meio do sabor de seu chocolate.

Mas, como o foco é Gramado, há a possibilidade de ser realizado um tour na fábrica original, que conta com um visitação completa pela espaço e degustação de alguns chocolates.

Endereço: Av. das Hortênsias, 4100 – Estrada Gramado, Gramado

Chocolate Lugano – Mundo do Chocolate

Mundo do Chocolate é o parque temático da marca Lugano
Reprodução/Site Chocolate Lugano

Mundo do Chocolate é o parque temático da marca Lugano

Aberta em 1976, a fábrica teve seu nome inspirado na cidade suíça e também uma homenagem às origens do fundador Lauri Casagrand. Em 1985 a empresa foi adquirida por Renaldo Schwingel. A administração de Ronaldo, como era conhecido, resultou em um rápido crescimento do negócio. Em 1994, foi a primeira fábrica a começar a fazer chocolate em formato de figuras.

Em 2002, é inaugurada a primeira loja da fábrica para visitação. O espaço tem uma decoração diferenciada e lúdica e um amplo estacionamento para atender grupos. Além disso, o estabelecimento foi a primeira loja temática de chocolate do Brasil.

O Mundo do Chocolate é outro destino que vale a pena conhecer, que inaugurou em 2015.

O espaço é o primeiro e único parque de chocolate das Américas. São mais de 200 peças esculpidas em chocolate maciço, distribuídas ao longo de um complexo de 3 mil metros quadrados. Vale conferir a Torre Eiffel com 4,22 metros de altura, a mais alta do parque. O local conta também com uma minifábrica do chocolate Lugano e cafeteria.

Endereço: Av. Borges de Medeiros, 2497 – Centro, Gramado

Chocolate Planalto

Loja de Fábrica da Chocolate Planalto
Reprodução/Site Chocolate Planalto

Loja de Fábrica da Chocolate Planalto

Aberta em 1977, é mais uma marca de chocolate histórica. O nome nasceu do bairro Planalto, onde esteve localizada a primeira sede. Em 1993, com o objetivo de investir fortemente no turismo, abriram uma loja conceito no centro de Gramado. Além disso, há também uma fábrica que lembra um parque temático.

Endereço: Av. Borges de Medeiros, 2918 – Centro, Gramado

Caracol Chocolates – Reino do Chocolate

Reino do Chocolate conta a história do chocolate no mundo
Reprodução/TripAdvisor

Reino do Chocolate conta a história do chocolate no mundo

Iniciada em 1982, inauguram a primeira fábrica na cidade de Canela. O nome homenageia a Cascata do Caracol, um dos pontos turísticos mais visitados da região. Porém, em 2001, transferem a fábrica para Gramado.

A Caracol possui um local temático chamado Reino do Chocolate , espaço que conta a história do chocolate no mundo por meio de uma viagem ao tempo até chegar nos dias atuais.

Endereço: Av. das Hortênsias, 5382 – Carniel, Gramado

Chocolate Gramadense

Chocolate Gramadense tem loja e fábrica unidas
Reprodução/Site Chocolate Gramadense

Chocolate Gramadense tem loja e fábrica unidas

Sua história começa em 1976, quando Altanísio Ferreira de Lima foi convidado por um empresário da cidade a montaram a primeira fábrica de chocolates, iniciando sem experiência e conhecimento. Os primeiros seis anos de Altanísio, no ramo do chocolate, foram nesta empresa. Quando percebeu ter competência e que o ramo estava prosperando muito, decidiu iniciar sua própria empresa.

A Chocolate Gramadense, inaugura, portanto, somente em 1982. Entretanto, mais recentemente, abriram uma loja unida com a fábrica exposta, que permite a visualização da preparação dos chocolates artesanais pelos visitantes. 

Endereço: R. Pref. Waldemar Frederico Weber, 365 – Floresta, Gramado

Florybal Chocolates – A Fábrica Mágica 

A Fábrica Mágica da Florybal é outro espaço temático dedicado ao chocolate
Reprodução/Site Florybal

A Fábrica Mágica da Florybal é outro espaço temático dedicado ao chocolate

Em 1991 inaugura a Florybal de Valdir Cardoso e Janete Mayer. Mas, entre o final de 2003 e 2004, a marca decidiu dar outro passo importante e desenvolveram uma fachada temática para a sua fábrica, um projeto inovador, pioneiro no Brasil e na Serra Gaúcha. Atualmente as lojas da Florybal são consideradas pontos turísticos para quem visita Gramado e Canela.

Atualmente a empresa conta com 15 lojas, além de parceiros e loja virtual. Todas as lojas possuem um fundo temático de fantasias e histórias infantis.

Em meio a tantas lojas temáticas, o destaque fica para a Fábrica Mágica , que possui uma cascata com mais de 200 Kg de chocolate. Depois da visitação gratuita, que ocorre por um corredor de vidro acompanhado de um atendente que explica o processo, você pode fazer compras na loja que fica no primeiro andar.

Endereço: R. Tristão Oliveira, 1200 – Floresta, Gramado

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Fonte: IG Turismo

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Turismo

Europa adota novas regras para entrada de turistas a partir de 2023

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União Europeia irá autorizar entrada de turistas com o Etias
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União Europeia irá autorizar entrada de turistas com o Etias

A partir de novembro de 2023, o novo sistema de autorização de entrada para turistas nos países da União Europeia (UE)  chamado de Sistema de Informação e Autorização de Viagens Europeu (Etias, na sigla em inglês), entrará em vigor.

A proposta vinha sendo discutida desde 2013, e havia sido aprovada em 2018 e passaria a valer em 2021, mas houve adiamentos e agora o novo sistema, que começaria em maio, entrará em vigor somente em novembro do ano que vem.

Com isso, pessoas de ao menos 60 países, incluindo o Brasil, deverão solicitar a autorização eletrônica para entrada nos países do chamado Espaço Schengen. Todavia, nem todos os países que fazem parte do bloco assinaram o acordo, mantendo as regras, por enquanto, para o recebimento de viajantes.

A adoção do Etias visa reforçar a segurança do bloco ao verificar informações relevantes de turistas de países isentos de visto para entrada na União Europeia antes que a viagem seja feita. Atualmente, os turistas têm apenas de passar por um controle de fronteira. O agente da imigração decide se dá ou não a autorização de entrada ao verificar a documentação apresentada na hora.

O documento será exigido para quem viajar a turismo (com permanência de até 90 dias em um período de 180 dias) Ou seja, após retornar ao país de origem, será preciso um intervalo de ao menos 90 dias para voltar à Europa.

O formulário eletrônico não substitui o visto para entrada nos países nos quais ele é exigido. No caso do Brasil, por exemplo, só quem planeja viajar para trabalhar ou estudar deve providenciar um visto específico para cada situação.

Segundo a União Europeia, o Etias não poderá ser considerado um visto. A autorização poderá ser pedida online e a maioria deve ser concedida imediatamente, devendo ser renovada a cada três anos. Caso o passaporte expire, será preciso renová-la.

Para o documento, o tempo de preenchimento será de, no máximo, 10 minutos. Conforme o Parlamento Europeu, os pedidos serão processados automaticamente. Caso o sistema identifique algum problema, os dados serão verificados manualmente e a decisão deve ser tomada em até quatro semanas. Em caso de recusa, ela deverá ser justificada e o requerente terá o direito de recorrer da decisão.

Entre as informações pedidas deverão estar: nome, data e local de nascimento, sexo, nacionalidade e número do passaporte. Também serão feitas perguntas sobre antecedentes criminais e presença em zonas de conflito, entre outros questionamentos.

A autorização deverá custar € 7 (em torno de R$ 40), e poderá ser paga em cartão de crédito ou débito. Menores de 18 anos e maiores de 70 anos não precisarão pagar pela autorização. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: IG Turismo

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Turismo

Estudo diz que brasileiros rejeitam viagens à África do Sul para caça

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Leão é um dos animais selvagens presentes na África do Sul
Reprodução/Unsplash

Leão é um dos animais selvagens presentes na África do Sul

Uma nova pesquisa da Proteção Animal Mundial revela que tanto cidadãos sul-africanos quanto turistas internacionais de nove nacionalidades querem o fim da caça esportiva em favor de experiências amigáveis à vida silvestre no leque de  atrativos turísticos da África do Sul. A informação é publicada em paralelo à realização de uma consulta pública sobre o documento preliminar oficial de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade por parte do governo sul-africano.

O levantamento evidenciou uma oposição universalmente forte à atividade, além de posturas favoráveis ao financiamento da proteção da fauna silvestre do país por meio de alternativas não letais, tais como o turismo responsável.

Para isso, foram ouvidas 10,9 mil pessoas de todo o mundo, incluindo visitantes estrangeiros dos principais mercados emissores de turistas à África do Sul residentes fora do continente africano (Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, França, Holanda, Austrália, Índia, Brasil e Canadá), além dos próprios cidadãos sul-africanos. As entrevistas foram conduzidas pela agência londrina Flood & Partners durante o mês de abril. Ao todo, 1091 brasileiros foram consultados, quantidade semelhante às dos demais estrangeiros.

O estudo foi concebido para compreender as inclinações nos principais mercados emissores de turistas para a África do Sul em relação à caça esportiva, para averiguar as percepções dos cidadãos locais em relação à prática e em oposição a alternativas de turismo amigáveis com a vida selvagem, além de avaliar quais caminhos são considerados aceitáveis como parte de estratégias futuras da  África do Sul para o turismo sustentável da vida selvagem.

Para se ter uma ideia da importância do segmento, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, The Economic Impact of Global Wildlife Tourism 2019), em 2018 o turismo de vida silvestre contribuiu diretamente com US$ 120 bilhões para as economias ao redor do globo. Adicionando os benefícios indiretos da cadeia de suprimentos, a contribuição total do nicho salta para US$ 343,6 bilhões ou 3,9% do PIB global de Viagens e Turismo no ano.

Especificamente em relação à realidade brasileira, em 2019, último ano fechado antes dos impactos da pandemia de Covid-19, o Brasil recebeu 6,3 milhões de visitantes estrangeiros, que gastaram aproximadamente US$ 6 bi por aqui. O Estudo da Demanda Turística Internacional (Ministério do Turismo, 2019) aponta que “natureza, ecoturismo ou aventura” foi a segunda principal motivação dos estrangeiros que vieram a lazer para o país, respondendo por quase 19% do total das viagens da categoria.

A título de comparação, números da Organização Mundial do Turismo (International Tourism Highlights 2020) mostram que em 2019 a África do Sul recebeu 10,3 milhões de turistas internacionais, que deixaram divisas da ordem de US$ 8,4 bilhões no país.

Portanto, diante da percepção de sinais confusos sobre a conciliação entre turismo sustentável e desenvolvimento econômico por parte do governo sul-africano ao longo do último ano, a Proteção Animal Mundial, organização não-governamental que trabalha em prol do bem-estar animal, encomendou a pesquisa a fim de qualificar o debate público.

Opiniões dos brasileiros

Diferentemente da África do Sul, a caça esportiva ou comercial de animais silvestres é proibida no Brasil há mais de meio século. Essa postura nacional consolidada aparece refletida nos sentimentos dos brasileiros ao avaliarem as perspectivas para o turismo daquele país.

De forma geral, os brasileiros acreditam que a exploração da caça como atrativo turístico é algo nocivo para a reputação do país africano, e algo que os desestimula decisivamente a realizar uma visita. Parecem, todavia, ligeiramente mais tolerantes com a ideia quando a caça é dissimulada como política de conservação.

Por outro lado, entendem que as práticas amigáveis à vida silvestre devem realmente ser priorizadas, com maior predileção para santuários de animais, observação distanciada e expedições fotográficas. Já as alternativas que envolvem sofrimento animal são rechaçadas como caminhos para o desenvolvimento.

Numa análise mais detalhada, cerca de 75% dos brasileiros ouvidos acreditam que adoção da caça esportiva como um pilar da economia e da política de conservação da África do Sul prejudicará a reputação do país como líder de conservação na África, uma proporção bastante alinhada com o número global (74%). Os brasileiros foram um pouco mais aderentes à essa afirmação do que os australianos (74%), canadenses (73%), indianos (70%), e muito mais favoráveis do que os americanos (68%).

Pesquisa - Proteção Animal Mundial (1)
Divulgação

Pesquisa – Proteção Animal Mundial (1)

Quando perguntados se ficariam desestimulados como turistas a visitar um país que tem a caça esportiva como uma parte fundamental de sua economia e política de conservação, os brasileiros, ainda que manifestando ampla rejeição à proposição (66%), mostraram uma das menores adesões, junto com os americanos (65%). A concordância global nesse caso foi de 72%.

Pesquisa - Proteção Animal Mundial (2)
Divulgação

Pesquisa – Proteção Animal Mundial (2)

Quando questionados em relação à inclinação para visitar um país que encoraja a caça esportiva como uma forma aceitável e sustentável de manejar suas populações de animais selvagens, os brasileiros continuaram se mostrando majoritariamente desestimulados, numa taxa mais alta (68%) do que na proposição anterior, novamente ligeiramente abaixo do patamar global (71%) e num nível pouco acima dos americanos (65%), os menos aderentes.

Pesquisa - Proteção Animal Mundial (3)
Divulgação

Pesquisa – Proteção Animal Mundial (3)

Já em relação à ideia de que o governo sul-africano deve priorizar o turismo amigo da vida selvagem ao invés da caça esportiva como parte fundamental da economia e política de conservação do país, os brasileiros foram esmagadoramente favoráveis (90%). A adesão, nesse caso, foi bem superior à concordância global (84%) e em linha com a dos franceses (90%).

Práticas turísticas aceitáveis

Os entrevistados também foram interpelados especificamente em relação a diversos tipos de práticas aceitáveis para o turismo sul-africano como forma de identificar alternativas positivas e de potencial para o desenvolvimento da atividade.

Juntamente com australianos (95%), britânicos (94%) e canadenses (93%), os brasileiros (93%) foram os mais amplamente favoráveis a santuários de vida silvestre (locais onde os animais são resgatados e recebem cuidados adequados por toda a vida) como modelo positivo. O dado global foi de 91%.

Concordância semelhante foi registrada para a proposta de turismo limitado à observação e fotografia dos animais em seus habitats naturais. Os australianos (94%) lideraram o apoio à prática, seguidos de brasileiros (93%), canadenses (93%) e britânicos (92%). O dado global foi de 91%.

Já os zoológicos, ainda que aceitos, contam como menor apoio: 82% dos turistas internacionais aceitam o modelo. Brasileiros (89%) e australianos (89%) são os mais favoráveis à modalidade.

Práticas turísticas que envolvem sofrimento animal foram majoritariamente rejeitadas pelos viajantes internacionais. Fazendas comerciais de vida silvestre (instalações nas quais os animais são criados e usados para entretenimento, abate e comercialização) foram vistas como aceitáveis para apenas 23% dos britânicos, 24% dos brasileiros e 26% dos franceses (32% global).

A maioria dos indianos (51%) ouvidos, entretanto, viram a ideia com bons olhos. Prática mais extrema, a caça e o abate de animais para esporte ou entretenimento foi tida como aceitável para apenas 19% dos turistas ouvidos. Britânicos (12%), brasileiros (13%) e alemães (14%) foram os menos tolerantes.

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Fonte: IG Turismo

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